quinta-feira, agosto 23, 2018

“Orifício frontal”? Vagina é bem diferente de ânus


Parece não haver limites para as sandices cometidas pelos defensores da ideologia de gênero e da inclusividade. Desta vez foi o portal de informações norte-americano sobre saúde Healthline que forçou um pouco mais os limites do politicamente correto ao afirmar que o uso do termo médico/biológico “vagina” não é “linguagem inclusiva de gênero”, e então usa intercambiavelmente a expressão “orifício frontal”. “É imperativo que guias sexuais seguros se tornem mais inclusivos para as pessoas LGBTQIA e não binárias”, afirma o guia da Healthline. “Para os fins deste guia, vamos nos referir à vagina como o ‘orifício da frente’, em vez de usar apenas o termo médico ‘vagina’”, continua o documento. “Essa é uma linguagem inclusiva de gênero que considera o fato de que algumas pessoas trans não se identificam com os rótulos que a comunidade médica atribui aos genitais.”

O guia diz ainda que algumas pessoas trans e não binárias designadas como femininas ao nascer podem gostar de ser participantes do “sexo penetrativo”, mas não se sentem confortáveis quando essa parte de seu corpo é mencionada usando uma palavra que a sociedade e as comunidades profissionais associam com feminilidade. “Uma alternativa que está se tornando cada vez mais popular em comunidades trans e queer é o ‘buraco’ ou ‘orifício’ da frente.”

E então, renomeando-a, a vagina deixa de ser vagina e passa a ser comparada ao “orifício de trás”.