segunda-feira, dezembro 10, 2012

“Gays são nojentos. A maioria deles tem aids”

Antes que a Gaystapo apareça com suas turbas enlouquecidas, com foices e marretas anti-“homofobia” contra mim, quem disse que os “gays são nojentos” e que “a maioria deles tem aids” foi a atriz Paris Hilton. O site homossexual “A Capa” disse: “De acordo com o site TMZ, um taxista gravou uma conversa que Paris teve com um amigo ao telefone enquanto andava no seu táxi em Nova York. Durante o papo, Paris disse: ‘Os gays são as pessoas mais taradas do mundo... eles são nojentos. A maioria deles tem aids. Eu teria medo se fosse gay... você iria gostar de morrer de AIDS?!’”

A atitude da atriz não foi diferente do comportamento da maioria da população americana, que igualmente sente aversão das práticas homossexuais. Mas, por causa do agressivo bullying da mídia, as pessoas não falam o que pensam diante das câmaras.

Quando os jornalistas estão por perto, as pessoas, inclusive Paris Hilton, dizem que apoiam a agenda gay. Recentemente, diante das câmaras, a atriz fez questão de posar ostentando um cartaz dizendo “Stop Homophobia” (Detenham a Homofobia). Mas longe do bullying midiático, a atriz não precisou ser hipócrita. Ela falou no que crê.

No Brasil, não é diferente. Um instituto de pesquisa ligado ao PT disse que 99% dos brasileiros são “homofóbicos”, isto é, não aceitam as práticas homossexuais. Mas, se fossemos acreditar na mídia, pareceria que 99% dos cidadãos brasileiros apoiam de coração quando jornalistas mentirosos dizem que o homossexualismo não é nojento nem prejudicial ou quando dizem que a aids tem pouco a ver com as práticas homossexuais.

Se é de mentira que a mídia gosta, a população vai sempre satisfazer seu gosto.

(Julio Severo, Gospel Prime)

Nota: Não canso de repetir: o cristão não tem o direito de condenar ninguém, uma vez que obedece ao Deus que condena o pecado, mas quer salvar o pecador. Assim, o cristão deve amar o pecador e condenar aquilo que escraviza o ser humano. Condenam-se as drogas, não os toxicômanos; o cigarro, não os fumantes; o homossexualismo, não os homossexuais. Ser contra o estilo de vida homossexual não é ser “homofóbico”, assim como ser contra o tabagismo não é ser “fumanteofóbico”. Tolher o direito de qualquer um expressar suas crenças e criticar esse ou aquele estilo de vida, isso sim é danoso para a democracia e a vida em sociedade. Devemos defender o direito que cada um tem de levar a vida que quiser (desde que isso não atente contra a vida, a segurança, o bem-estar e a liberdade de outros seres humanos, evidentemente), mas precisamos, também, ter assegurado o direito de não concordar publicamente com esse ou aquele estilo de vida.[MB]

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