quinta-feira, maio 05, 2016

Ativistas querem personagens gays em filmes infantis

Questão de tempo?
Dois dos filmes que estão entre as maiores bilheterias da história do cinema em breve devem ganhar continuação: Frozen – Uma aventura Congelante (2013) e Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força (2015). As sequências planejadas para ser lançadas nos próximos anos estão sendo alvo de campanhas na internet promovidas por grupos LGBT. O objetivo é que ambos tenham entre os novos personagens algum que seja homossexual. Frozen, da Disney, é o desenho animado de maior sucesso do estúdio. Um de seus diferenciais é que a princesa Elsa não termina (como de costume) com um príncipe encantado. Além disso, sua música tema, “Let it Go”, tornou-se uma espécie de “hino gay” entre adolescentes americanos. Jonathan Groff, um de seus principais animadores, é abertamente gay. Mas foram grupos ativistas “pró-gay” os responsáveis pela campanha #GivaElsaAGirlfriend [Dê uma namorada para a Elsa].

O objetivo da pressão nas redes sociais é fazer com que a princesa “saia do armário de gelo” e revele ser lésbica na continuação da animação, prevista para 2018. Um dos motivos para isso é o fato de canais do grupo Disney já terem incluído personagens gays em seus programas infantis.

A apresentação de novos personagens LGBT nos filmes restantes da saga “Star Wars” também é parte dessa campanha “inclusiva”. A franquia, que tem forte apelo para crianças, hoje pertence à Disney. Ela é alvo de uma campanha bem ampla, coordenada pela maior organização “pró-gay” do mundo, o GLAAD, sediada nos EUA.

O “manifesto” que foi disseminado pelo grupo na internet afirma que, “como os projetos de ficção científica têm a oportunidade especial de criar mundos únicos, cujas sociedades avançadas podem servir como um espelho da nossa, parece óbvio que a Disney pudesse incluir personagens LGBT no oitavo filme de ‘Star Wars’”.

Outro argumento forte é que a sétima parte da saga já quebrou paradigmas ao colocar como protagonistas um negro e uma mulher. A próxima “minoria”, segundo o GLAAD, são os homoafetivos e os transgêneros.

Essa é uma tendência crescente, uma vez que, dentre os 126 principais lançamentos cinematográficos do ano passado, 22 deles (17,5%) mostram personagens LGBT. 

(Gospel Prime)

Nota: As produções da Disney (e outras empresas do ramo) já são caracterizadas por exibir ocultismo, evolucionismo, bruxaria, valores distorcidos e conteúdos afins. Está faltando pouco para que o “casamento” homossexual seja algo igualmente corriqueiro nessas animações infantis. É a indústria cultural prosseguindo em sua campanha para preparar uma geração cada vez mais familiarizada com conceitos e comportamentos que atentam contra a cosmovisão criacionista bíblica. [MB]