sexta-feira, fevereiro 26, 2016

Os absurdos da militância gay esquerdopata


O Bloco de Esquerda, de Portugal, escolheu justamente um sábado (amanhã) – o dia da criação e da família (Gn 2:1-3) –, para lançar uma campanha a favor da adoção de crianças por “casais” do mesmo sexo. Mas o pior não é isso, e sim o slogan da campanha: “Jesus também tinha dois pais.” Mas que história é essa? Não bastasse o desprezo pela família tradicional e bíblica, criada no Éden, esses militantes ainda comparam a dupla paternidade de Jesus (divina e humana) com a configuração de um “casal” homossexual?! E por que esses militantes se acham no direito de se apropriar de uma figura religiosa para promover sua causa? E para que fazer isso? Imagine se um cristão fizesse algo parecido com a bandeira gay, por exemplo... Imediatamente seria acusado de homofóbico, processado e, quem sabe, até preso, como foi a dona de um cartório norte-americano que se recusou a fazer o “casamento” de dois homossexuais. O respeito que os militantes LGBT pedem deveriam ter para com as outras pessoas. (Lembro-me, também, de um carnaval ou parada gay em que “santos” católicos foram desrespeitados, sem que tenha havido qualquer represália por isso, embora a lei prescreva punição para quem vilipendiar símbolos religiosos. E algo ainda pior aconteceu durante a Jornada da Juventude Católica.)

Quanto à adoção de crianças por “casais” homossexuais, essa é uma questão complicada. Será que os pais ou as mães dessas crianças têm o direito de privá-las de ser criadas por uma família tradicional? Não estariam, com isso, praticamente destinando essas crianças ao homossexualismo que lhes foi apresentado como modelo? Você já leu o testemunho de uma mulher criada por homossexuais e que constatou que isso não foi bom para ela? Clique aqui para ler.

As campanhas pró-homossexualismo não são de hoje. É bom lembrar que, na Alemanha, foi publicado anos atrás um livro infantil intitulado Daddy’s Roommate (algo como “Colega de quarto do papai”), cujo objetivo é tratar do assunto da diversidade de gênero e da orientação sexual, promovendo a “tolerância”. Com frases curtas e ilustrações simples, o livro conta a história de um garoto cujo pai se divorciou da mãe e vive com um parceiro homossexual (confira aqui). São ideias parecidas com essa que o MEC, aqui no Brasil, sob pressão de marxistas culturais, insiste em levar avante nas escolas públicas (confira). 

E o que faz a Igreja Católica para “ajudar”? Publica um texto no site da Canção Nova afirmando que Adão e Eva (e, portanto, a história da criação) são mitológicos. Reafirmam o evolucionismo teísta defendido enfaticamente pelos últimos três papas, ideia segundo a qual Deus teria Se valido do processo evolutivo para fazer “despontar” um hominídeo razoavelmente evoluído dentro do qual teria colocado uma alma.

Como isso, criam vários problemas: (1) defendem o casamento heterossexual monogâmico, cuja origem está nos capítulos que consideram mito; (3) apresentam um Deus criador da morte como elemento constitutivo da criação; da violenta e injusta seleção natural; do predatismo e de outras circunstâncias que não combinam com o caráter do Deus de amor que diz Se importar até com os pardais; (4) contradizem Jesus Cristo, para quem a criação, Adão e Eva, e o dilúvio foram eventos literais, e os linka com Sua segunda vinda, outro evento literal; (5) defendem a crença pagã da alma imortal colocada no ser humano, algo que passa longe das doutrinas bíblicas (confira).

Enquanto o mundo e as igrejas continuarem a se afastar da Palavra de Deus, veremos cada vez mais confusão neste planeta confuso e entenebrecido pelo pecado. [MB]