segunda-feira, março 23, 2015

Três cenários (improváveis) para o fim do Universo

Futuro sem esperança
Sabemos que ele [o Universo] vai acabar um dia, [mas] não sabemos (exatamente) como. Os cientistas já criaram várias hipóteses, e três delas são as mais aceitas atualmente para explicar o que pode acontecer no fim do mundo: o Big Rip (Grande Ruptura), o Big Freeze (Grande Congelamento) e o Big Crunch (Grande Colapso).

Grande Ruptura – Você deve saber que nosso Universo está expandindo. Por enquanto, no entanto, as galáxias não estão se afastando muito umas das outras como resultado dessa expansão porque a gravidade mantém os objetos espaciais juntos. No cenário do Big Rip, a aceleração da expansão é tanta que a gravidade já não consegue mais manter tudo junto. O resultado é uma grande ruptura e o dilaceramento do Universo.

Grande Congelamento – Nesse cenário, também chamado de morte térmica, enquanto o Universo cresce e expande, a matéria decai e se espalha – graças a uma coisa chamada entropia. Aos poucos, as estrelas e os buracos negros vão morrer, e não haverá nada para os substituir. Só gás e partículas de luz ainda estarão por aqui, mas estes também vão eventualmente decair. Em certo ponto, toda a atividade no Universo vai cessar, a entropia vai chegar ao seu máximo, e o mundo estará morto para sempre.

Grande Colapso – Se há menos energia escura (a misteriosa força que os cientistas ainda estão tentando compreender) no Universo do que imaginamos, a gravidade será a força dominante um dia. Assim, a expansão deve desacelerar e parar. E então, o inverso acontecerá: galáxias irão se fundir, e o Universo ficará cada vez mais compacto e quente. Tudo que existe irá colapsar em uma massa só, e um gigantesco ultraburaco negro irá devorar tudo, inclusive a si mesmo.


Nota: No livro 4% Universe, o físico Richard Panek sustenta (e outros estudiosos endossam) que nosso conhecimento do Universo não passa dos 4%. Os cosmólogos não sabem exatamente como o Universo começou; os físicos ignoram muita coisa sobre a realidade que nos cerca; e os biólogos não têm ideia (só hipóteses) de como a vida “surgiu” neste planeta. Como, então, alguns teóricos se atrevem a dizer para o público como será o fim do Universo, daqui a hipotéticos bilhões de anos? (Na verdade, a vida neste planeta terá desaparecido muito antes do fim do Universo, já que os teóricos naturalistas creem que o Sol vai torrar a Terra daqui a uns 5 bilhões de anos.) De qualquer forma, nenhum dos cenário de fim propostos pelos cientistas traz qualquer tipo de esperança. Muito pelo contrário: a vida e tudo o que existe no Cosmos estão fadados à extinção. Felizmente, a Bíblia Sagrada (livro que conta com muitas evidências de sua autenticidade e credibilidade) afirma que o fim não será exatamente o fim. O fim será o recomeço; a recriação da Terra e o fim do pecado. E esse processo terá início com a volta de Jesus. É nisso que eu creio. [MB]