segunda-feira, março 06, 2017

Cinemas se recusam a exibir “A Bela e a Fera”

Apologia ao homossexualismo
A versão em desenho animado de “A Bela e a Fera” saiu em 1991 e logo entrou para a lista de filmes memoráveis dos estúdios Disney. Um quarto de século depois, a refilmagem live action, com atores vivendo os personagens, opta por incluir uma cena homoafetiva. Resultado? Mesmo antes da estreia, ameaças de boicote se multiplicam. Nos Estados Unidos, vários movimentos religiosos e conservadores se mostraram contrários à exibição de um filme infantil que tenta apresentar a homoafetividade dentro de uma história infantil. Alguns cinemas já anunciaram que não exibirão o filme por causa disso. Segundo a BBC, a reação mais forte até o momento foi na Rússia, onde as autoridades já estão se posicionando. O país pode proibir a exibição de “A Bela e a Fera”, pois existe uma legislação que proíbe a divulgação de “propaganda gay” para crianças. O ministro da Cultura, Vladimir Medinsky, afirmou que o filme seria “investigado” antes de um veredito. A lei, em vigor desde 2013,  descreve a homossexualidade como “relações sexuais não tradicionais”.

Vitaly Milonov, deputado do partido Rússia Unida, descreveu o filme como “propaganda descarada do pecado”. Ele pediu que o governo tome medidas para proibir a exibição do filme da Disney baseado na lei que protege menores de idade da exposição a esse tipo de cena. Seu colega parlamentar Alexander Sholokhov disse que, se as cenas violavam a lei, o filme deveria ser banido dos cinemas russos.

Embora não seja mais crime ser LGBT no país, em 2012 a Rússia proibiu a realização de paradas do orgulho gay por cem anos, em nome da moralidade e dos bons costumes.

A polêmica teve início quando o diretor do filme, Bill Condon, deu uma entrevista explicando que havia uma subtrama gay no enredo. Isso é algo inédito em produções da Disney [veja aqui]. (Gospel Prime)

Um cinema do Alabama, nos Estados Unidos, também cancelou futuras exibições do filme. O dono do cinema Henagar Drive-In Theater decidiu não passar o filme e disse que recusa “a se comprometer com o que a Bíblia ensina”. “Se não podemos levar nossa neta de 11 anos ou nosso neto de 8 para ver o filme, então não temos por que vê-lo. Se eu não posso me sentar ao lado de Deus ou de Jesus para assistir a um filme, então para mim não faz sentido exibi-lo”, disse o homem.

O proprietário do estabelecimento contou ainda que seu cinema é dedicado a “famílias” e que, por isso, ele não exibe filmes com cenas de sexo, nudez e relações homossexuais.

Nota: Outra grande empresa que está contribuindo para o alastramento da cultura gay é a Coca-Cola. Em um vídeo promocional chamado “Pool Boy” (confira), irmão e irmã se interessam pelo mesmo homem e começam uma disputa para conquistá-lo. Marcos de Quinto, líder global de marketing da empresa disse que a campanha faz parte da estratégia deles para transformar preconceitos antigos em uma “nova normalidade”. Detalhe: no fim do vídeo, quem ganha a disputa é a mãe. Uma produção deplorável! Mas agora é moda. Disney, Coca-Cola... Quem mais se unirá à onda politicamente correta de promover o homossexualismo, a família não bíblica e a licenciosidade? Assim como os donos de cinemas que se recusaram a exibir um filme com apologia gay, os que ousarem manifestar discordância quanto a essa avalanche conceitual passarão a ser mal vistos e chamados de preconceituosos. Discordar sem hostilizar já será considerado homofobia. Os direitos de uns serão sobrepostos aos de outros. Tempos difíceis estes... [MB]