terça-feira, janeiro 21, 2014

Novela coloca par romântico gay em evidência

Povo já aceitou "casal" gay
Deu na revista IstoÉ: “Ver dois gays se tornarem o principal casal romântico de uma novela, um produto de comunicação de massa exibido por uma emissora que, na iminência de perder audiência, sempre pende para o conservadorismo, é indício de que os tempos são outros.” De fato, são outros e estranhos tempos. No passado, cenas picantes de casais heterossexuais causavam certa revolta. Hoje, há quem reivindique o mesmo tipo de cena, mas protagonizada por homossexuais. Realmente, parece que a audiência está tão dessensibilizada que não se importa mais com o nível da programação, haja vista o tipo de diálogo travado entre o par romântico do momento (aliás, é a primeira vez na teledramaturgia brasileira que um “casal” gay é o destaque romântico num folhetim). Note só o nível da conversa:

- Niko, sinceramente, não faço o seu tipo. E nem você o meu.
- Félix, você não tem tipo. Você tem pressa. Eu chamei você para dormir no quarto de hóspedes.
- Você me chamou com segundas intenções.
- Não sou esse tipo de pessoa que quer se aproveitar de alguém que chega aqui completamente por baixo.
- Por baixo? Frase de duplo sentido, hein? Quem gosta de ficar por baixo?
- Que? Eu não gosto nem de ficar por baixo.

Esse diálogo foi ao ar em horário nobre na maior emissora de TV do Brasil e calcula-se que, com a média de 40 pontos, cerca de oito milhões de famílias acompanharam cada frase de duplo sentido. E a militância gay, como não poderia deixar de ser, ficou muito contente com isso, pois confunde defesa dos direitos constitucionais com divulgação do estilo de vida homossexual e da baixaria.

Para Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia, “deviam exibir cenas de intimidade afetiva, como acontece com os casais héteros”. “Em ‘Amor à Vida’, o casal ‘oficialmente’ protagonista, formado por Paloma (Paolla Oliveira) e Bruno (Malvino Salvador), já encenou momentos quentes”, diz a matéria da IstoÉ. “Nem isso, porém, foi suficiente para mantê-los em alta. Já sem conflito para ser resolvido – e, consequentemente, sem brilho –, a grande expectativa de desfecho é entre Niko e Félix”. Percebeu o que coloca um casal em alta? Cenas “quentes” e conflitos. E agora o homossexualismo.

Segundo o diretor Mauro Mendonça Filho, “ficou fácil torcer pelos dois [gays]. Vejo crianças, homens rudes e senhoras conservadoras torcendo por esse amor”. E como poderia ser diferente? Os fãs de novelas foram preparados aos poucos, já que nos últimos anos a presença de homossexuais nas produções tem sido mais ou menos constante, e já houve até beijo gay no SBT (confira) e insinuação de relação sexual na novela “Insensato Coração” (confira).

Quanto à “Amor à Vida”, o que mais esperar de uma novela que promove o aborto (confira) e divulga livro sobre um guerrilheiro assassino (confira)? Isso é que é uma mãozona para as filosofias liberais esquerdistas e para o gayzismo e sua agenda.

Carlos Magno Fonseca, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais  (ABGLT), diz que a televisão está atrasada em adiar o beijo gay, “mas mostrar um casal gay adotando uma criança é até mais importante, pois tem a ver com direitos civis”, ele alega. Para mim, esse ainda seria um mal pior (veja por que aqui, aqui e aqui). 

Tem mais: o Grupo Gay da Bahia, citado por IstoÉ, afirma que, em 2013, foram registrados 306 homicídios de gays no País. O dado faz parte de um estudo inédito que será divulgado no fim deste mês. “É um pouco menos do que em 2012, com 338. Mas o Brasil ainda responde por 44% desses crimes cometidos em todo o mundo”, afirma Mott.

Em seu livro O Mínimo que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Idiota, o filósofo Olavo de Carvalho pondera: “Entre os 50 mil brasileiros assassinados anualmente, o movimento gay não tem conseguido apontar mais de dez ou doze indivíduos que o teriam sido – se é que o foram – por motivos ‘homofóbicos’. Pretender que a fúria anti-homossexual seja um fato social alarmante e epidêmico, necessitado de legislação especial e drástica, é nada mais que uma farsa cínica, um estelionato parlamentar que, houvesse na política brasileira um pingo de racionalidade e decência, custaria a seus autores a perda do mandato por falta de decoro, por uso indevido do Congresso como instrumento para servir a ambições grupais injustificáveis” (p. 511).

Por que será que os gays são tão ativos pela aprovação de leis protetoras em países nos quais eles têm seu espaço já garantido, como o Brasil e os Estados Unidos, por exemplo, e silenciam completamente quando o assunto é o tratamento dispensado aos homossexuais em países como Irã e Cuba, curiosamente relacionados com o governo brasileiro? No Irã, o homossexualismo é punido com pena e morte, e em Cuba homossexuais e travestis são considerados casos de polícia, e quando pegam aids são isolados para sempre da sociedade.

O negócio é aproveitar que no Brasil a situação é favorável e continuar a propaganda pró-homossexualismo na mídia. Quem sabe no futuro sejam aceitos a poligamia, o incesto e a zoofilia. [MB]

Leia também: "PLC 122: a ameaça do gênero" e "Um golpe no movimento gayzista"

E não deixe de estudar o que escreveu Felipe Moura Brasil, em seu blog Cultura e Irreverência (clique aqui). Um material revelador.