terça-feira, dezembro 15, 2015

Nova versão gay de “A Bela Adormecida”

Apologia gay e feminismo
Em uma releitura do conto de fadas “A Bela Adormecida”, a princesa Aurora acorda do sono profundo com um beijo de amor de Branca de Neve. A nova versão intitulada de “A Bela e a Adormecida” tem autoria de Neil Gaiman e ilustrações de Chris Riddell, cartunista do jornal britânico The Observer. Na adaptação de Gaiman, que mistura duas das mais famosas histórias da Disney, uma jovem rainha parte em direção a um reino que, segundo boatos, tem uma princesa enfeitiçada. Branca de Neve, a rainha em questão, deixa para trás o próprio casamento e segue em sua missão acompanhada por três anões. Em entrevista ao periódico britânico The Thelegraph, o escritor disse que mudou o desfecho do conto porque “não tem paciência para histórias em que mulheres são resgatadas por príncipes”.


Nota: Não é de hoje que o criador de Sandman polemiza. E agora ele dá mais uma ajudinha para difundir o feminismo, fazer apologia ao homossexualismo e para jogar mais uma pá de cal sobre a ideia de varonilidade, de cavalheirismo e, por que não dizer, de distinção de gênero. Estamos vendo crescer uma geração confusa, com papeis invertidos, sob a desculpa da “igualdade”. Mulheres masculinizadas e homens feminilizados. Mulheres diante de um papel que as assombra (algumas têm sido corajosas para admitir isso) e homens fragilizados diante de uma masculinidade desvalorizada. A personagem Branca de Neve abandona seu casamento heterossexual para ir em busca de uma relação homossexual. Estimulados pelo marketing gay que encara o heterossexualismo como algo que beira o politicamente incorreto, é exatamente isso o que muitos têm feito atualmente. Que tempos! [MB]