quinta-feira, junho 30, 2011

Encontrado ossuário de família que julgou Jesus

Arqueólogos israelenses confirmaram a autenticidade de um ossuário (caixa usada para guardar ossos depois da fase inicial de sepultamento) pertencente à família do sacerdote que teria conduzido o julgamento de Jesus. A peça, feita em pedra e decorada com motivos florais estilizados, data provavelmente do primeiro século da Era Cristã - tem, portanto, uns dois mil anos. A inscrição no ossuário, em aramaico (“primo” do hebraico, língua do cotidiano na região durante a época de Cristo), diz: “Miriam [Maria], filha de Yeshua [Jesus], filho de Caifás, sacerdote de Maazias de Beth Imri.” O nome “Caifás” é a pista crucial, afirmam os arqueólogos Boaz Zissu, da Universidade Bar-Ilan, e Yuval Goren, da Universidade de Tel-Aviv, que estudaram a peça.

Afinal, José Caifás é o nome do sumo sacerdote do Templo de Jerusalém que, segundo os Evangelhos, participou do interrogatório que levaria à morte de Jesus junto com seu sogro, Anás. Não se sabe se Miriam seria neta do próprio Caifás bíblico ou de algum outro membro da família sacerdotal. O ossuário, no entanto, liga a parentela à casta de Maazias, um dos 24 grupos sacerdotais que serviam no Templo.

O governo israelense diz que o ossuário estava nas mãos de traficantes de antiguidades, impedindo o estudo de seu contexto original.

(Folha.com)

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Grécia pode desencadear nova crise financeira mundial

Apesar de os mercados terem reagido bem à aprovação do pacote de austeridade pelo parlamento da Grécia nesta quarta-feira, a avaliação dos especialistas é que o movimento serviu apenas para a zona do euro adiar a moratória da dívida do país. Mesmo que o bloco tenha ganhado tempo para se preparar para o pior, a falência de uma economia integrante da união monetária teria consequências de profundidade e duração imprevisíveis, uma vez que não há precedentes na história. Os gregos e seus pares da União Europeia estão, no momento, a estudar maneira de reduzir os impactos. De antemão, é possível antever que o evento macularia a imagem do euro e agravaria a crise no setor bancário mundial, que dura desde 2008. Muitas das grandes instituições financeiras europeias dependem do pagamento das dívidas gregas para manterem seus balanços positivos e perpetuarem a circulação do dinheiro na economia.

A Grécia, do ponto de vista produtivo, é pouco expressiva tanto para a Europa quanto para a economia mundial. O risco que representa é monetário, isto é, para a estabilidade do euro. O país faz parte de um projeto de moeda única que envolve outras 16 economias e, portanto, impõe um risco de contágio para seus parceiros. Uma vez que a Grécia se endivida usando o euro e não consegue honrar seus compromissos, as emissões de dívida dos outros países que usam a mesma moeda começam a ser comprometidas – sobretudo daquelas nações também ditas “periféricas” do bloco, como Portugal e Irlanda, e que têm problemas semelhantes. “O euro é uma moeda nova ainda. Embora seja emitida pelo Banco Central Europeu, uma entidade confiável, ela requer credibilidade e reputação”, explica Fernando Ribeiro, professor de economia do Insper.

Uma eventual moratória grega minaria a confiança dos mercados no euro, desvalorizando-o, e prejudicaria a recuperação de toda a região que adota a moeda única – e que, com exceção da Alemanha, ainda patina para sair da crise financeira iniciada em 2008. Portanto, um episódio extremo como esse seria acompanhado de outras crises, desta vez envolvendo a Irlanda, Portugal ou Espanha. “A Grécia é apenas uma carta neste castelo de cartas que pode desmoronar”, afirma Luiz Niemeyer, professor de economia do Ibmec Rio. [...] “Se a Grécia não honrar seus pagamentos, os bancos ao redor do mundo ficarão descapitalizados. Com menos dinheiro em caixa, eles emprestarão menos à economia e a percepção de risco aumentará”, afirmou Homero Guizzo, economista da consultoria LCA.

(Veja)

Assista: “Governo dos EUA enfrenta risco de não honrar dívida pública”

Nota: Um nova crise financeira mundial seguida de catástrofes “naturais” (que parecem ser tendência) levaria o mundo a uma situação alarmante. E em tempos de crise medidas extremas e drásticas costumam ser tomadas. Precisamos aproveitar os tempos de relativa paz e liberdade (enquanto ainda é “dia”, como disse Jesus) para pregar a mensagem de salvação e da segunda vinda de Cristo, pois, quando a “noite” vier, tudo será mais complicado. Maranata![MB]

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Vida urbana afeta cérebro humano

Um estudo publicado [na] quarta-feira (22) mostra que a vida urbana afeta o cérebro, mostrando a relação entre a ativação de duas regiões do cérebro e o fato de as pessoas terem crescido ou viverem em cidades. “Basicamente a atividade cerebral em situações de estresse está ligada à urbanicidade [o fato de viver na cidade]”, afirmou ao iG Andreas Meyer-Linderberg, da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, principal autor da pesquisa, publicada no periódico especializado Nature. Estudos anteriores já haviam mostrado que a saúde mental das pessoas é afetada negativamente pela vida urbana. Problemas relacionados à ansiedade, por exemplo, são mais prevalentes em pessoas que vivem em cidades e a incidência de esquizofrenia é maior em pessoas nascidas e criadas em regiões urbanas, mas ninguém havia ainda buscado medir os processos neurais por detrás deles. [Leia mais]

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Espanha faz alerta sobre consumo de atum

De acordo com as recomendações da agência, citadas pelo diário espanhol El País, em causa está o elevado nível de mercúrio que os grandes peixes podem conter, assim como o cádmio dos crustáceos e os nitratos presentes em alguns legumes. Até agora a Agência Espanhola de Segurança Alimentar e Nutrição recomendava que as grávidas e as crianças com menos de três anos não consumissem mais do que 100 gramas de espadarte ou de cação uma vez por semana, ou mais de duas porções de atum. Isso porque essas grandes espécies acumulam nos seus tecidos gordos o mercúrio que absorvem através das guelras e na sua forma mais tóxica: o metilmercúrio. O mercúrio é um químico que está presente naturalmente no ambiente, mas também resulta da poluição industrial. Quase todos os peixes contêm metilmercúrio, mas as espécies com vida mais longa e os predadores maiores, como o tubarão ou o espadarte, acumulam maiores quantidades da substância e oferecem maior risco para a saúde dos consumidores habituais – o que é agravado nos casos das grávidas e crianças com menos de três anos. [Leia mais]

Leia também: “Ainda o atum - comer ou não”

quarta-feira, junho 29, 2011

A justiça da sociedade dos tempos do AT

O ótimo livro O Ateísmo Moderno (Loyola), do doutor em filosofia e teologia Georg Siegmund, na página 86, apresenta um breve retrato da sociedade judaica dos tempos do Antigo Testamento (AT). Note como Deus tomou providências para que Seu povo não reproduzisse a desvalorização da vida e as injustiças comuns dos povos pagãos em redor:

“O amor ao filho era tão grande, que a esterilidade era considerada castigo de Deus e não havia necessidade de proibição especial para o aborto. A fim de se evitar que os pobres fossem oprimidos pelos ricos, e para que estes não se apoderassem indevidamente das terras, ordenava-se que no fim de cinquenta anos qualquer terreno vendido fosse devolvido ao seu proprietário anterior (Lv 25:13-16). Procurava-se assim conservar a repartição primitiva e equitativa do país entre as famílias. As pessoas pobres tinham direito às espigas que sobravam da colheita. Aos que emprestavam dinheiro era vedado cobrar juros, ao passo que outros povos orientais praticavam a usura, exigindo juros de até cinquenta por cento. Até a sorte dos escravos se achava mitigada por lei. Esta jamais os considerou como simples mercadoria, e sim como pessoas e imagem de Deus.

“Mas é sobretudo o sábado do Antigo Testamento que representa uma instituição social de primeira categoria: proporcionava ainda ao mais pobre um dia de repouso com intervalos regulares, impedindo assim a exploração sem piedade de suas forças e o prejuízo da sua saúde. Era, além disso, um dia em que o homem era chamado a refletir sobre seu destino ultraterreno. Nenhuma outra religião da época conhecia tais benefícios, que favoreciam igualmente a todos, livres e escravos.”

Leia também: “O retorno a Deus do ateu Heinrich Heine”, extraído do mesmo livro O Ateísmo Moderno.

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A destruição do casamento

Dados do Departamento de Censo mostram que os casados, pela primeira vez na história, representam menos das metades dos lares norte-americanos. A clássica família, com mamãe, papai e as crianças sob o mesmo teto está desaparecendo. Em todos os estados, o numero de companheiros não casados, casais sem filhos e pessoas solteiras cresce numa velocidade muito superior à dos casais com filhos, diz o censo de 2010. Casais com filhos representavam 43% dos lares no país, em 1950; eles agora representam apenas 20%. E essa tendência demonstra uma potente dimensão de classes. Casamentos tradicionais evoluíram de um rito quase universal para um luxo restrito aos educados e poderosos. Quase não havia diferença em 1960: apenas quatro pontos percentuais separavam os casados universitários dos formandos escolares. Essa diferença aumentou para 16%, de acordo com o Pew Research Centre. Uma analise do Departamento do Censo, lançada na última primavera, mostrou que as noivas estão muito mais propensas a terem um diploma universitário do que na metade dos anos 1990.

“O casamento se tornou muito mais seletivo, e é por isso que o índice de divórcios baixou”, diz Bradford Wilcox, diretor do Projeto Nacional de Casamentos na Universidade da Virgínia, em Charlottesville. O projeto descobriu que os índices de divórcio entre casais com diplomas universitários são apenas um terço maiores que entre aqueles apenas com diplomas escolares.

Norte-americanos com diplomas escolares ou menos (que representam 58% da população) disseram aos pesquisadores que gostariam de se casar, mas não têm condições financeiras para isso. Ao invés disso, eles têm filhos fora do casamento. Apenas 6% das crianças nascidas de mães com diplomas universitários nasceram fora do casamento. Entre as mães apenas com diploma escolar, esse índice é de 44%.

“Menos casamento significa menos renda e mais pobreza”, afirma Isabel Sawhill, da Brooking Institution. Ela e outros pesquisadores associaram a desigualdade na renda no país às mudanças na composição familiar: pais solteiros (quase sempre sem diploma universitário) estão se tornando mais pobres, enquanto casados (com educação e dupla renda) estão prosperando. “Essa é uma grande diferença que não é compreendida pelo público”, diz.

Não espere, no entanto, que o Partido Democrata aborde essa questão nas eleições do ano que vem. Mulheres solteiras votaram massivamente em Barack Obama. “Você não sugere a uma mãe solteira que se case”, diz Sawhill. “Seria denegrir seu estilo de vida.”

(Opinião e Notícia)

Nota: O inimigo de Deus continua firme em sua campanha de destruição de tudo o que o Criador estabeleceu como mais sagrado desde o Éden. Duas instituições, especialmente, são alvo de Satanás: o casamento e o sábado, ambas criadas por Deus no princípio deste mundo para nossa felicidade. Com o darwinismo (e, por favor, entenda bem: não estou dizendo aqui que os darwinistas são “do mal”), foi possível destruir a ideia da criação especial do ser humano e rebaixá-lo à categoria de simples “animal racional” – nada de imagem e semelhança de Deus. Além disso, o sábado do sétimo dia, o memorial da Criação, perde todo o sentido se a Criação não ocorreu como narra a Bíblia e como ratificou Jesus em Seus ensinamentos. Para aqueles que continuam crendo em Deus, o inimigo mesmo assim deu um jeito de substituir o sábado (santificado e abençoado no Éden) por um dia comum, usado, na verdade, para a adoração pagã do Sol: o domingo. Com respeito ao casamento, note o paradoxo: os heterossexuais ou querem se separar ou querem se unir sem casar; enquanto isso, os homossexuais lutam pelo direito de “casar”. Casamento é e sempre será a união entre um homem e uma mulher, sob as bênçãos de Deus. Qualquer coisa diferente disso é distorção do plano do Criador e serve bem aos propósitos daquele que começou a rebelião contra Deus.[MB]

Leia também: “O domingo sempre foi dia de descanso. FALSO”

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Essa campanha bem que poderia ser nacional

Os outdoors colocados na cidade de Jaraguá do Sul, SC, demonstram a indignação da população em relação à proposta de aumento do número de vereadores na Câmara.

terça-feira, junho 28, 2011

Teoria sobre formação do sistema solar pode mudar

Depois de analisar cuidadosamente amostras trazidas pela sonda espacial Gênesis, cientistas da NASA descobriram que o nosso Sol e seus planetas interiores podem ter-se formado de maneira diferente do que se pensava. Os dados revelaram diferenças entre o Sol e os planetas no oxigênio e no nitrogênio, que são dois dos elementos mais abundantes no nosso Sistema Solar. Embora a diferença seja pequena, as implicações podem ajudar a determinar como o nosso Sistema Solar evoluiu [sic]. A teoria mais aceita atualmente para a formação dos sistemas planetários propõe que o material que sobra da nebulosa original - depois que a estrela se formou - agrega-se para formar os planetas. Se fosse assim, não deveria haver disparidade entre os elementos que formam cada um dos corpos celestes do sistema. “Descobrimos que a Terra, a Lua, assim como Marte e outros meteoritos que são amostras de asteroides, têm menor concentração de O-16 do que o Sol”, disse Kevin McKeegan, membro da equipe científica da sonda. “A implicação é que eles não se formaram a partir dos mesmos materiais da nebulosa que criou o Sol [sic] - como e por que é algo ainda por ser descoberto.”

O ar na Terra contém três tipos diferentes de átomos de oxigênio, que são diferenciados pelo número de nêutrons que eles contêm. Quase 100 por cento dos átomos de oxigênio no Sistema Solar são compostos de O-16, mas há também pequenas quantidades de isótopos de oxigênio mais exóticos, chamados O-17 e O-18. Pesquisadores que estudaram o oxigênio nas amostras trazidas pela Genesis descobriram que a porcentagem de O-16 no Sol é ligeiramente mais alta do que na Terra ou nos outros planetas terrestres. As porcentagens dos outros isótopos são ligeiramente mais baixas.

Eles avaliaram também as diferenças entre o Sol e os planetas quanto ao elemento nitrogênio. Como o oxigênio, o nitrogênio tem um isótopo, N-14, que representa quase 100 por cento dos átomos no Sistema Solar, mas há também uma pequena quantidade de N-15. Em comparação com a atmosfera da Terra, o nitrogênio no Sol e em Júpiter tem um pouco mais de N-14, mas 40 por cento menos N-15. Tanto o Sol quanto Júpiter parecem ter a mesma composição de nitrogênio. Como no caso do oxigênio, a Terra e o restante do Sistema Solar interior são muito diferentes em nitrogênio.

“Esses resultados mostram que todos os objetos do Sistema Solar, incluindo os planetas terrestres, meteoritos e cometas, são anômalos em comparação com a composição inicial da nebulosa da qual o Sistema Solar se formou”, diz o coautor da pesquisa.

Os dados foram obtidos a partir da análise de amostras coletadas do vento solar pela Gênesis - o material ejetado da porção externa do Sol. Esse material é uma espécie de fóssil da nossa nebulosa original [sic], porque a maior parte das evidências científicas sugere que a camada externa do nosso Sol não mudou de forma significativa nos últimos bilhões de anos.

Lançada em 2000, a sonda ficou coletando partículas solares entre 2001 e 2004, quando sua cápsula de retorno foi fechada e enviada de volta à Terra. Por uma falha nos paraquedas, em vez de ser capturada por um helicóptero, a cápsula chocou-se violentamante no solo. Apesar do incidente, os cientistas conseguiram recuperar as amostras. Com isso, a demonstração de que elas não foram contaminadas é uma parte importante para a validação dos resultados agora anunciados.

(Inovação Tecnológica)

Nota: Isso mostra o quão pouco sabemos sobre nosso Universo. Mesmo a teoria nebular da formação do Sistema Solar é pura especulação. Resta a dúvida: Por quanto tempo os livros didáticos vão ensinar que o Sol e os planetas do sistema se formaram da mesma “nuvem”? A julgar pelos erros que favorecem o darwinismo e que ainda constam nos livros de biologia (mesmo depois de desmascarados), isso pode demorar bastante tempo.[MB]

Leia também: "As grandes fraudes da ciência" e "A mariposa que falhou"

É inevitável que algum país deixe a Zona do Euro

Unindo-se a nomes como Buffett, Roubini e Jack Straw, o bilionário George Soros acredita que eventualmente algum país irá deixar a Zona do Euro. Neste domingo, o megainvestidor solicitou aos formuladores de política econômica que criem um “plano B” que possa salvar a União Europeia do iminente colapso econômico. Soros, famoso por ganhar US$ 1 bilhão ao apostar contra a libra britânica em 1992, não nomeou nenhum país que ele acredite que deixará o euro, mas as especulações sobre o destino da Grécia estão aumentando, à medida que os políticos discutem sobre novas medidas de austeridade requeridas por organismos internacionais como pré-requisito para novos resgates.

Em um painel em Viena, Soros reiterou sua visão de que o euro tem uma falha básica desde o começo, que é não ser apoiada por uma união política ou um tesouro conjunto. “O euro não teve provisão para correção. Não houve nenhuma disposição sobre países deixando o euro, o que nas circunstâncias atuais é provavelmente inevitável”, disse o megainvestidor.

Ao mesmo tempo em que disse que a sobrevivência da União Europeia é de “interesse vital de todos”, Soros afirmou que o bloco precisa de mudanças estruturais para interromper um processo de desintegração. “Não há um plano B no momento. É por isso que as autoridades estão se apegando ao status quo e insistindo em preservar as disposições existentes ao invés de reconhecer que há falhas fundamentais que precisam ser corrigidas”.

A crise da dívida em alguns membros periféricos testa a coesão da União Europeia, enquanto em países saudáveis há crescente inquietação da população em relação aos resgates. Segundo Soros, os líderes agora precisam adotar medidas para remediar a situação. “Vamos encarar os fatos: estamos à beira de um colapso econômico que se inicia, vamos dizer, na Grécia, mas que poderia facilmente se espalhar. O sistema financeiro permanece extremamente vulnerável... Estamos à beira do colapso e este é o momento de reconhecer a necessidade de mudança.” [...]

(iG Economia)

Nota: Além de a União Europeia não contar com uma união política, a própria união econômica se encontra à beira do colapso. Essa é outra matéria que reforça a precisão da profecia de Daniel capítulo 2 (escrita meio milênio antes de Cristo), segundo a qual a Europa (pés da estátua) jamais será reunificada.[MB]

Leia também: "Daniel 2: zona do euro enfrenta crise de sobrevivência" e "O futuro da UE já estava escrito em Daniel 2"

Lágrima feminina reduz excitação nos homens

As lágrimas de tristeza vertidas pelas mulheres contêm uma substância química que reduz o apetite sexual do homem, segundo pesquisa do Instituto Weizmann, de Israel. De acordo com o estudo, o odor emitido pelas lágrimas humanas pode influenciar o comportamento das pessoas ao redor. Em um experimento, o cientista Noam Sobel pediu a um grupo de homens para cheirar as lágrimas de mulheres antes de preencher um questionário de humor. “Para nossa surpresa, não encontramos mudança na área de humor positivo ou negativo, mas houve uma diminuição da excitação sexual”, explica Sobel. Para investigar o assunto, a equipe de Sobel recolheu lágrimas derramadas por duas mulheres que assistiram a filmes tristes. Um grupo de 24 voluntários do sexo masculino foi incapaz de sentir a diferença de cheiro entre as lágrimas e uma solução salina apresentada pelos cientistas.

Para verificar se as lágrimas reduziam a excitação masculina, os voluntários tiveram que classificar a atração sexual em relação a uma série de fotografias de mulheres, uma vez com um algodão com as lágrimas sobre o nariz e outra com a solução salina. A equipe de Sobel descobriu que a classificação de atração sexual foi menor quando os homens sentiam o cheiro das lágrimas reais.

Os resultados são os primeiros a sugerir que as lágrimas fornecem um sinal químico a outros seres humanos. Sobel defende que as lágrimas podem ser úteis na redução da excitação em algumas situações. “Nós sabemos que as mulheres tendem a chorar mais durante a menstruação, quando não é um momento eficaz para engravidar”, disse.

A equipe de Sobel ainda não conseguiu identificar o processo químico exato para reprodução do efeito, mas os resultados podem reacender o debate sobre a existência dos feromônios humanos, hormônios que aumentariam ou diminuiriam a atração sexual das pessoas.

(Galileu)

Nota: Mais uma interação entre os sexos que certamente revela as digitais do Criador que fez homem e mulher para se inter-relacionar harmonicamente. Evolução casual e aleatória não explicaria essas características distintas, mas complementares nos dois gêneros.[MB]

Leia também: "A fantástica interação óvulo-espermatozoide"

Anúncio da Kia é “acusado” de promover pedofilia

Um anúncio publicitário da Kia Motors premiado com Leão de Prata na categoria Press, em Cannes Lions 2011, causou polêmica no festival. Isso porque há quem o esteja acusando de pedofilia implícita. A campanha promove o ar condicionado “dual zone” da marca. Com esse sistema, é possível manter duas temperaturas diferentes no carro. A criação é da MOMA Propaganda e parece mais um daqueles anúncios em que, quando falta criatividade, o negócio é apelar para o erotismo barato. Pior: para a deplorável pedofilia.

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segunda-feira, junho 27, 2011

Cientistas russos preveem encontrar alienígenas até 2031

Cientistas russos esperam que a humanidade encontre civilizações alienígenas dentro das próximas duas décadas, disse hoje um importante astrônomo do país. “A criação da vida é tão inevitável quanto a formação dos átomos. A vida existe em outros planetas e vamos encontrá-la em até 20 anos”, afirmou Andrei Finkelstein, diretor do Instituto de Astronomia Aplicada da Academia Russa de Ciências, citado pela agência Interfax. Em discurso em um fórum internacional dedicado à busca de vida extraterrestre, Finkelstein declarou que 10% dos planetas conhecidos que orbitam em torno de sóis na galáxia se assemelham à Terra. Se for possível encontrar água neles, também se poderá encontrar vida, completou o astrônomo, ressaltando que os alienígenas tenderiam a se parecer com os humanos, com dois braços, duas pernas e uma cabeça. “Eles poderiam ter pele de cores diferentes, mas até nós somos assim.”

O instituto comandado por Finkelstein mantém um programa lançado na década de 1960, no auge da corrida espacial durante a Guerra Fria, para monitorar e difundir sinais de rádio no espaço.

(Folha.com)

Nota: Quando pesquisadores criacionistas falam da possibilidade de ser encontrada a arca de Noé (ou parte dela) e fósseis de seres humanos de grande porte (ou mesmo quando sugerem que homens possam ter convivido com dinossauros) são tratados como loucos e lhes é negado espaço na grande imprensa. Mas cientistas darwinistas para quem a vida com toda a sua complexidade específica pode pipocar por aí, alhures no Universo, quando fazem suas “profecias” ufológicas, ganham espaço até na Folha.[MB]

Leia também: "Busca por ETs: que ciência é essa?"

1 Samuel 28 apoia a necromancia e o espiritismo?

Quando Saul consultou uma feiticeira, o espírito que ela fez subir era mesmo Samuel? Isso não prova a existência de vida após a morte e de espíritos de mortos?

“Entre as operações de maior êxito do grande enganador, encontram-se os ensinos ilusórios e prodígios de mentira do espiritismo. Disfarçado em anjo de luz, estende suas redes onde menos se espera. Se os homens tão-somente estudassem o Livro de Deus com fervorosa oração a fim de o poderem compreender, não seriam deixados em trevas, à mercê das doutrinas falsas. Mas, rejeitando eles a verdade, são presa da ilusão.”[1] Essas palavras, escritas no século 19, são uma descrição precisa da religiosidade brasileira. O ano de 2010 ficou marcado pelo lançamento de um dos principais filmes do cinema brasileiro de todos os tempos, “Chico Xavier”, que enaltece a figura do principal médium nascido em terras nacionais. Estima-se que mais de um milhão de espectadores passaram por salas de cinemas em todo o território nacional nos dez primeiros dias de exibição. [Leia mais]

Em torno da causa gay

Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia – isto é, hostilidade e ameaça física aos gays. A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! –, são irrelevantes. Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano. Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país. Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hetero.

O que se constata é que há duas coisas distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a confusão que envolve o tema. Uma coisa é o movimento gay, que busca criar espaço político, com suas ONGs e verbas públicas, ocupando áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se opção de conduta sexual representasse uma categoria social. Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém.

Se alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não seria, pois, necessário criar legislação própria.

Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma barbárie.

Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às religiões. Elas – e segue-as quem quer – avaliam, desde que existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura, intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade, etc.

E não é um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.

Assim como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou discriminação. A filosofia faz isso há milênios.

Crime seria incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito, que é exercido amplamente. O que não é possível é querer dar-lhe dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas, universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.

Mesmo a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da vida humana no planeta. Casamento é instituição concebida para organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos recíprocos, a geração e criação de filhos. Como aplicá-lo a outro tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio? Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.

Há dias, num artigo na Folha de S. Paulo, um líder de uma das muitas ONGs gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento cultural, que começaria já com a criança no ventre materno. Esqueceu-se de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que escrevia o artigo, existiria.

Portanto, a defesa de um direito que não está sendo contestado – a opção pelo homossexualismo – chegou ao paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.

(Ruy Fabiano é jornalista; publicado no Blog do Noblat)

Leia também: A provocação dos gays aos católicos

Tempestades solares e cometas batendo no Sol

Cientistas da NASA estão observando, com maior riqueza de detalhes, dois fenômenos astronômicos: as tempestades solares e os cometas “kamikazes”. Basicamente, o que se entende por tempestade solar leva o nome técnico de Ejeção de Massa Coronal (EMC – Coronal Mass Injection, em inglês), e é uma maciça explosão de plasma que lança partículas solares no espaço a uma velocidade espetacular. Os cometas “kamikazes”, por sua vez, são cometas que se chocam com o Sol. O mais impressionante nessas descobertas é a coincidência. Pela segunda vez em dez dias, um cometa se chocou com o Sol durante uma ejeção de massa coronal. A primeira ocasião foi nos dias 10 e 11 de maio e a seguinte nos dias 20 e 21. Ambos são fenômenos fascinantes (e raros), mas até agora os astrônomos não puderam comprovar se algum sofre influência do outro.

Ainda há muito que se investigar sobre o intrigante fenômeno das EMCs. A imagem da erupção solar é um espectro em forma de disco com intenso movimento em seu interior. O resultado desse feixe de luzes, na prática, é uma explosão de fogo que atira “pedaços” do Sol em direção ao espaço, em velocidades que podem ultrapassar 1,5 milhão de km/h.

Basicamente, as EMCs têm um impacto negativo e outro positivo. O fator ruim é que tamanha força exercida pelo Sol causa distúrbios nos campos magnéticos dos corpos celestes, o que atrapalha, por exemplo, a comunicação por satélites. Por outro lado, fornece um espetáculo de luzes sem igual na astronomia moderna.

(Hypescience)

domingo, junho 26, 2011

Na Parada Gay, homem prega juízo final em 2012

Dia 11 de dezembro de 2012, às 14h45. Nesse dia o planeta Vênus explodirá, acabando com a vida na Terra, de acordo com a previsão do motorista Danilo de Matos, 48 anos, que pregava neste domingo na Avenida Paulista, bem em frente ao parque Trianon, em plena Parada do Orgulho Gay. Em meio ao ruído ensurdecedor dos trios elétricos da festa, o religioso distribuiu um panfleto no qual divulga seus contatos de e-mail, Twitter, MSN e até o celular e recomenda estocar alimentos para a chegada do “armagedom”. “Isso aqui já era, a Terra vai ficar igual a Marte e lá em cima ninguém vai por a mão no fogo por ninguém!”, advertiu. Definindo-se como um pregador autônomo, nem católico nem evangélico, Danilo afirma que sua missão é “particular”. “Minha missão é particular e de amor ao próximo”, disse. Ele demonstrou patriotismo, afirmando que sua meta é que todos os 190 milhões de brasileiros alcancem o “Reino de Deus”. Disse ainda que um Estado da federação tem uma posição privilegiada em relação aos outros. “Minas Gerais é nossa arca da aliança.”

Questionado sobre sua presença em um evento de reivindicações do público LGBT, ele disse que não condena a relação homoafetiva porque “o pecado não existe”. “Isso foi criado pelo homem, que não entende os mecanismos de Deus para transmitir sua palavra e interpreta a Bíblia errado.” Entre as recomendações de seu panfleto, está a formação de estoques de alimentos não perecíveis como “arroz, feijão, óleo e leite em pó” em garrafas PET “vazias e limpas”.

O panfleto de Danilo descreve com detalhes como deverá ser o juízo final. De acordo com o texto, “a luz que sairá do núcleo do planeta Vênus cobrirá todo o Planeta Terra”, transformando a todos os justos em “seres celestiais e eternos”.

(Terra)

Nota: Pecado não existe e tudo o que temos que fazer para nos salvar é estocar alimento em garrafas pet! Você tem alguma dúvida a respeito de quem está por trás desse tipo de “pregação”? Falsos profetas são, eles também, um sinal do verdadeiro fim. E quanto mais ridícula for pintada a predição a respeito do fim do mundo, melhor para o inimigo de Deus que não quer que ninguém se prepare para esse evento definitivo (a volta de Jesus). Embora tudo indique que está próximo, o dia da segunda vinda é desconhecido e a única preparação para esse evento consiste em aceitar Jesus como Salvador pessoal e fazer a vontade dEle revelada na Bíblia Sagrada.[MB]

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Vinho aumenta risco de câncer de mama

Apenas meia taça de vinho ingerida diariamente aumenta a possibilidade de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo da Universidade de Oxford conduzido por um dos principais médicos britânicos da área. Ian Gilmore afirmou em entrevista ao jornal Daily Mail que 10 gramas de álcool diários aumentam em 10% o risco de câncer nas mulheres. A pesquisa foi realizada com mais de um milhão de mulheres e revela que a bebida alcoólica altera os níveis hormonais, podendo causar uma elevação da quantidade de células cancerígenas no organismo. Conforme o especialista, não existem níveis seguros para ingestão de álcool, mas o risco nas mulheres aumenta, ainda que o consumo esteja dentro do limite normalmente recomendado. [...] As taxas de câncer de mama têm subido nos últimos 30 anos e estima-se que uma em cada oito mulheres irá desenvolver a doença em algum momento de sua vida. O aumento dos casos tem sido atribuído em parte aos altos níveis de obesidade, tabagismo e alcoolismo.

(Donna)

Leia também: "Efeitos do álcool na sociedade e na mulher", "Álcool é mais prejudicial para a sociedade que drogas", "Álcool provoca mudanças no cérebro em seis minutos", "Álcool mata mais do que aids, tuberculose e violência" e "Consumir álcool causa câncer"

sexta-feira, junho 24, 2011

NASA promove plano de emergência para funcionários

A NASA divulgou em seu site dois vídeos no mínimo curiosos. Neles há dicas de preparo para uma eventual emergência ou catástrofe. A intenção é ajudar os funcionários a salvar suas respectivas famílias, e quem faz o apelo é o administrador Charles F. Bolden Jr. Segundo ele, a NASA é uma “família” que tem de se preparar para todo tipo de emergência. O segundo vídeo detalha a preparação de um plano de resgate da família, em caso de emergência local ou nacional. E diz: “Como membro da família NASA, você fará qualquer coisa para que seus entes queridos estejam seguros; preparará com eles um plano de segurança para ser usado em caso de emergência local ou nacional, quer esteja na NASA, em casa ou na estrada.” E sugere:

Antes da fuga: faça um inventário.

1. Para sair do escritório: tenha barras de cereais, água, medicamentos, sapatos confortáveis e algumas coisas que lhe permitam aguentar algum tempo.

2. Em casa: tenha um estoque para sete dias. Garrafas de água, comida fácil de preparar e outras coisas que você precise em caso de ruptura prolongada dos serviços públicos. Dê atenção extra para lanternas e pilhas, rádio portátil, aquecimento auxiliar e algo com que cozinhar os alimentos. Tenha ferramentas para consertos de emergência.

3. No carro: deve-se ter sempre pelo menos metade do tanque com combustível. Certifique-se de que os níveis de óleo estejam bons e a pressão dos pneus correta.

4. Kit de emergência portátil: deverá conter cobertores, jogos para as crianças, bastante água engarrafada e barras de cereais.

Planeje como entrar em contato com sua família, caso estejam separados. Desenvolva seus planos.

1. Tenha um contato fora do Estado em que você mora. Informações atuais e confiáveis não estarão necessariamente disponíveis, então, use seu bom senso para avaliar a situação e, quando possível, acompanhe as notícias na TV, rádio e internet.

2. Se for necessário abrigar-se em casa: (a) feche as portas, janelas e aberturas; (b) desligue ventiladores, ar condicionado e aquecimento; (c) leve seu saco de emergência e vá para uma peça fechada com tão poucas janelas quanto possível.

3. As circunstâncias podem fazer com que você tenha que deixar sua casa urgentemente:

- Escolha vários destinos em diferentes direções.
- Mas, primeiro, esteja pronto para se encontrar numa casa ou em outro lugar num local pré-determinado fora do seu bairro.
- Desligue a água e o gás.
- Tenha rotas de evacuação alternativas, especialmente se você não tiver carro; informe-se sobre outros meios de transporte.
- Leve seu saco de emergência e feche a porta à chave.
- Lembre-se de que o tanque de combustível deve estar pelo menos pela metade.
- Leve seus animais de estimação, mas lembre-se de que nos centros de acolhimento são aceitos apenas os animais de “serviço”.
- Ligue ou mande um e-mail para seu contato fora do Estado; dê-lhe seu destino e rota.

Você desenvolveu seu plano, está na hora de aplicá-lo.

Missão de Segurança – prepare-se: prepare a lista dos seus equipamentos de emergência. Confira o que você tem e compre o que precisa. Quando possível, pegue suplementos como pilhas; alguns itens essenciais poderão não estar disponíveis no seu local de destino. Não espere, vá às compras hoje. A segurança da sua família pode depender disso. É claro que nenhum plano funcionará se as pessoas não souberem seu papel: para onde vou, quem vou encontrar, etc. Garantir que todos saibam o que fazer em qualquer cenário.

Inicie – ponha o seu plano em prática: como os astronautas que reveem e repetem várias vezes o que devem fazer, você precisa praticar e ensaiar seu plano familiar até que se torne naturalmente familiarizado com ele. Para que todos estejam prontos, faça exercícios todos os meses. Se o inesperado acontecer, todos ficarão felizes por você ter pensado e planejado.

Então, lembre-se:

1. Antes da fuga – faça um inventário
2. Missão – desenvolver seus planos
3. Missão de segurança – prepare-se
4. Inicie – ponha seu plano em prática

Você se sentirá mais seguro, sabendo que fez o que pôde para que sua família e sua família da NASA estejam seguras.

(Fonte: www.nasa.gov)

Nota: Fiquei pensando cá com meus botões: O que esses caras sabem que a gente não sabe? Mas depois me tranquilizei pensando: eu sei de algo que parece que eles não sabem...[MB]

A punição eterna no inferno não existe

Edward William Fudge, autor de The Fire That Consumes: A Biblical and Historical Study of the Doctrine of Final Punishment (O Fogo Que Consome: Um Estudo Bíblico e Histórico da Doutrina da Punição Final), é um defensor da visão aniquilista [aniquilacionista] do inferno. Ele acredita que o inferno é real e que as pessoas são torturadas no inferno. Mas, diferentemente da visão tradicional, ele sustenta que a dor é temporária e que aqueles [que estarão] no inferno eventualmente cessarão de existir. “Isso tem a ver com o caráter de Deus e a maneira como as pessoas veem o caráter de Deus”, explicou Fudge para o The Christian Post na quarta-feira. “O Deus que ama o mundo tanto que deu Seu único filho para que os crentes não perecessem, mas tivessem a vida eterna vai então voltar e atirar bilhões deles dentro de algo que é como um lago de lava vulcânica e fazer assim de maneira que eles não morram, e que eles enfrentem isso para sempre. Isso não parece o Deus que eu conheço e vejo em Jesus Cristo”, afirmou ele.

O Fogo Que Consome, livro de 442 páginas com cerca de mil notas de rodapé, foi primeiramente lançado em 1982. O livro, que é considerado leitura obrigatória pelos teólogos e estudiosos do inferno, apenas marcou o lançamento de sua primeira edição há poucas semanas. Fudge, que é advogado e ex-ancião nas Igrejas de Cristo, diz que ele não leu o livro controverso de Rob Bell, O Amor Vence, e não vê necessidade para isso. Mas ele leu “sérias análises por pessoas de mente soberba” sobre o livro e diz que ele concorda com Bell em que a visão tradicional que um não salvo tem que ser sujeitado à tortura pela eternidade contradiz o entendimento de um Deus de amor.

Fudge afirma que dezenas de passagens na Bíblia sustentam sua posição de que a vida eterna é presente de Deus somente para os crentes. Em João 3:16, por exemplo, é dito que “todo aquele que nEle crê não perecerá mas terá vida eterna”. Esse versículo famoso somente promete a vida eterna para aqueles que acreditam em Jesus, mantém o defensor do [aniquilacionismo]. E em Romanos 6:23, o apóstolo Paulo diz que “o salário do pecado é a morte, mas o presente de Deus é a vida eterna”.

Todas as vezes em que a palavra imortalidade é usada no Novo Testamento em relação às pessoas, o estudioso diz, está sempre falando sobre os salvos, tal como 1Coríntios 15. “Isso (imortalidade) nunca é usado para os perdidos. Porque os seres humanos existem somente enquanto Deus lhes dá a vida. Se os ímpios crescem como não imortais… então não há nenhuma base na qual eles possam continuar a existir para sempre”, disse Fudge.

É importante para todo cristão pensar cuidadosamente sobre o que acontece no inferno, disse o respeitado autor, porque os crentes devem ensinar a Palavra de Deus corretamente. “Se pretendemos falar de Deus, precisamos ser bem cuidadosos e tentar ser precisos no que representamos sobre o que Deus está dizendo”, disse ele. “Acredito que a visão tradicional por si só é um terrível escândalo contra a natureza de Deus.”

Entre os estudiosos cristãos notáveis que também sustentam a mesma visão de Fudge sobre o inferno estão: F.F. Bruce, estudioso bíblico considerado um dos fundadores do entendimento evangélico moderno da Bíblia, e NT Wright, estudioso do Novo testamento e ex-bispo de Durham, na Igreja da Inglaterra, entre outros. John Stott, clérigo anglicano e líder do movimento evangélico mundial, pediu uma consideração dessa visão.

(Gospel Mais)

Nota: É bom que se saiba que não são apenas os adventistas e outros cristãos minoritários que defendem o aniquilacionismo. A verdade é que o dogma do inferno eterno é um mito (entre tantos outros) que acabou se infiltrando na igreja cristã e contaminando a teologia de muitas denominações. Confira aqui e aqui.[MB]

Leia também: "O inferno afasta de Deus"

Dica de leitura: Samuele Bacchiocchi, Imortalidade ou Ressurreição (Unaspress).

quinta-feira, junho 23, 2011

Toda a informação digital do mundo num cérebro

Segundo uma nova pesquisa, se fosse possível colocar todos os dados do mundo em CDs e empilhá-los, a pilha se estenderia da Terra para além da Lua. Esse e muitos outros dados e conclusões foram descobertos por Martin Hilbert e Priscila López, que assumiram a difícil tarefa de descobrir quanta informação está lá fora, e como seu armazenamento mudou com o tempo. Toda a infra-estrutura tecnológica do mundo tem uma capacidade incrível de armazenar e processar informações, que alcançou 295 exabytes em 2007 (um número com 20 zeros), um reflexo da transição mundial quase completa para a era digital. Hilbert e López pesquisaram mais de mil fontes e peneiraram através de 60 categorias incrivelmente completas de tecnologias analógicas e digitais, de papel e discos de vinil até discos Blu-ray. Ao todo, os pesquisadores dizem que o mundo poderia armazenar 295 trilhões de megabytes comprimidos; comunicar quase dois quatrilhões de megabytes, e realizar 6,4 trilhões de MIPS (milhões de instruções por segundo) em computadores de propósito geral.

Alguns dos resultados parecem óbvios, como o fato de a internet e redes de celular terem crescido bastante (28% ao ano), enquanto a TV e o rádio cresceram muito mais lentamente. Outros são mais surpreendentes, como a descoberta de que 75% da informação armazenada do mundo ainda estavam em formato analógico em 2000, principalmente sob a forma de cassetes de vídeo. Em 2007, 94% da informação do mundo era digital. [...]

Porém, eis uma informação que não tem comparação: no grande esquema de informação, esses números que parecem gigantes são apenas um “pontinho”. Eles são ainda menores do que o número de bits armazenados em todas as moléculas de DNA de um ser humano adulto solteiro. Por exemplo, as 6,4 x 1.018 instruções por segundo que a humanidade realizou em computadores de uso geral em 2007 estão na mesma área que a estimativa do número máximo de impulsos nervosos executados pelo cérebro humano em um segundo. Quem precisa de computador? [Pergunta melhor: Quem criou o cérebro que supera em muito o computador criado pelo homem?]

(Hypescience)

Leia também: "Cérebro supera computadores", "Cérebro tem mais conexões que todos os computadores", "Cérebro tem banda larga interna", "Cientistas tentam imitar design inteligente do cérebro" e "A complexidade do cérebro - design admitido"

Último desejo de um sem-teto desenganado

Uma comunidade inteira se reuniu para garantir a um sem-teto desenganado pelos médicos seu último pedido antes de morrer. Tudo o que Kevin McClain, de 57 anos, queria era se encontrar com sua cachorrinha Yurt, segundo o canal de televisão KCRG-TV. Durante anos, McClain morou dentro de um carro, em Cedar Rapids, nos Estados Unidos, com sua cadela de estimação. No entanto, mês passado, o sem-teto foi internado com câncer no pulmão. Os médicos disseram que ele teria apenas alguns dias de vida. Separada de seu dono, Yurt foi levada a um abrigo. Em poucos dias, a cachorrinha foi adotada por Kate Ungs. “Ela é cheia de energia e traz muito amor e energia para nossa casa”, disse a nova dona. Mas, mesmo internado, McClain ainda queria se despedir de sua companheira de tanto tempo. Ainda na ambulância, quando foi levado ao hospital, o sem-teto disse aos paramédicos que tinha uma cadela e que gostaria de vê-la.

Por sorte, um dos paramédicos, Jan Erceg, também era voluntário no abrigo de animais da cidade. Ele foi atrás de Yurt e achou a cadelinha na casa da família Ungs. “No momento que McClain abriu os olhos e viu a cachorrinha foi uma felicidade só. Ela lambeu os braços e o rosto dele”, contou Erceg. Poucos dias depois, McClain morreu e Yurt voltou a morar em sua casa nova. “Ela agora é parte da nossa família. Somos um grupo unido”, disse Eric Ungs.

(UOL Notícias)

Leia também: “Amigo animal”

quarta-feira, junho 22, 2011

Freud e Lewis diante da morte

Quando seu colega Ernest Jones perdeu a única filha, Freud escreveu-lhe uma carta dizendo: “Como fatalista incrédulo que sou, só posso mergulhar em um estado de resignação, quando encaro o horror da morte.” Ele lembrou Jones de que, quando seu neto Heinele morreu, ele mesmo havia perdido toda a vontade de viver: “Eu passei a ficar constantemente cansado da vida.” Freud parecia ser agudamente consciente da sua falta de recursos espirituais para persistir em tempos de crise. Depois da morte da filha Sophie, escreveu a um colega: “Não sei o que mais há para se dizer. Trata-se de um evento tão paralisante, que não se consegue pensar em mais nada depois, quando não se é um crente...” Freud se perguntava “quando é que virá a minha vez” e desejava que a sua vida terminasse rápido. [p. 227]

Freud encerra seu ensaio sobre guerra e morte com uma curiosa sugestão: “Se você quiser suportar a vida, prepare-se para a morte.” Freud se deu conta do que muitos psiquiatras já observavam fazia tempo: para viver plenamente, é preciso dar uma solução ao problema da morte. Se o deixarmos sem solução, gastamos energia demais em negá-lo, ou ficamos obcecados por ele. Freud não deixa dúvidas de como ele tratava o problema. Tornou-se obcecado pela morte, [além de] extraordinariamente temeroso e supersticioso em relação a ela. Freud sonhava o tempo todo com a morte. [p. 231, 232]

C. S. Lewis [em idade avançada e já viúvo] escreveu uma carta na tentativa de consolar uma pessoa gravemente doente: “Será que você não consegue encarar a morte como um amigo e libertador? Ela nada mais significa do que poder despir-se daquele corpo que a está atormentando: é como tirar um chapéu ou sair de um calabouço. O que há de assustador nisso?... Teria sido esse mundo tão bom para você, que você o deixe com tanta tristeza?” Lewis procura então confortá-la com palavras que revelam seus próprios pensamentos e sentimentos relativos à sua morte: “Há pela frente coisas melhores do que qualquer uma que deixamos para trás... Acredite, o Nosso Senhor não está lhe dizendo nada mais do que: ‘Paz, filhinha, paz. Relaxe. Deixe estar. Os braços sempiternos estão bem debaixo de você... Você confia tão pouco em Mim?’ É claro que este pode não ser o fim. Então faça um bom ensaio.” Lewis assinou essa carta com: “Seu (viajante cansado e, como você, perto do fim da jornada) Jack.” [p. 249]

Em junho de 1961, Lewis, que já sofria de males na próstata, teve uma obstrução urinária, infecção nos rins e acabou contraindo uma toxemia com sintomas cardíacos. Melhorou nos meses seguintes e continuou dando aulas, escrevendo e visitando os amigos. Em 15 de julho de 1963, Lewis teve um ataque cardíaco e entrou em coma. Recuperou-se, mas foi por pouco tempo, passando a viver de forma tranquila e feliz nos meses seguintes. A um amigo ele escreveu: “Recuperei-me de forma surpreendente de um longo coma, e quem sabe as orações incessantes dos meus amigos tenham provocado isso – mas aquela teria sido uma passagem bastante fácil, a ponto de eu lamentar o fato de a porta ter sido batida na minha cara... Quando você morrer... não deixe de me procurar... Tudo isso foi muito divertido – uma diversão solene –, não é mesmo?” [p. 249, 250]

Como Lewis ou qualquer outra pessoa poderia estar assim tão “preparado” para a morte, a ponto de encará-la não só com alegria, calma e paz interior, mas com uma expectativa da verdade? Não teria sido a sua visão de mundo que lhe fornecera os recursos necessários para tanto? Quem sabe possamos encontrar a resposta mais uma vez nas suas próprias palavras: “Se acreditamos de fato no que dizemos acreditar – se cremos que a nossa casa de fato não é aqui –, qual o problema em ter a expectativa da chegada?” [p. 252]

(Fonte: Armand M. Nicholi Jr., Deus em Questão – C. S. Lewis e Freud debatem Deus, amor, sexo e o sentido da vida. Ed. Ultimato)

Assista ao vídeo: “O que é a morte”

O supervulcão de Yellowstone

O vulcão que entrou em erupção no Chile causou problemas e prejuízos consideráveis com a liberação de tremenda quantidade de cinzas na atmosfera. Voos tiveram que ser cancelados até mesmo no outro lado do mundo e a pecuária sofreu grande impacto na Argentina, graças a inutilização do pasto que serve de alimento aos rebanhos. Um vulcão não muito grande fez tudo isso. Agora imagine do que seria capaz um supervulcão cuja cratera tem 90 quilômetros de extensão! Infelizmente, esse vulcão existe no subsolo do parque Yellowstone, localizado nos Estados de Wyoming, Idaho e Montana, EUA. Cientistas acreditam que uma possível erupção do supervulcão tem potencial para matar centenas de milhares de cidadãos norte-americanos e causar nevascas, mudanças climáticas e fome no mundo todo, com grande perda de recursos materiais e vidas.

Segundo matéria publicada no portal Terra alguns anos atrás, “o supervulcão de Yellowstone está subindo. Sua ‘caldeira’ [...] se ergueu em 18 centímetros entre julho de 2004 e o fim de 2006, o que representa uma média anual de 7 cm. [...] O ritmo de elevação vem sendo bem mais rápido do que o observado de 1923 até recentemente. [...] os pesquisadores se sentem divididos quanto à forma que uma eventual erupção poderia tomar: Correntes de magma ou projeção à atmosfera? [Segundo os pesquisadores, o supervulcão entrou em erupção no passado e] as detonações foram, respectivamente, 2,5 mil vezes, 280 vezes e mil vezes mais fortes que a devastadora erupção do Monte Saint Helens, em 1980, que causou 57 mortes e US$ 1 bilhão de prejuízo. [...] Para antecipar um evento que poderia ser catastrófico, o observatório vulcanológico de Yellowstone decidiu, em 2006, equipar o local com sistemas de observação e alerta mais aperfeiçoados, sob os termos de um programa que se estenderá até 2015.”

Está previsto no Apocalipse: “E ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a Terra; tal foi o terremoto, forte e grande” (Ap 16:18).

11º Seminário “A Filosofia das Origens”

Já estão abertas as inscrições para o 11º Seminário “A Filosofia das Origens”, que sertá realizado em Curitiba, entre 19 e 21 de agosto de 2011. O evento vai tecer considerações sobre as origens na perspectiva criacionista. O seminário é realizado pela Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) e conta com o apoio do Departamento de Educação da União Sul-Brasileira. Na relação de palestrantes estão nomes como Eduardo Lütz, pós-graduado em Física pela Universidade Friedrich-Alexander, Erlangen, Alemanha; Marcos Natal de Souza Costa, doutor em Geologia pela USP; Marcus Vinicius Coimbra, doutor em Microbiologia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Medical College of Virginia (Estados Unidos) e membro titular da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, a CTNBIO; Queila de Souza Garcia, doutora na área de Ecofisiologia Vegetal pela Unicamp; Márcia Oliveira de Paula, doutora em Microbiologia pela USP; Nahor Neves de Souza Júnior, doutor em Geologia pela USP e coordenador do Geoscience Research Institute no Brasil; Tarcísio da Silva Vieira, mestre em Química Orgânica pela Universidade de Brasília e professor no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Tocantins; Enézio de Almeida Filho, mestre em História da Ciência pela PUC-SP e coordenador do Núcleo Brasileiro de Design Inteligente.

Eles vão explorar eixos temáticos como “Origem do Magnetismo Terrestre”, “Origem das Mutações”, “Origem dos Fósseis”, “Origem da Vida”, “Origem do Universo”, “Origem das Plantas” e “Origem das Formações Geológicas”. Ao longo do seminário também serão lançadas publicações da SCB sobre assuntos afins.

As vagas são limitadas. As inscrições devem ser feitas pela internet, no site www.scb.org.br ou na página www.filosofiadasorigens.com.br. A programação terá lugar no auditório do Colégio Curitibano Adventista Bom Retiro, situado à rua Nilo Peçanha, 501.

(Portal Adventista)

Por uma ecologia aberta ao Transcendente

Neste artigo, a questão ecológica é abordada numa perspectiva pouco comum: a do niilismo moderno, entendido, em geral, como vida sem sentido e, em particular, como falta de um sentido último e transcendente para a vida. A falta de sentido estaria na raiz da falta de respeito e de amor à natureza. Pois, se a vida humana não tem sentido, como o teria a natureza? A crise ecológica seria, pois, um aspecto de uma crise mais ampla e mais profunda: a crise do sentido. Mas de onde provém a crise de sentido? Provém, no fundo, de uma visão secularista do mundo. A verdadeira saída se dá “por cima”: consiste em reconhecer a “criaturalidade” das coisas, enquanto dependentes do Criador e possuindo, por isso mesmo, um valor próprio, que o ser humano é chamado a respeitar e de que deve dar conta. A análise é de Clodovis M. Boff OSM, professor da Pontifícia Faculdade Marianum, de Roma, em artigo publicado na revista Perspectiva Teológica, nº 118, set/dez 2010, p. 343-362. Se você ainda duvida do ECOmenismo, leia o restante do artigo aqui.

Bruxelas sedia conferência sobre lei dominical

[Na segunda-feira, 20], a European Sunday Alliance (Aliança Europeia para o domingo - ESA) promoveu em Bruxelas, Bélgica, uma conferência sobre a proteção do domingo como jornada não laborável, sob o título “O valor agregado da sincronização do tempo livre”. A ESA é uma rede de alianças nacionais formadas por sindicatos, organizações da sociedade civil e comunidades religiosas, entre as quais também se encontram a Comissão dos Episcopados da Comunidade Europeia (COMECE) e a Conferência das Igrejas Europeias (KEK). Entre os temas tratados estão a segurança dos trabalhadores, o equilíbrio entre trabalho e vida profissional com a vida familiar, e a importância do fim de semana para a vida comunitária. Os organizadores assinalam que “o encontro procura informar os responsáveis políticos europeus sobre a importância de um tempo de qualidade sincronizado não só no aspecto cultural dentro do patrimônio europeu, mas também como um importante fator de construção da Europa social: uma UE consciente das exigências de seus cidadãos”.

“O movimento dominical está agora abrindo caminho nas trevas. Os líderes encobrem a verdadeira questão, e muitos que se unem ao movimento não percebem para onde propende a tendência oculta. Eles estão agindo como cegos. Não veem que se um governo protestante abandona os princípios que deles fizeram uma nação livre e independente, e, pela legislação, introduz na Constituição princípios que propaguem a falsidade e ilusão papal, eles estão se lançando nos horrores romanos da Idade Média” (Ellen White, Review and Herald Extra, 11 de dezembro de 1888).

“Muitos há, mesmo entre os que se empenham neste movimento em favor da imposição do domingo, que se acham cegos aos resultados que seguirão a essa ação. Não veem que golpeiam diretamente a liberdade religiosa. Muitos existem que jamais compreenderam as reivindicações do sábado bíblico e o falso fundamento sobre o qual repousa a instituição do domingo. [...] Os que se empenham em conseguir uma emenda à Constituição, para obter uma lei que imponha a observância do domingo, mal compreendem qual vai ser o resultado. Uma crise está iminente” (Ellen White, Testemunhos Seletos, v. 2, p. 318, 352).

(Evidências Proféticas)

Nota: O decreto dominical (praticamente o último sinal da iminência da volta de Jesus) será promulgado pelos Estados Unidos, mas essas iniciativas na Europa podem ser consideradas um “ensaio” desse ato final. Quando a lei for aprovada pelos norte-americanos, os europeus (e certamente a maioria das pessoas nos demais continentes) a acatarão facilmente. E o ECOmenismo está aí para fornecer uma razão lógica para aqueles que não querem nada com religião (portanto, receberão a marca da besta na mão – estude Apocalipse 13). Estes dias são solenes; devemos aproveitar a calmaria que antecede a tempestade; como diz o pastor Erton Köhler: "Jesus tem pressa de voltar."[MB]

Leia também: "Inception of European Sunday Alliance in Brussels"

terça-feira, junho 21, 2011

O problema da herança quantitativa ou poligenética

A seleção genética ou seleção de grupo é usada para explicar características altruístas; características que são prejudiciais para o indivíduo, mas benéficas para os outros. Um dos grandes evolucionistas do século 20, o marxista Stephen Jay Gould, aceitou a validade desses mecanismos, no entanto, criticou a seleção genética: “A seleção [natural] simplesmente não pode ver genes e escolhê-los diretamente. Ela usa corpos como intermediários. Um gene é um bocado de DNA escondido dentro de uma célula. A seleção vê corpos. Ela favorece alguns corpos porque são mais fortes, mais isolados, chegam mais cedo à maturidade sexual, mais ferozes em combate ou mais atrativos de se contemplar. [...] Centenas de genes contribuem para a construção da maioria das partes corporais e sua ação é canalizada através de uma série de influências ambientais caleidoscópicas. As partes não são traduzidas em genes, e a seleção não opera diretamente nas partes corporais. Ela aceita ou rejeita organismos inteiros porque conjuntos de partes, interagindo de formas complexas, conferem vantagem” (Gould, 1980, The Panda’s Thumb, p. 89, 90).

Stephen Gould tem objecções contra a seleção genética porque os traços corporais observáveis não são o resultado de apenas um gene atuando isoladamente, mas, sim, o resultado de centenas de genes agindo em unidade. Isso está correto da parte do evolucionista Gould, mas o que ele não se apercebeu é que o mesmo argumento pode ser usado contra toda a teoria da evolução.

Gould pôs o dedo na ferida de uma das maiores dificuldades da genética evolutiva: o problema dos muitos genes. A maioria dos traços físicos é determinada por vários genes. Esse fenómeno tem o nome de poligênica ou herança quantitativa. A disseminação desse fenômeno na biosfera é um problema grave para a mitologia neodarwinista.

Imagine uma nova característica benéfica que surge devido a uma combinação rara de cinco genes. Devido à reprodução sexual cada gene tem 50% de chance de vir a fazer parte da composição genética da descendência. Portanto, a característica que resultou dos cinco genes tem uma chance em 32 de ser herdada. Isso é uma probabilidade de 3%, e não os normais 50%, quando apenas um gene está envolvido.

Se uma fêmea tiver em média menos de 32 descendentes (o que é a norma entre os vertebrados superiores), então a característica poligênica desaparecerá rapidamente. É devido a isso que os traços corporais que envolvem muitos genes são embaraçosos para a teoria da evolução. Essa é a razão principal que leva os evolucionistas a dar explicações que envolvam apenas um gene. A “explicação” assume que uma característica ou traço equivale a um gene. Depois disso, eles “explicam” a origem desse traço como a origem desse gene singular. Esse tipo de “explicação” é mais simples de fazer, e é por isso que os evolucionistas a usam com frequência.

(Darwinismo)

Fumar maconha emburrece

Um recente estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) acaba de ratificar o que já havia sido objeto de pesquisa em outros países: o hábito de fumar maconha frequentemente, mesmo que em pouca quantidade, pode danificar seriamente a área do cérebro responsável pela memória. Por sua vez, [...] a chamada “corrente progressista” - são cerca de 190 milhões de usuários no mundo segundo a ONU - que luta pela legalização do cultivo, venda e consumo da maconha, acaba de sofrer um duro golpe. Nos EUA, a Califórnia, primeiro estado a oficializar o uso medicinal da cannabis em 1996, rejeitou, em referendo popular, tal proposta. Mesmo para uso medicinal o uso da maconha foi ainda rejeitado, pela corrente de conservadores, nos estados de Oregon e Dakota do Sul. Medida de bom senso contra uma droga, com seu componente psicoativo (tetrahidrocannabinol - THC), cada vez mais potente hoje - vide a maconha hidropônica - que nada tem de tão recreativo assim. [Leia mais]

Estresse é transmitido por gerações

Pais passam seus genes para filhos, que são iguais aos recebidos dos avós. Esse é o senso comum, mas, com o passar do tempo, o determinismo genético tem sido menos aplicado na medicina. Por outro lado, hábitos adquiridos e alterações causadas pelo ambiente são cada vez mais detectados. Comer muito fast food, fumar e levar uma vida estressante pode deixar marcas que serão carregadas por gerações. O organismo se adapta ao meio e isso é transmitido geneticamente para os descendentes. E não é só em questões físicas, mas também em predisposições genéticas para doenças, como o diabetes e o câncer, e suscetibilidade ao estresse. A epigenética, como é conhecido esse fenômeno, foi um dos temas do 7º Congresso Brasileiro Cérebro, Comportamento e Emoções, [de] 15 a 18 de junho, em Gramado, RS. “O DNA de uma pessoa é sempre o mesmo, mas ele possui marcadores que levam à diferenciação celular, por exemplo, o que indica que uma célula vira pele e outra, neurônio. E o ambiente também influência a expressão genômica”, explica o psiquiatra Marcelo Allevato. Os tais marcadores indicam ainda características comportamentais e cognitivas. [Leia mais]

Daniel 7 - Termina na bandeirada

Os fãs do automobilismo por todo o Brasil anteviam seu triunfo com certa nostalgia, vendo no jovem de 27 anos a esperança de um novo período de conquistas sobre quatro rodas; uma era como fora a de Ayrton Senna, que emocionou o País. E já tendo cruzado a linha de chegada com sua potente Ferrari, Felipe Massa aguardava o fim da prova que o consagraria campeão mundial da Fórmula 1 – e justamente em Interlagos, durante o Grande Prêmio do Brasil. Seria um presente inesquecível para a torcida verde e amarela. Seria. Em pleno 2 de novembro de 2008, Dia de Finados, foram as esperanças de Massa que acabaram sepultadas no autódromo. Para sagrar-se campeão, o piloto brasileiro tinha a obrigação de vencer a prova e torcer para que seu rival, o inglês Lewis Hamilton, chegasse em 6º lugar. Entretanto, na última volta, Hamilton ultrapassou o carro de Timo Glock, piloto da equipe Toyota, chegando assim em 5º lugar e marcando um ponto a mais que Felipe Massa. Naquele domingo, Lewis Hamilton competentemente tirou das mãos de Massa uma vitória que mesmo o mais amargurado pessimista daria como certa.

Apesar de perder o título na última volta, Felipe Massa, minutos após o término da corrida, falou que aquele fora um “dia sensacional”, completando em seguida: “Lógico que as coisas mudarem na última curva era um pouco... não era esperado; acho que mostra que a corrida acaba na bandeirada.”

Vamos aproveitar essa valiosa lição vinda da Fórmula 1 para refletir em algo mais sério. Pare e pense a respeito das condições do mundo: a corrupção na política que é deixada impune; a violência nos lares ganhando espaço nos telejornais; a imoralidade oferecida como produto pelos grandes portais na internet... Se existe um conflito entre o bem e o mal, quem parece estar ganhando? Tudo nos leva a crer que a vitória do mal está assegurada. Mas, por favor, espere mais um pouco – espere até chegarmos à última bandeirada. Porque, à semelhança da temporada de 2008 da Fórmula 1, o triunfo do bem (que foi definitivamente alcançado na cruz do Calvário) será visível para todos na última prova, na última bandeirada.

Daniel 7 é uma confirmação disso. Para que você e eu tenhamos certeza de que Deus está no controle absoluto da História, o Espírito Santo nos deixou essa profecia. Muito do que você já viu em Daniel capítulo 2 se repete agora. Isso nos dá a oportunidade de rever o que já aprendemos e expandir ainda mais nossa compreensão.

No capítulo 2, Daniel ora para compreender o sonho do rei Nabucodonosor. O profeta se inteira, então, tanto do sonho como de seu significado. Na presença do rei de Babilônia, Daniel apresenta o “pacote completo”: sonho mais interpretação. Você lembra?

No capítulo 7, é Daniel quem tem um sonho. Em lugar de estátua, surge um desfile de animais estranhos. Cada animal corresponde a uma parte da estátua, representando os mesmos reinos conhecidos desde o segundo capítulo do livro de Daniel.

Em Daniel 7, vemos o primeiro dos animais – um leão com duas asas – representar o reino da Babilônia, assim como a cabeça de ouro; em seguida, surge um urso manco, que, da mesma forma que o peito de prata, simboliza a Medo-Pérsia, império que sucederia Babilônia; o terceiro reino é a Grécia, que em Daniel 2 aparece como o quadril de bronze, enquanto no capítulo 7 é prefigurado por um leopardo com sete asas e quatro cabeças (as asas indicam a velocidade das conquistas de Alexandre, o Grande, e as quatro cabeças, a divisão do império após a morte de Alexandre entre seus quatro generais: Lisímaco, Cassandro, Ptolomeu e Seleuco); finalmente, temos Roma, antes sob o símbolo das pernas de ferro (Daniel 2) e agora presente na forma do animal terrível e espantoso, com dentes também de ferro (Daniel 7).

O foco de Daniel 7 se torna a perseguição contra o povo de Deus durante as duas fases do último reino (Roma). Diversos imperadores romanos ordenaram que os seguidores de Jesus fossem perseguidos, torturados e, caso se recusassem a abrir mão de sua fé, que fossem mortos de forma humilhante (em muitos casos, por crucificação). Geralmente, a perseguição aos cristãos durante o reinado de Diocleciano (entre os anos 303 a 313 d.C.) é citada como uma das mais drásticas.

Mas o poder romano apresentaria uma segunda fase. Por isso, o quarto animal, terrível e espantoso, se subdivide em dez reinos (chifres), representando a divisão que se seguiu no território romano com a invasão dos povos bárbaros (o que ocasionou a origem da moderna Europa Ocidental). Por essa época, surgiria um novo poder, reunindo a mesma autoridade política do Império Romano, com o acréscimo da autoridade religiosa.

O novo poder, caracterizado como uma ponta pequena, iria (a) falar contra Deus (isto é, blasfemar), (b) perseguir os cristãos fiéis aos princípios da fé evangélica, (c) mudar o único mandamento que trata de um tempo específico (isto é, o quarto, que manda separar o dia de sábado para adorarmos ao Criador) e (d) perseguir o povo cristão por um período de 1.260 anos. Com uma descrição tão exata da atuação da ponta pequena (Dn 7:25), e entendendo que seu surgimento ocorreria no contexto europeu (v. 24), fica fácil entender qual entidade ela representa: a ponta pequena é um símbolo da Igreja Romana, herdeira da autoridade do Império Romano, bem como de seu ódio pelos cristãos que tinham apenas na Bíblia sua fonte de autoridade espiritual.

Aparentemente, o mal triunfou. Durante 1.260 anos, a Igreja Romana perseguiu cristãos, mandou e desmandou em reis e ditou as regras no Ocidente. Mas, lembre-se, ninguém vence até ser dada a bandeirada! Deus deu um basta nos abusos satânicos. Para refrear o mal e garantir a recompensa dos filhos do Reino, foi instalado um tribunal – um tribunal celestial (Dn 7:9-10, 26-27). O tribunal é o meio divino para alcançar a vitória.

Não precisamos nos desesperar em face de violência, imoralidade, impunidade, guerras e demais problemas modernos. O nosso Senhor Jesus, que Se assentou em Seu tribunal, diante do Pai, completará o julgamento e virá nos resgatar. Ele tem nos reservado um reino eterno. Ali, o mal será menos do que a lembrança de um competidor vencido na última volta.

(Douglas Reis é pastor e professor na Escola Adventista de São Francisco do Sul, SC)

Pense e discuta:

1. O que podemos fazer para evitar que o mal presente na sociedade diminua a esperança dos cristãos? Dê exemplos práticos.
2. No fim do capítulo 7, Daniel confessa que reteve no coração as palavras da profecia (Dn 7:28). Quais atitudes você pode tomar a fim de manter em sua mente o que aprende com as profecias?
3. Escreva numa folha pelo menos três verdades que vimos no capítulo 7 de Daniel que podem aumentar sua fé diante dos desafios do dia a dia.
4. “Sejam também pacientes e fortaleçam o seu coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg 5:8). De que maneiras a profecia de Daniel 7 nos revela que Jesus está próximo de voltar?
5. Pense de que forma você poderia compartilhar a mensagem de Daniel 7 com um amigo não-adventista durante esta semana.

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segunda-feira, junho 20, 2011

Cristãos são menos propensos à superstição

Logan Gage escreveu um artigo intitulado “Which secular superstition do you believe?” (Em qual das superstições seculares você acredita?). Nesse artigo Gage questiona: “[Quem] é mais propenso a acreditar em superstições imaginativas nos dias correntes, o religioso ou o secular?” E ele responde:”Rodney Stark, um respeitado estudioso do Institute for Studies of Religion (Universidade de Baylor), publicou um estudo com o título ‘What Americans Really Believe’. A equipe de Stark comissionou a Organização Gallup para questionar os americanos em assuntos relacionados com religião […] A Gallup fez perguntas relativas a crenças como o Big Foot e o monstro de Loch Ness, Atlântida, casas assombradas e astrologia. Os pesquisadores de Baylor trabalharam os resultados em união, produzindo um index em relação à crença no paranormal.Mollie Ziegler Hemingway reportou os resultados no The Wall Street Journal: ‘Enquanto 31% das pessoas que nunca vão a casas de oração demonstraram crença nessas coisas [Big Foot, monstro de Loch Ness, Atlântida, casas assombradas, astrologia, etc.], apenas 8% das pessoas que frequentam casas de oração mais do que uma vez por semana acreditam nessas coisas.’ De fato, quanto mais tradicional e evangélico fosse o inquirido, menos suscetível ele era de acreditar, por exemplo, na possibilidade de se comunicar com os mortos.”

Gage nota ainda: “Presentemente, muitos historiadores não religiosos compreendem que, longe de perpetuar superstições antigas, a tradição judaico-cristã constituiu uma quebra com o pensamento pagão. Essa tradição postulou uma única mente racional [Deus] por trás do Universo, em vez de atribuir a origem do Universo a uma miríade de espíritos irracionais. Essa mudança foi crucial para o surgimento da ciência atual. Não é por acaso que a ciência experimental surgiu no Ocidente, onde a ideia da inteligibilidade da natureza ganhou raízes, uma vez que faz sentido procurarem-se leis ordenadas na natureza, se o Universo é o resultado de um Criador racional.”

E Cage conclui: “A questão existencial com a qual a ciência se depara hoje é se ela pode sobreviver a um clima intelectual dominado pela superstição materialista.”

(The Examiner, via Darwinismo)

Situação da dívida americana é muito complicada

A nuvem da economia ronda o mundo. O medo de um calote histórico. Não é exatamente um vulcão, mas parece. A dívida dos Estados Unidos é uma situação complicada. É uma dívida que sempre teve muita confiança do mundo, tanto que os juros são baixinhos, mas ela está chegando a um limite máximo. O governo pediu ao Congresso o direito de elevar o nível de endividamento e o Congresso não concordou, e, se o Congresso não concorda, eles têm que fazer uma breve moratória. Imagina a dívida do maior país do mundo fazendo moratória. [Na terça-feira passada], Obama e o presidente do Banco Central falaram sobre o assunto. Eles estão apavorados e esperam que todo mundo seja sensato. Falando em calote, a Grécia está no pior nível de classificação de risco da dívida que se pode ter. A situação é complicadíssima. A população fez manifestações [na] quarta (15). Eles precisam fazer um ajuste fiscal monstro e fazer privatizações para pagar a dívida. O que a Alemanha está dizendo é que os bancos têm que pagar uma parte dessa conta e não apenas o povo grego. Eles estão com classificação de risco de dívida CCC, que é o pior nível. O que se pede à Grécia é impossível de ser cumprido e por isso eles estão tão furiosos.

(Miriam Leitão, Bom Dia Brasil)

Nota: Conforme lembra o jornalista Ruben Dargã Holdorf, Ellen White, há mais de um século, já comentava esse caso de crise econômica dos EUA pouco antes das mudanças legislativas no país e, por extensão, no mundo. Primeiro foi o calote das imobiliárias, depois o desemprego somado ao caos na educação superior; em seguida, a probabilidade de calote no mundo. No livro Eventos Finais, páginas 133 e 134, está escrito: “A apostasia nacional será seguida de ruína nacional.”