sexta-feira, novembro 30, 2012

Único gene mantém embrião vivo

Pesquisadores descobriram que o Arih2, um gene envolvido no processo de manter um embrião vivo, também tem importante papel na atuação do sistema imunológico. Segundo esses especialistas, quando esse gene é desativado, a resposta imune do corpo aumenta. Isso pode, por um lado, ajudar a combater doenças que atacam o sistema imunológico, como a aids, mas também desencadear condições autoimunes (quando o sistema de defesa ataca o próprio corpo), como a artrite reumatoide. Os achados, publicados nesta segunda-feira na revista Nature Immunology, portanto, podem fazer com que esse gene se torne alvo para tratamentos contra esses dois tipos de doença.

O estudo, desenvolvido no Instituto de Pesquisa Médica Walter and Eliza Hall, na Austrália, foi feito com camundongos. Os pesquisadores, que já desconfiavam do papel do Arih2 sobre o sistema imunológico, primeiro retiraram esse gene dos embriões dos animais e observaram que eles morreram em seguida. Isso confirmou que uma deficiência nesse gene resulta na morte embrionária. “Nós não compreendemos completamente o motivo pelo qual a deficiência no gene Arih2 provoca a morte embrionária. Acreditamos que a causa mais provável seja a morte de um grande número de células do fígado do embrião que ocorre com a resposta inflamatória gerada por essa deficiência”, disse Marc Pellegrini, coordenador do estudo, ao site de Veja

Depois, a equipe removeu o mesmo gene de camundongos adultos. Sem o gene, o sistema imunológico desses animais foi impulsionado por um curto período de tempo (seis semanas), mas depois passou a ser tão ativo que começou a atacar células saudáveis dos roedores – o que acontece quando existe uma doença autoimune. “É como um acelerador. Nas doenças infecciosas, você quer frear esse gene e, no caso de doenças autoimunes, você quer acelerar a sua ação com o objetivo de parar a resposta imune”, diz Pellegrini.

Embora a pesquisa tenha sido feita com camundongos, os autores acreditam que o gene Arih2 tem potencial para se tornar alvo para tratar e, eventualmente, combater doenças em humanos que, hoje, são incuráveis.

(Veja)

Nota: Se apenas um gene tem a capacidade de evitar a morte de embriões e, na vida adulta, regular a resposta imune, fica no ar outra pergunta de complexidade irredutível: Até que esse gene “evoluísse”, como “se viravam” os seres vivos que dele dependem? Sem esse gene, o primeiro embrião teria morrido. E agora?[MB]

Leia também: "Deus Se revela" (especialmente a parte relacionada ao gene homeobox)

O estranho em nossa família

Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade. Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com esse encantador personagem e, em seguida, o convidou a viver com nossa família. O estranho aceitou e, desde então, tem estado conosco.

Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial para ele. Meus pais eram instrutores complementares: minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer. Mas o estranho era nosso narrador. Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias. Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência. Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro! Levou minha família ao primeiro jogo de futebol. Fazia-me rir, e me fazia chorar.

O estranho nunca parava de falar, mas meu pai não se importava. Às vezes, minha mãe se levantava cedo e, calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que ele tinha a dizer, só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez para que o estranho fosse embora.)

Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las. As blasfêmias e os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa, nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo usava sem problemas sua linguagem inapropriada que, às vezes, queimava meus ouvidos e fazia meu pai se retorcer e minha mãe ruborizar.

Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente. Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.

Falava livremente (talvez demasiadamente) sobre sexo. Seus comentários eram, às vezes, evidentes; outra,s sugestivos, e geralmente vergonhosos.

Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pelo estranho.

Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso dos valores de meus pais; mesmo assim, permaneceu em nosso lar.

Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era no princípio. Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...

Seu nome? Nós o chamamos televisor...

Obs.: Agora esse televisor tem uma esposa que se chama computador, e um filho que se chama celular! Devemos ter muito cuidado com esses dois novatos, já que o primeiro foi a lareira da sala de visitas de nossa vida, na qual queimamos nossas raízes.

(Texto recebido por e-mail; autor desconhecido)

Facebook pede desculpas por fazer o que é certo

Nesta segunda-feira (26), bombou na internet uma história que envolvia o Facebook e uma foto ambígua. Essa aí [ao lado]. A rede social bloqueou a imagem por ter imaginado que, em vez do cotovelo, o que aparece sem roupa na banheira são os seios da moça. Fotos de pessoas nuas não são permitidas na rede, pois violam as regras de uso do site. A publicação da foto acima, porém, foi proposital, para testar a capacidade do Facebook de distinguir um seio de verdade de um de mentira. E, sim, eles caíram. A ideia foi do site “Theories of the Deep Understanding of Things”, que depois publicou um print de um e-mail enviado pelo Facebook pedindo desculpas pelo bloqueio. Sim, eles pediram desculpas! “Nunca recebemos nenhum e-mail como este aqui. É bom saber que toneladas de exposição na mídia podem realmente deixar o Facebook mais sensível, ou talvez um pouco mais preocupado”, escreveu o site em seu perfil na rede social.


Nota: O mundo está tão podre (ou torto) que pessoas e instituições se veem obrigadas a pedir desculpas por terem feito o que é certo. Se houvesse maior vigilância dos provedores de internet com as obscenidades expostas livremente ali, certamente haveria menos pessoas viciadas em pornografia e menos relacionamentos prejudicados em nome de uma falsa “liberdade de expressão”. Desta vez, parabéns ao Facebook. Desta vez e por causa disso, nem precisava pedir desculpas.[MB]

quinta-feira, novembro 29, 2012

Um conto de liberdade

“Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-la.” Françoise Voltaire

Era uma vez um garotinho que, sem querer, ficou famoso. Hollywood, de repente, era o lugar que podia chamar de “casa”. Talentoso, não demorou muito para ganhar dinheiro com a fama, e não havia nada ao alcance de sua imaginação que não pudesse alcançar com as mãos. Seus pezinhos logo se acostumaram aos tapetes vermelhos e ao glamour das luxuosas festas das celebridades.

O tempo passou e o garotinho cresceu. Os aplausos e as dezenas de guitarras empoeiradas no quarto não mais preenchiam seu tempo e seu coração. Em casa, seus pais viviam um inferno, e tudo o que ele queira era ficar longe de lá. Tornou-se amigo do álcool. Depois do tabaco. Maconha. E, por fim, cocaína. Na rua, o menino prodígio do show business não era mais reconhecido pelas pessoas. E quando era, preferia que fosse invisível. Percebia a repulsa naqueles olhares, e quase podia ler seus pensamentos: “Como ele chegou a esse ponto?”

Seu nome? Macaulay Culkin. Mas, com as devidas adaptações, esta poderia ser a história de Lindsay (Lohan), Amy (Winehouse), Britney (Spears), Heath (Ledger), Haley (Joel Osment), e tantos outros jovens talentos que não sobreviveram à televisão ou ao cinema.

Acontece que, entre tantos roteiros trágicos e previsíveis, um ator “atrevido”, aos 19 anos, abandonou os scripts tradicionais e resolveu criar seu próprio texto. Antevendo o que o destino lhe reservava, decidiu mudar a rota do show. “Ficou louco! Está sendo manipulado por uma igreja em busca de sua fortuna!”, é o que estão dizendo dele por aí. “Porque, certo mesmo, seria acabar-se como todos os seus iguais e morrer jovem, só para deixar um breve registro biográfico na Wikipedia, que, daqui a alguns dias, ninguém vai ler”, é o que eu vejo nas entrelinhas desse discurso dos “livres da religião”.

É engraçado como a provável (ou possível?) saída de Angus T. Jones do seriado “Two and a Half Men”, motivada por sua crença religiosa, cause tanta polêmica. Mas não faz mais de dois anos que o protagonista da série, o ator veterano Charlie Sheen, notório dependente químico, deixou o programa (inspirado e idealizado nele, diga-se de passagem) em virtude de problemas decorrentes do abuso de álcool, drogas e prostituição. Se Angus deixasse o seriado em circunstâncias semelhantes às de seu colega de trabalho, será que o público aceitaria a decisão com uma atitude menos agressiva? Seria mais aceitável o fim de uma carreira hollywoodiana em virtude da cocaína, em lugar da Bíblia?

A decisão de Jones, para os mais desavisados, pode parecer ilógica ou irracional, mas um olhar mais atento sobre o vídeo em que ele conta seu testemunho será capaz de revelar que sua longa busca espiritual (ele costumava ir a três ou quatro cultos por domingo), à procura de um lugar que preenchesse o vazio em sua alma – que nem a maconha, que ele admite ter usado, foi capaz de suprir – só terminou quando ele entrou em uma igreja adventista do sétimo dia.

Ali, diferentemente do que muitos pensam (talvez por ignorância e desinformação), não houve interesse pela fortuna de Angus. Essa igreja não precisa do dinheiro de seus crentes. Ela já existe há mais de cem anos e se tornou a religião cristã que mais cresce no mundo em número de membros, sem o dízimo de nenhum milionário. Nenhum pastor adventista tornou-se mais rico ou pôde trocar de carro simplesmente porque o “Jake” de “Two and a Half Men” agora faz parte da comunidade. Na verdade, e para ser bem sincera, o único proveito que essa igreja poderá usufruir com a confissão espiritual desse ator é a influência que ele poderá exercer (e já está fazendo) sobre pessoas a quem a maioria de nós nunca teria acesso. A repercussão do discurso desse garoto e a coragem que ele teve de colocar em risco sua carreira e reputação valem muito mais do que seus milhares de dólares.

Por falar nisso, é interessante perceber que a mãe dele esteja, agora, preocupada com a possibilidade de Angus ser explorado por essa igreja. Afinal, utilizar o talento de uma criança a partir dos quatro anos de idade, submetendo-o ao estresse do ritmo da televisão, tolhendo-lhe a infância, a fim de fazer fortuna, não é exploração?

Ao analisar todos esses fatos, percebo como é espantoso o poder do preconceito. A sociedade impõe mudanças culturais e sociais todos os dias, e nos dá, como única opção, aceitá-las, sob o pretexto do fim da discriminação e da afirmação do direito inerente a todos os seres humanos, de exercer livremente suas escolhas, sem ser incomodado ou questionado quanto a elas. Ocorre que, no tocante ao direito à liberdade de crença, não se opera a mesma lógica. Opor-se ao senso comum e acreditar no sobrenatural, esperar pela restauração deste planeta e crer que a esperança para o futuro encontra-se tão somente no homem-Deus Jesus Cristo e na morte dEle na cruz, é ser alienado, “fraco”, manipulado, ou vítima de uma “lavagem cerebral”.

Portanto, se é para ser assim, muito prazer, meu nome é Loucura!

“Porque a loucura de Deus é mais sábia do que a sabedoria humana, e a fraqueza de Deus é mais forte do que a força do homem” (1Co 1:25).

(Bruna Mateus Rabelo dos Reis é advogada especialista em Direito Civil, bacharel em Direito pela Universidade Federal de Goiás; texto escrito com exclusividade para o blog www.criacionismo.com.br)

quarta-feira, novembro 28, 2012

Dia de oração e jejum por adventistas presos em Togo

O pastor Antonio Monteiro e o membro da igreja Bruno Amah estão detidos há oito meses em Togo, mesmo sem evidências de culpa. O pastor Monteiro é de Cabo Verde e foi preso sob falsas acusações de feitiçaria. O homem que o acusou foi declarado mentalmente instável e psicopata, pelo o médico forense. Com exceção do “testemunho” desse indivíduo, não existe absolutamente nada que incrimine o pastor. Até mesmo o juiz do caso falou que o dossiê está vazio, mas ele alega ter as mãos atadas para liberar o pastor. O presidente de Cabo Verde se encontrou com o presidente do Togo e pediu a liberação do pastor. Mas até hoje nada foi feito.

O presidente mundial da Igreja Adventista, pastor Ted Wilson, esteve em Togo há algumas semanas, mas o presidente togolês não o recebeu, apesar do pedido oficial da Igreja. O pastor Wilson visitou o pastor Monteiro na prisão e, ao voltar à sede mundial da Igreja, nos Estados Unidos, fez um apelo mundial para que 1º de dezembro seja um dia de oração e jejum em favor da liberdade dos dois adventistas.

O que você pode fazer:

1. Programe-se para orar e jejuar no dia 1º de dezembro de 2012.
2. Clique aqui e assine a Petição. Precisamos de 500 mil assinaturas na Petição, por isso, divulgue essa campanha entre seus amigos e familiares.

- No Facebook, utilize os banners que estão disponíveis em nossa página do Pinterest.
- No Twitter, utilize a hashtag #Pray4Togo.

Mais informações aqui e aqui.

Confira também este evento criado no Facebook e assista ao vídeo abaixo, apresentado pelo Pr. Erton Köhler.

Terremoto em Rondônia assusta moradores

O Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB) registrou um tremor de magnitude 4,7 pontos na Escala Richter, ao norte de Ariquemes (RO), às 18h deste domingo (25). Segundo o analista de sinal sísmico do Observatório Sismológico da UnB, Iago dos Santos, o epicentro ocorreu no próprio município. A Escala Richter vai até dez pontos. “As placas tectônicas se chocaram a cerca de 700 quilômetros de profundidade do epicentro, que aconteceu ao norte de Ariquemes. Pelo choque das placas ter sido profundo, o abalo foi sentido com pouco impacto e por pouco tempo”, explica o analista de sinal sísmico. 

A autônoma Tayani de Freitas, de 25 anos, moradora do setor dois descreve que estava no computador quando sentiu o tremor, que durou cerca de 15 segundos. “Ouvi os copos de vidro baterem e minha reação foi pegar meu bebê de quatro meses e correr para fora de casa. Fiquei muito nervosa e com medo. Quando acabou, meu marido e eu ligamos para nossos familiares, que também sentiram o tremor”, conta.

No setor cinco da cidade, o funcionário público Renato Nunes, de 26 anos, conta que estava em casa, quando sentiu o fenômeno. “Estava andando pelo meio da casa, quando de repente senti vibrar. Na hora achei que fosse uma daquelas máquinas compactadoras de asfalto, mas logo em seguida, saí e percebi que a casa dos fundos, que é velha e de madeira, estava tremendo e fazendo barulhos”, relata.

O soldado do Corpo de Bombeiros Fabio Osmir afirma que a unidade recebeu dezenas de ligações perguntando os motivos do tremor, mas que somente uma pessoa informou danos materiais. “Muitas pessoas ligaram e relataram o tremor, e queriam saber o que tinha acontecido. Uma das pessoas relatou uma pequena rachadura no muro de casa, mas disse que não precisava de atendimento”, diz.

terça-feira, novembro 27, 2012

Mãe de ator teme que ele seja explorado por igreja

A mãe do ator Angus T. Jones, o Jake da série “Two and a Half Men”, afirmou ao tabloide inglês Daily Mail que o jovem de 19 anos está sendo explorado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia. Em um vídeo divulgado esta semana, Angus aparece dizendo que a série da qual faz parte é “suja” e pede que os espectadores parem de vê-la. “Se você assiste ‘Two and a Half Men’, por favor, pare de assistir. Eu estou em ‘Two and a Half Men’ e não quero estar. Por favor, parem de assistir e de encher suas cabeças com sujeira”, diz o ator em um depoimento ao “Forerunner Chronicles”, programa ligado à Igreja Adventista. Carey Jones, 42, afirmou ao Daily Mail que está preocupada com seu filho. “Estou preocupada que ele esteja sendo explorado pela igreja”, explicou, recusando-se a dar mais detalhes.

Angus, que participa da série desde os nove anos, ganha 350 mil dólares por episódio.

Os produtores de “Two and a Half Men” ainda não comentaram o caso e não se sabe se Angus tentou demitir-se do programa.

Segundo informações do The Hollywood Reporter, o ator não vai aparecer nos dois últimos episódios da série que serão filmados este ano, antes da pausa para as festas. No entanto, fontes disseram ao site que a ausência de Angus não tem nada a ver com os vídeos e que os produtores de “Two and a Half Men” ainda não conversaram com ele.

Angus começou a frequentar a Igreja Adventista do Sétimo Dia em Los Angeles este ano.

(UOL)

Nota 1: É só alguém famoso abandonar a fama e o dinheiro para seguir Jesus que as pessoas começam a procurar “justificativas” para a decisão “estranha”. Quem ainda não passou pela experiência da conversão não entende isso. Quem não sabe por experiência própria que vale a pena abandonar tudo para ter a companhia real de Deus, certamente considerará loucura a decisão de Jones. A mãe dele não se importa que ele esteja participando de um seriado apelativo e não parece ter lamentado quando o garoto se envolveu com drogas. Agora está preocupada que a Igreja Adventista o esteja “explorando” e “manipulando”, quando foi ele mesmo que, usando a liberdade que sua maioridade lhe dá, decidiu estudar as doutrinas bíblicas dos adventistas. Entendo a mãe e entendo ele, pois, quando tinha 18 anos, também passei pela experiência da conversão e minha mãe (e meus amigos e outros parentes) levaram tempo para assimilar a ideia e respeitar minha decisão (leia sobre isso em www.deusnosuniu.com). Resta orar por Angus para que ele tenha coragem de seguir em frente, pelo caminho estreito, a despeito de toda oposição que se levanta contra aqueles que decidem viver o verdadeiro cristianismo, que cumula de bênçãos, mas implica numa cruz.[MB]

Nota 2: Detalhe interessante: perceba como, em questão de dias e mesmo horas, dependendo de quem se converte ou do tipo de fato, por meio da mídia, a Igreja e suas crenças podem facilmente "cair na boca do povo". Alguns considerarão o testemunho de Angus um estímulo para mudarem de vida; outros, infelizmente, continuarão criticando o rapaz e, também, a Igreja. Se perseguiram e criticaram o fundador do cristianismo, o que dizer de Seus seguidores?[MB]

Ator de “Two and a Half Men” torna-se adventista

Depois de enfrentar “o furacão” Charlie Sheen, os produtores da série “Two and a Half Men” podem estar prestes a ter que resolver um novo problema. O ator Angus T. Jones, que na série interpreta Jake, filho de Alan, gravou um vídeo para uma comunidade religiosa em que pede para o público deixar de assistir a sitcom. Classificando-a como imoral, o ator declara que deseja deixar o elenco da série, a qual ele gostaria de ver cancelada por baixa audiência. “Se você assiste a ‘Two and a Half Men’, por favor, pare de ver ‘Two and a Half Men’”, diz Angus no depoimento. “Por favor, pare de assistir e encher sua cabeça com imundícies. As pessoas dizem que é apenas entretenimento, mas faça uma pesquisa sobre os efeitos da TV na sua mente e eu lhe garanto que você terá uma decisão a tomar quando se trata de televisão, especialmente com aquilo que você assiste”, completa o ator.

Para Angus, a série faz parte do plano “do inimigo”. No depoimento ele diz: “Eu não quero contribuir com o plano do inimigo... não dá para ser uma pessoa temente a Deus e fazer parte desse tipo de série. Eu sei que não posso.”

Segundo o Hollywood Reporter, o ator, atualmente com 19 anos, gravou o depoimento em outubro para o Voice of Prophecy, em Los Angeles, comunidade religiosa que ele frequenta. [...] [Na verdade, A Voz da Profecia pertence à Igreja Adventista do Sétimo Dia.]

(Veja)

Nota: Clique aqui (e aqui) e assista ao vídeo (em inglês) no qual Angus fala de seus estudos bíblicos com os adventistas do sétimo dia. Hollywood perdeu um astro, mas muita gente tem um argumento a mais para deixar de assistir bobagens na TV.[MB]

segunda-feira, novembro 26, 2012

Humanos estão cada vez menos inteligentes

“Nós já fomos mais inteligentes.” Essa frase pode ser atribuída a um famoso jornalista brasileiro, mas agora também está sendo dita por um geneticista chamado Gerald R. Crabtree, que publicou o estudo “Nosso frágil intelecto”. Para o cientista, há uma série de evidências que mostram que a raça humana passou por mutações genéticas que resultaram na perda de capacidade intelectual ao longo dos milênios. O grande foco da análise de Crabtree (que é pesquisador de Stanford, uma das universidades mais respeitadas dos Estados Unidos) está nos genes humanos. Ele diz que o cérebro humano precisa de milhares de genes para ser formado e simples alterações em um deles pode causar grandes problemas para a absorção de conhecimento. Ele também diz que isso pode ter acontecido pelo menos duas vezes nos últimos milênios.

Apesar de Crabtree ser um pesquisador de uma grande universidade norte-americana, a comunidade científica não parece ter recebido os estudos dele com bons olhos. Não por falhas em números ou inconsistências em argumentos, mas sim pela similaridade da teoria de Crabtree com outras teorias que ficaram muito famosas no começo do século XX: as teorias eugênicas.

A eugenia é base de boa parte das argumentações de quem defende a pureza racial. Crabtree acaba reacendendo discussões parecidas com aquelas, pois os primeiros teóricos da eugenia diziam que a mistura de raças poderia deixar os humanos menos inteligentes. Mesmo com todas as críticas, Gerald Crabtree disse à revista PopSci que seus trabalhos nada tem a ver com a eugenia.

Ele disse também que o melhoramento genético poderá resolver todos os problemas no futuro, isso se eles se tornarem um problema. Vale dizer que Crabtree não disse que estamos “mais burros”, mas sim que atualmente temos “menor capacidade intelectual”, porém com mais conhecimento.

Nota: Será que a rejeição à teoria de Crabtree tem que ver apenas com a eugenia ou haveria algo mais por trás disso? Não seria pelo fato de a teoria dele ter tudo a ver com o criacionismo, segundo o qual as mutações nunca acrescentam informação genética, nem favorecem o “surgimento” de novos órgãos funcionais e planos corporais? Ou seria por que, como dizem os criacionistas, e a pesquisa de Crabtree atesta, a humanidade está involuindo e não evoluindo?[MB]

Leia também: "Cérebro humano está diminuindo"

Cientistas encontram fósseis de pinguim gigante

Cientistas argentinos descobriram fósseis de um pinguim de dois metros de altura que viveu na Antártida há 34 milhões de anos [segundo a majorada cronologia evolucionista]. Paleontólogos do Museu de Ciência Natural da província de La Plata, onde está Buenos Aires, disseram que os vestígios foram encontrados no continente gelado. “Este é o maior pinguim conhecido em termos de tamanho e massa corporal”, afirmou a cientista Carolina Acosta, destacando que o recorde atual pertence aos pinguins imperador, que atingem 1,2 metro de altura. Marcelo Reguero, o chefe das pesquisas, disse ainda que a descoberta, anunciada na terça-feira, “permitirá realizar um estudo mais intensivo e complexo sobre os ancestrais dos pinguins modernos”.

Em sua próxima expedição à Antártica, durante o verão no hemisfério sul, a equipe vai procurar fósseis adicionais da espécie recém-descoberta, assim como informações sobre sua anatomia e de como o pinguim gigante podia se locomover.

Descobertas anteriores feitas com pinguins pré-históricos indicaram que os animais não possuíam as penas pretas e brancas que caracterizam as aves hoje, mas uma plumagem marrom-avermelhada e cinzenta.


Nota: Duas coisas: (1) de quando em quando, são descobertos fósseis de animais cujos correspondentes atuais são menores e mais fracos; plantas e animais “gigantes” são comuns no passado, como prevê o modelo criacionista; (2) quando se descobre o fóssil de uma espécie que existe em nossos dias, percebe-se que, com exceção do tamanho, características morfológicas sofreram pequenas alterações, o que pode bem ser descrito como “diversificação de baixo nível”, ou “microevolução”, algo também previsto pelo modelo criacionista.[MB]

Parada gay, cabra e espinafre

[...] O primeiro problema sério quando se fala em “comunidade gay”é que a “comunidade gay” não existe – e também não existem, em consequência, o “movimento gay” ou suas “lideranças”. Como o restante da humanidade, os homossexuais, antes de qualquer outra coisa, são indivíduos. Têm opiniões, valores e personalidades diferentes. Adotam posições opostas em política, religião ou questões éticas. Votam em candidatos que se opõem. Podem ser a favor ou contra a pena de morte, as pesquisas com células-tronco ou a legalização do suicídio assistido. Aprovam ou desaprovam greves, o voto obrigatório ou o novo Código Florestal – e por aí se vai. Então por que, sendo tão distintos entre si próprios, deveriam ser tratados como um bloco só? Na verdade, a única coisa que têm em comum são suas preferências sexuais – mas isso não é suficiente para transformá-los num conjunto isolado na sociedade, da mesma forma como não vem ao caso falar em “comunidade heterossexual” para agrupar os indivíduos que preferem se unir a pessoas do sexo oposto. A tendência a olharem para si mesmos como uma classe à parte, na verdade, vai na direção exatamente contrária à sua principal aspiração – a de serem cidadãos idênticos a todos os demais.

Outra tentativa de considerar os gays como um grupo de pessoas especiais é a postura de seus porta-vozes quanto ao problema da violência. Imaginam-se mais vitimados pelo crime do que o resto da população; já se ouviu falar em “holocausto” para descrever a sua situação. Pelos últimos números disponíveis, entre 250 e 300 homossexuais foram assassinados em 2010 no Brasil. Mas. num país onde se cometem 50 000 homicídios por ano, parece claro que o problema não é a violência contra os gays; é a violência contra todos. Os homossexuais são vítimas de arrastões em prédios de apartamentos, sofrem sequestros-relâmpago, são assaltados nas ruas e podem ser monos com um tiro na cabeça se fizerem o gesto errado na hora do assalto – exatamente como ocorre a cada dia com os heterossexuais; o drama real, para todos, está no fato de viverem no Brasil. E as agressões gratuitas praticadas contra gays? Não há o menor sinal de que a imensa maioria da população aprove, e muito menos cometa, esses crimes; são fruto exclusivo da ação de delinquentes, não da sociedade brasileira.

Não há proveito algum para os homossexuais, igualmente, na facilidade cada vez maior com que se utiliza a palavra “homofobia”; em vez de significar apenas a raiva maligna diante do homossexualismo, como deveria, passou a designar com frequência tudo o que não agrada a entidades ou militantes da “causa gay”. Ainda no mês de junho, na última Parada Gay de São Paulo, os organizadores disseram que “4 milhões” de pessoas tinham participado da marcha – já o instituto de pesquisas Datafolha, utilizando técnicas específicas para esse tipo de medição, apurou que o comparecimento real foi de 270000 manifestantes, e que apenas 65000 fizeram o percurso do começo ao fim. A Folha de S.Paulo, que publicou a informação, foi chamada de “homofóbica”. Alegou-se que o número verdadeiro não poderia ter sido divulgado, para não “estimular o preconceito”- mas com isso só se estimula a mentira. Qualquer artigo na imprensa que critique o homossexualismo é considerado “homofóbico”; insiste-se que sua publicação não deve ser protegida pela liberdade de expressão, pois “pregar o ódio é crime”. Mas se alguém diz que não gosta de gays, ou algo parecido, não está praticando crime algum – a lei. afinal, não obriga nenhum cidadão a gostar de homossexuais, ou de espinafre, ou de seja lá o que for. Na verdade, não obriga ninguém a gostar de ninguém; apenas exige que todos respeitem os direitos de todos.

Há mais prejuízo que lucro, também, nas campanhas contra preconceitos imaginários e por direitos duvidosos. Homossexuais se consideram discriminados, por exemplo, por não poder doar sangue. Mas a doação de sangue não é um direito ilimitado – também são proibidas de doar pessoas com mais de 65 anos ou que tenham uma história clínica de diabetes, hepatite ou cardiopatias. O mesmo acontece em relação ao casamento, um direito que tem limites muito claros. O primeiro deles é que o casamento, por lei, é a união entre um homem e uma mulher; não pode ser outra coisa. Pessoas do mesmo sexo podem viver livremente como casais, pelo tempo e nas condições que quiserem. Podem apresentar-se na sociedade como casados, celebrar bodas em público e manter uma vida matrimonial. Mas a sua ligação não é um casamento – não gera filhos, nem uma família, nem laços de parentesco. Há outros limites, bem óbvios. Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode se casar. Não pode se casar com a própria mãe. ou com uma irmã. filha, ou neta, e vice-versa. Não poder se casar com uma menor de 16 anos sem autorização dos pais. e se fizer sexo com uma menor de 14 anos estará cometendo um crime. Ninguém, nem os gays, acha que qualquer proibição dessas é um preconceito. Que discriminação haveria contra eles. então, se o casamento tem restrições para todos? Argumenta-se que o casamento gay serviria para garantir direitos de herança – mas não parece claro como poderiam ser criadas garantias que já existem. Homossexuais podem perfeitamente doar em testamento 50% dos seus bens a quem quiserem. Tem de respeitar a “legítima”", que assegura a outra metade aos herdeiros naturais – mas essa obrigação é exatamente a mesma para qualquer cidadão brasileiro. Se não tiverem herdeiros protegidos pela “legítima”, poderão doar livremente 100% de seu patrimônio – ao parceiro, à Santa Casa de Misericórdia ou à Igreja do Evangelho Quadrangular. E daí?

A mais nociva de todas essas exigências, porém, é o esforço para transformar a “homofobia” em crime, conforme se discute atualmente no Congresso. Não há um único delito contra homossexuais que já não seja punido pela legislação penal existente hoje no Brasil. Como a invenção de um novo crime poderia aumentar a segurança dos gays, num país onde 90% dos homicídios nem sequer chegam a ser julgados? A “criminalização da homofobia”é uma postura primitiva do ponto de vista jurídico, aleijada na lógica e impossível de ser executada na prática. Um crime, antes de mais nada. tem de ser “tipificado” – ou seja, tem de ser descrito de forma absolutamente clara. Não existe “mais ou menos” no direito penal; ou se diz precisamente o que é um crime, ou não há crime. O artigo 121 do Código Penal, para citar um caso clássico, diz o que é um homicídio: “Matar alguém”. Como seria possível fazer algo parecido com a homofobia? Os principais defensores da “criminalização” já admitiram, por sinal, que pregar contra o homossexualismo nas igrejas não seria crime, para não baterem de frente com o princípio da liberdade religiosa. Dizem, apenas, que o delito estaria na promoção do “ódio”. Mas o que seria essa “”promoção”? E como descrever em lei, claramente, um sentimento como o ódio? [...]

(J.R. Guzzo, revista Veja, 14 de novembro de 2012)

Nota: Um amigo que estudou cinema/roteirização nos EUA me disse que metade do grupo de professores de sua escola é homossexual, e um dos professores certa vez lhe disse: “Estamos conquistando a opinião pública para nossa causa. Sabe como? Por meio da mídia, da indústria cultural.” E isso é fato. Em quase todo filme, novela, seriado, etc. existe alusão ao homossexualismo e promoção desse estilo de vida. Essa propaganda toda já está surtindo efeito.[MB]

domingo, novembro 25, 2012

Pedra maia: biografia de um governante

A pedra esculpida pelos maias por volta do ano 670 de nossa era e que tem chamado a atenção por ser uma profecia sobre o “fim do mundo” em 21 de dezembro de 2012 seria, na verdade, a biografia sobre o reinado e as batalhas de um governante maia. Essa é a opinião do arqueólogo mexicano José Romero. “Os maias tinham um conceito cíclico de tempo. Não faz sentido relacionar essa inscrição com o fim do mundo”, diz Romero, ao comentar sobre a pedra. O texto da inscrição inspirou os livros 2012, de Roland Emmerich e O Testamento Maia, de Steve Alten. Repartida em seis pedaços, a pedra é conhecida como o Monumento 6 do El Tortuguero.

Descoberta no sítio arqueológico de El Tortuguero, a pedra é objeto de estudo desde 1958. Os primeiros textos sobre a pedra datam de 1978 e, segundo eles, a data de 23 de dezembro de 2012 seria a data de uma renovação no Universo. O personagem central da história seria Balam Ahau, um antigo governante de El Tortuguero.

Segundo o historiador mexicano Erick Velásquez, em 23 de dezembro de 2012, um ciclo de 13 baak t’uunes (medida de tempo maia) será completado. Isso é equivalente a 144 mil dias. Velásquez diz que essa é uma das sete mil inscrições maias já estudadas. Para ele, essa visão catastrofista é uma herança judaico-cristã.

“Se há profecias, elas são apenas de curto prazo. Falam sobre chuvas, secas e assuntos como a pesca”, afirma Velásquez. David Stuart, um dos primeiros arqueólogos a supor que o Monumento 6 podia ser algum tipo de profecia confessou a Velásquez “se sentir culpado por tanto alarmismo” sobre a inscrição encontrada no El Tortuguero.

(ABC)

Nota do blog Minuto Profético: “Quanto mais perto de 21 de dezembro chegamos, mais claro fica que a profecia do ‘fim do mundo’ maia não passa de ficção literária alimentada pelas telas de Hollywood para favorecer os interesses da ‘superelite ocultista’ a serviço do Vaticano. Quais os reais interesses?

“1. Desviar a atenção das pessoas das profecias bíblicas que, SIM, revelam que o ‘dia do Senhor’ se aproxima, quando Jesus voltará para por fim a este mundo mal e para buscar os fiéis – os que pela fé se reconciliaram com Deus e guardaram Seus mandamentos. A diferença entre a profecia bíblica e a suposta ‘profecia maia’ está no enfoque: a primeira não é catastrofista como a cultura popular faz parecer, mas sim é redentora, e por isso alimentada pela esperança e não pelo medo. Além disso, não possui data marcada para acontecer. E quando quer que aconteça, ‘virá numa hora em que não penseis’ [para aqueles que fazem apenas deste mundo a sua esperança] (Mt 24:44).

“2. Quem tem interesse em trazer o caos a este mundo é a ‘superelite ocultista’ de mãos dadas com o Vaticano (‘
Ordem a partir do caos’). O objetivo final é restaurar a supremacia mundial do Vaticano e universalizar a religião de mistérios da Babilônia através da santificação do domingo (adoração do Sol/Lúcifer). Se patrocinaram a ‘profecia maia’ porque pensavam deflagrar em 2012 o caos total, esqueceram de consultar o verdadeiro e único Senhor da História, ‘quem domina as nações’ (Sl 22:28), quem ‘remove reis e estabelece reis’ (Dn 2:21). E, neste caso, só lhes resta forjar outra teoria...”


NÃO PERCA! Logo mais, às 15 horas, na TV Novo Tempo (www.novotempo.com), vai ao ar o programa ao vivo "2012 e o Fim do Mundo", com Helio Carnassale, Alejandro Bullón, Vanderlei Dorneles e Michelson Borges.

Franca quer fechar supermercados aos domingos

O presidente da Associação dos Supermercados de Franca (SP), Carlos Pereira, anunciou que tentará articular na Câmara, em 2013, a criação de um projeto de lei que proíba o funcionamento dos 200 supermercados da cidade aos domingos, sob o argumento de que faltam funcionários interessados em trabalho nesse dia da semana. A iniciativa divide opiniões entre os empresários do setor. Segundo Pereira, há quatro anos a categoria estuda aprovar a medida, vista como a única alternativa para compensar a dificuldade de contratações de pessoas pela falta de disposição ao expediente nos fins de semana. “Através de um projeto de lei quem abrir aos domingos será punido. Só com punição conseguiremos que os supermercados fechem aos domingos”, disse, negando a viabilidade de um acordo entre representantes da categoria.

Ele ressalta que, apesar de não haver obrigatoriedade para que os estabelecimentos sejam abertos aos domingos, a lógica do mercado e a concorrência motivam o seu funcionamento. “Se todos fecharem, o pessoal vai se acostumar a fazer suas compras aos sábados”, afirmou. [...]


Nota: São apenas “ensaios” para a aceitação de algo maior que vem por aí.[MB]

Esta é uma geração de idiotas?

“Temo o dia em que a tecnologia se sobreponha à nossa humanidade. O mundo terá então uma geração de idiotas.” Albert Einstein

Recebi essa frase por e-mail e não consegui confirmar se realmente foi dita/escrita por Einstein. De qualquer forma, em certa medida, a frase é verdadeira. A grande maioria das pessoas não está conseguindo lidar bem com as potencialidades da tecnologia e está imergindo numa virtualidade que as esvazia e que as impede de viver as relações reais, com pessoas de carne e osso. A tecnologia que deveria aproximar as pessoas e facilitar seu dia a dia, a fim de que sobrasse mais tempo para as coisas que realmente valem a pena está, paradoxalmente, as afastando umas das outras e as sobrecarregando, roubando-lhes o tempo para o diálogo tête-à-tête, para os relacionamentos reais que fazem a vida ser mais significativa. Acredito que, se Einstein fosse vivo ainda, possivelmente utilizaria a internet (quem sabe um site ou blog) para divulgar suas ideias e pesquisas. O que preocupa, portanto, são os exageros no uso da tecnologia – pessoas que não conseguem se desconectar; que não sabem escolher o que é essencial e importante, dispensando o trivial e sem valor; gente que até mesmo numa igreja, diante de Deus, num momento que deveria ser devotado à adoração e ao contato com o Criador, ficam lá clicando incansavelmente em seus celulares e perdendo o grande privilégio de crescer espiritualmente, de expandir os pensamentos e a alma. Nesses casos, a idiotice é fato.[MB]

No e-mail que recebi, vieram também as seguintes fotos seguidas das legendas:

Tomando um café...

Confraternizando no restaurante...

Desfrutando a beleza num museu...

Conversa agradável num café...

Desfrutando um dia de praia...
Divertindo-se com a namorada...
Apreciando a cidade num conversível...

quinta-feira, novembro 22, 2012

Espiritismo no laboratório e insuficiência do materialismo

A revista Época desta semana traz uma matéria de seis páginas intitulada “Os avanços da ciência da alma”. O propósito é mostrar que uma pesquisa recente e inédita, com equipamentos de última geração, traz evidências de que o cérebro dos médiuns se comporta de maneira diferente durante o transe. Diz o texto: “Surpreendentemente, durante a psicografia os cérebros [dos médiuns] ativaram menos as áreas relacionadas ao planejamento e à criatividade, embora tenham sido produzidos textos mais complexos do que aqueles escritos sem ‘interferência espiritual’. Para os cientistas, isso seria compatível com a hipótese que os médiuns defendem: a autoria das psicografias não seria deles, mas dos espíritos comunicantes.” E para ficar mais clara ainda a inclinação favorável da repórter (e da revista) ao espiritismo, publicaram esta descrição de Chico Xavier: “Mineiro de família pobre, fala mansa e sorriso tímido, Chico Xavier recebeu apenas o ensino básico. Isso não o impediu de publicar mais de 400 livros, alguns em dez idiomas diferentes, cobrindo variados gêneros literários e amplas áreas do conhecimento. Ao final da vida, vendera mais de 40 milhões de exemplares, cujos direitos autorais foram doados. Psicografou por sete décadas. Nenhum tipo de fraude foi comprovada.”

Curiosamente, outra autora que conseguiu estudar apenas os primeiros anos do ensino fundamental, escreveu, no século 19, coisas que estão se cumprindo ao longo da história e especialmente em nossos dias. Os paralelos entre Ellen White e Chico Xavier (além da escolaridade) são interessantes: (1) mesmo sem educação formal, ela escreveu mais de 100 mil páginas que originaram dezenas de livros; (2) suas obras foram publicadas em centenas de idiomas, sendo ela a autora norte-americana mais traduzida na história; (3) Ellen escreveu sobre temas variados, como educação, psicologia, teologia, saúde, etc.; (4) seus livros foram distribuídos aos milhões ao redor do mundo (como é o caso da recente distribuição gratuita de milhões de exemplares de seu livro O Grande Conflito); (5) Ellen desenvolveu seu ministério profético por sete décadas.

Mas as semelhanças param por aí. A grande diferença entre Ellen White e Chico Xavier (ou qualquer outro médium) está na fonte de seus escritos: Ellen White recebeu mais de duas mil visões e outros tantos sonhos vindos de Deus. Seus escritos e suas pregações estão em total acordo com a Bíblia Sagrada, uma vez que o Espírito que inspirou a ambos é o mesmo. Por outro lado, Xavier atribui suas mensagens a espíritos de mortos que, segundo a Palavra de Deus, não “têm parte alguma no que se faz debaixo do sol [neste mundo]” (Ec 9:5, 6).

Há mais de cem anos, Ellen White escreveu: “Muitos se esforçam por explicar as manifestações espíritas, atribuindo-as inteiramente a fraudes e prestidigitação por parte do médium. Mas, conquanto seja verdade que os resultados da trapaça tenham muitas vezes sido apresentados como manifestações genuínas, tem havido também assinaladas exibições de poder sobrenatural. As pancadas misteriosas com que o espiritismo moderno se iniciou [na casa da família Fox, em Hydesville] não foram resultado de trapaça ou artifício humano, mas obra direta dos anjos maus, que assim introduziam um engano dos mais eficazes para a destruição das pessoas. Muitos serão enredados pela crença de que o espiritismo seja meramente impostura humana; quando postos em face de manifestações que não podem senão considerar como sobrenaturais, serão enganados e levados a aceitá-las como o grande poder de Deus. 

“Essas pessoas não tomam em consideração o testemunho das Escrituras relativo às maravilhas operadas por Satanás e seus agentes. Foi por auxílio satânico que os magos de Faraó puderam contrafazer a obra de Deus. Paulo testifica que antes do segundo advento de Cristo haverá manifestações semelhantes do poder satânico. A vinda do Senhor deve ser precedida da operação de Satanás ‘com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça’ (2Ts 2:9, 10). E o apóstolo João, descrevendo o poder efetuador de prodígios que se manifestará nos últimos dias, declara: ‘Faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à Terra, à vista dos homens. E engana os que habitam na Terra com sinais que foi permitido que fizesse’ (Ap 13:13, 14). Não se acham aqui preditas meras imposturas. Os homens são enganados por sinais que os agentes de Satanás têm poder para fazer, e não pelo que pretendam realizar” (O Grande Conflito, p. 533).

Está predito: a influência do espiritismo continuará crescendo e enredando as massas (haja vista a quantidade de reportagens favoráveis, de filmes, seriados, desenhos e novelas com temática espírita). Os que conhecem a verdade bíblica (por sinal, muito mais confortadora e justa) devem fazer frente a essa promoção da mentira original segundo a qual o ser humano seria imortal, independentemente de aceitar a graça de Cristo ou não. Os cristãos bíblicos devem amar os espíritas, pessoas geralmente bondosas e sinceras, mas não devem omitir a verdade de que o ser humano é mortal, de que os mortos estão inconscientes até a volta de Jesus e de que nossa única esperança de vida eterna (ressurreição) está no Doador da vida.

Em tempo: a matéria de Época é concluída com uma reflexão interessante sobre o materialismo. “Galileu e Darwin só puderam revolucionar a ciência porque passaram a analisar fenômenos que antes não eram considerados.” Faltou a jornalista dizer que Galileu ajudou a criar o método científico justamente para entender como Deus havia criado o Universo e que sua visão de mundo poderia ser chamada de criacionista. Faltou dizer também (mas ela deixa isso escapar nas entrelinhas) que Darwin se valeu da filosofia (nesse caso, do naturalismo filosófico) para conceber sua ideia de macroevolução.

A matéria cita o pesquisador Alexander Moreira-Almeida, diretor do Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde, da Universidade Federal de Juiz de Fora: “O materialismo é uma hipótese, não é ainda um fato cientificamente comprovado, como muitos acreditam.” E a repórter embarca na onda: “Não há dúvida de que o materialismo científico foi instrumento de enorme progresso para a humanidade. A dúvida é se ele, sozinho, seria capaz de explicar toda a experiência humana. Para a maioria da população, a visão materialista parece deixar um vazio atrás de si. Na busca de respostas para nossas principais questões, muitos assinariam embaixo da frase de Albert Einstein: o homem que não tem os olhos abertos para o mistério passará pela vida sem ver nada.” Engraçado... Já disse isso muitas vezes aqui...

Vou me lembrar dessas palavras bonitas da Época (e também das “pesquisas” sobre multiversos) quando o assunto for crença em Deus, na Bíblia e o criacionismo, temas para os quais existem muito mais evidências empíricas do que para o espiritismo, por exemplo.

Michelson Borges


Crescimento da aids entre os jovens preocupa

O crescimento da aids entre os jovens, especificamente entre os homossexuais, é uma das “grandes preocupações” do Ministério da Saúde, afirmou nesta terça-feira (20) o ministro Alexandre Padilha. “Essa geração não acompanhou o início da luta contra a aids nem perdeu ídolos por causa da doença, por isso a importância da sensibilização”, argumentou Padilha. A faixa entre 15 e 24 anos merece atenção no controle do HIV porque concentra boa parte das pessoas recém-infectadas. Entre os soropositivos nessa faixa etária, os homossexuais representam uma parcela cada vez maior. Em 2002, eles eram pouco menos de 40%. De acordo com os novos dados apresentados pelo Ministério, eles já ultrapassam os 50%.

Por isso, os jovens são um público-alvo importante do programa “Fique Sabendo”, que vai oferecer testes rápidos para detectar HIV, hepatite e sífilis. A meta do Ministério da Saúde é examinar 500 mil pessoas no período. Para atingir esse público específico, o Ministério pretende levar a campanha de mobilização para locais frequentados por jovens – com atenção especial para os homossexuais –, como boates e bares. Além disso, a campanha será feita nas redes sociais, assim como no rádio e na televisão.

Entre 2005 e 2011, o número de exames rápidos feitos no país aumentou de 528 mil para 2,3 milhões, pelo programa “Fique Sabendo”. Só neste ano, de janeiro a setembro, foram distribuídas 2,1 milhões de unidades, e a expectativa do governo é encerrar 2012 com uma remessa de 2,9 milhões de testes só para detectar o vírus da aids.

Cerca de 38 mil casos são diagnosticados anualmente no país. Quanto antes é descoberto o vírus, mais eficaz é o tratamento. Segundo o Ministério, cerca de 70% das pessoas que tomam o coquetel antirretroviral apresentam cargas virais indetectáveis. [...]

Atualmente, cerca de 530 mil pessoas estão com o vírus HIV no país. Dessas, 217 mil estão em tratamento e 130 mil ainda não sabem que tem a doença, segundo o ministério. “Nossa meta com a campanha é fazer com que pessoas que façam parte desses 130 mil tomem conhecimento e comecem a se tratar”, disse o ministro. [...]


Nota: Para o governo, basta tratar os infectados e pregar que o sexo seguro se consegue com o preservativo. Isso tem seu lugar, evidentemente, mas não consiste no ataque da causa. A causa é o “sexo livre”, cujos resultados não se limitam à contaminação pelo HIV (leia aqui e aqui). Enquanto as autoridades não tiverem coragem de dizer com todas as letras (ao contrário do que “dizem” as novelas, os seriados e os filmes) que o estilo de vida dos jovens está errado (sexo casual, baladas regadas a álcool e drogas, “ficar”, etc.), problemas como esse e outros somente tenderão a crescer. Um bom (mau) exemplo é a foto da campanha acima, acompanhada da frase: "Cada vez que você dorme com alguém, você dorme com o passado dela." Isso é a pura verdade (tanto no aspecto físico quanto no psicológico/emocional). Mas qual é a solução apontada para isso? Fazer teste de HIV. Não, a solução é defender e ensinar o verdadeiro sexo seguro: entre duas pessoas casadas que se preservaram uma para a outra para viver a sexualidade dentro do casamento e exclusivamente nele.[MB]