domingo, janeiro 22, 2017

Hipótese da Nasa é confirmada: universo vai acabar

Fique tranquilo; vai demorar. SQN
Você se lembra do pânico que se instalou nas casas de todo o mundo no réveillon de 2000? Na ocasião, todos acreditavam, com base nas mais diversas teorias, que o mundo acabaria quando o relógio marcasse meia-noite. Não acabou, como podemos perceber. Mas, de lá pra cá, não faltaram teorias de religiosos e místicos alertando para o fim do mundo. Agora, porém, parece que o assunto ganhou seriedade. Em 2003, a Nasa apresentou ao mundo a teoria do Big Rip (“grande ruptura”, em português). A agência, que é renomadíssima e muito respeitada, levantou a hipótese de que as galáxias e os planetas podem se desintegrar daqui a 22,8 bilhões de anos, Até ai, tudo tranquilo. Era apenas uma hipótese. Mas você leu bem: era. Um brasileiro, formado em física e matemática, conseguiu confirmar que a possibilidade do Big Rip acontecer é real.

teoria do Big Rip é uma espécie de Big Bang às avessas. Ou seja: haverá um momento em que as partículas que formam a matéria estarão tão aceleradas que, no final, tudo vai ser rasgado em pedaços.

Recentemente, o físico e matemático brasileiro Marcelo Disconzi conseguiu confirmar que a possibilidade do Big Rip acontecer é real. Enquanto apresentava um seminário na Universidade de Vanderbilt, no Tennessee, nos Estados Unidos, o professor brasileiro sugeriu uma explicação para entender o comportamento de fluidos viscosos que viajavam com velocidade parecida com a da luz. A viscosidade mede a capacidade de um fluido de expandir ou contrair. Sua teoria, então, propunha uma solução desse problema da época dos anos 1950, criado pelo francês Andre Lichnerowicz.

Foi então que os professores de física da faculdade, Thomas Kephart e Robert Scherrer, tiveram a ideia de aplicar as teorias do brasileiro à cosmologia, que estuda a origem e a estrutura do universo, como reportado pelo site de notícias da BBC. Eles propuseram que o brasileiro questionasse se sua teoria poderia de alguma forma afetar o universo. Foi quando surgiu o estudo, que já foi publicado na revista Physical Review D, em 2015.

Segundo a pesquisa, no universo existem regiões com matéria mais condensada, mais junta, que são preenchidas pelas galáxias e por outros corpos celestes, e existem espaços vazios. Daí vem a ideia dos fluidos. Nesse caso, o universo é considerado o próprio fluido. “O ponto crucial é que essa distribuição [dos corpos] se comporta como se fosse um fluido enchendo o universo. E isso nos dá a certeza de que o universo está em expansão – e de forma acelerada”, explica Disconzi.

O que foi observado é que a energia dos corpos celestes aumenta com o tempo e torna a viscosidade do Universo maior. Isso gera uma pressão negativa, que origina uma força contrária à força gravitacional. Então, as galáxias tendem a se dispersar e os planetas vão ficar mais distantes uns dos outros. Em uma chamada “taxa de expansão infinita em um tempo infinito”.

“A ideia do Big Rip é que, eventualmente, até os constituintes da matéria começariam a se separar uns dos outros. É justo dizer que seria um cenário dramático. O que sabemos a partir do que foi observado é que um cenário do Big Rip é realmente possível, embora os dados avaliados estejam longe de serem conclusivos”, revelou o cientista para o site de notícias britânico The Guardian.

(Vix)

Nota: São modelos interessantes, mas que sempre apontam para um futuro de muitos bilhões de anos, ou seja, não temos nada com que nos preocupar. A ideia subjacente é a de que, assim como os “místicos” erraram ao anunciar (equivocadamente, é claro) o fim do mundo para o ano 2000, os cientistas (os “sacerdotes” realmente tidos como confiáveis) nos garantem que vai demorar muito tempo para o fim chegar – se chegar. Assim, religiosos imprudentes e cristãos que não se dão ao trabalho de estudar a Bíblia, juntamente com cientistas que estudam a evolução cósmica acabam contribuindo para, ou desacreditar a ideia do fim ou deixar as pessoas tranquilas com a enorme demora dessa possibilidade. Segundo a Bíblia, o universo não vai acabar. Daí porque Jesus garantiu que são “bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra” (Mateus 5:5). O que terá fim é o estado de coisas criado pelo pecado neste planeta. Deus intervirá após a volta de Jesus e recriará a Terra, fazendo com ela volte ao seu estado original edênico. Esse, sim, é um futuro cheio de esperança. [MB]

sexta-feira, janeiro 20, 2017

A divindade do Espírito Santo (materiais de apoio)

Nosso consolador divino
A Lição da Escola Sabatina (guia mundial trimestral de estudo bíblico da Igreja Adventista) desta semana está abordando o tema da divindade do Espírito Santo. Aproveito a oportunidade para oferecer alguns conteúdos e apresentações em PowerPoint que poderão auxiliar os alunos e, principalmente, os professores. Conforme escreveu o teólogo Adolfo Suarez (leia aqui um ótimo artigo dele), “a evidência bíblica da divindade do Espírito Santo é muito convincente. Fica totalmente claro:  O Espírito é Deus. Porém, ao pensar nEle, devemos nos lembrar de que estamos tratando de um mistério divino. Portanto, assim como não podemos explicar plenamente Deus e Sua natureza, temos que resistir à tentação de fazer da nossa compreensão humana a norma de como Deus deve ser. A natureza do Espírito Santo é um mistério. Todavia, essa discussão não é mera discussão teológica; estamos tratando de um tema altamente importante: nossa própria salvação, na qual o Espírito Santo tem papel muito importante”.




Para obter apresentações em PowerPoint sobre a Trindade e o Espírito Santo, clique aqui e procure as respectivas apresentações (com a palavra “Trindade”).

Moda agênero e reengenharia social

Confusão total
A tal moda agênero não é nenhuma novidade, apenas mudou de nome: antigamente era conhecida pelo nome de moda unissex. Desde os anos 80 que vemos essa tendência fabricada de mulheres pegarem roupas emprestadas no closet masculino, mas agora o contrário também está sendo alardeado. Essas tendências de moda na verdade vêm da cabeça de pessoas que estão totalmente imersas no globalismo e defendem toda sua agenda de gênero, feminismo e todas as coisas que vocês já estão carecas de me ouvir falar, então por que iríamos achar que coisas como essa de homens usando roupas de mulher seria por acaso?

Pelo que estou vendo por aí, as lojas já estão investindo em departamentos infantis de roupas que não fazem distinção entre masculino e feminino, e isso é no mínimo ridículo. Tirando o fato de ser estranho ver um homem vestido de mulher e vice-versa, nós também temos diferenças anatômicas, a velha “ditadura da biologia” que insiste em melar o discurso de igualdade da esquerda caviar. Imagino que seja totalmente desconfortável para um homem usar calças femininas, que ficam justas demais em locais que são, imagino eu, muito sensíveis. É até estranho para mim ter que falar isso, pois é tão óbvio, mas temos inúmeros motivos para fazer distinção entre roupas de homem e de mulher: homens têm a cintura escapular mais larga que mulheres, mulheres têm quadris mais largos que homens, homens têm pênis, mulheres tem seios, e por aí vai...

Mas tirando essa maluquice, eu quero falar sobre a moda masculina e feminina que vemos hoje nas lojas por aí, essa que está em todas as vitrines, nos shoppings e ruas do Brasil. Faz algum tempo que venho encontrando dificuldades para achar roupas decentes para comprar; acredito que não seja só eu. Ultimamente, quando preciso comprar um vestido, já me preparo psicologicamente para andar quilômetros e gastar horas atrás de algo que me agrade. O caso é que as roupas femininas estão vindo cada vez com menos tecido, quando não falta embaixo, falta em cima.

Se uma mulher quiser comprar uma roupa para trabalhar na zona irá encontrar uma enorme variedade de cores e estilos, mas se quiser uma roupa para trabalhar em um escritório pode se preparar para um suplício! As saias mais parecem cintos, os shorts e as calcinhas são do mesmo tamanho, as blusas são muito curtas ou muito decotadas... Resumindo: as roupas são muito curtas, muito justas, muito transparentes ou muito psicodélicas.

Durante a maratona para encontrar um simples vestido esses dias eu fui experimentar um que não parecia tão indecente olhando na arara, quando pus no corpo vi que estava enganada. Ainda na esperança de que tomando distância do espelho pudesse ter uma visão melhor e descobrir que, afinal, a coisa não era assim tão ruim, abri o provador e saí. A vendedora que estava me atendendo logo abriu um sorriso e disse que estava ótimo e que a peça tinha me valorizado muito; abri um sorriso amarelo e voltei para o provador pensando: “Mas eu não quero me valorizar, eu só quero me vestir de uma forma normal.”

Eu imaginava que isso se passava apenas nas lojas de roupas femininas, mas esses dias conversando com meu irmão ele me relatou uma dificuldade de encontrar roupas masculinas também. Ele e um amigo foram para o centro da cidade atrás de uma simples bermuda, foram em todas as lojas de roupa masculina que havia e voltaram para casa de mãos vazias. Pelo que viram no comércio, disseram que não fazem mais roupa para homens, somente para maricas. As bermudas masculinas que achavam eram muito justas, muito curtas, muito coloridas ou muito cheias de detalhes afeminados.

A conclusão a que eu chego é que, independentemente dessa tal moda agênero, nós já estamos vendo a anulação das diferenças entre roupas de homens e mulheres nas lojas que ainda dizem fazer distinção. Cada vez mais estão fazendo as mulheres se vestirem como prostitutas e os homens como mulheres. O discurso vigente é o de liberdade de expressão, mas a liberdade é só para quem quer se vestir como palhaço e não para quem quer rir do palhaço que está passando à sua frente. Me sinto em uma versão moderna da estória da roupa nova do rei.

Os seres humanos estão cada vez mais idiotizados e indo atrás das modas que são ditadas por pessoas que estão lá do outro lado do mundo. Anulam sua personalidade para usar a roupa da vez e posarem de fashion diante dos amigos porque têm medo de falar o que realmente pensam, pois correm o risco de parecerem antiquados e, por isso, preferem agir como marionetes alienadas. Não percebem que ao usar esse tipo de roupas não estão exteriorizando sua personalidade e, sim, copiando o que a indústria globalista da moda dita como regra. Essa é a mais perfeita forma de escravidão, aquela em que os escravos pensam que são livres.


  

terça-feira, janeiro 17, 2017

Dez evidências de que Deus existe

Do nada poderia vir alguma coisa?
1. O universo não deveria existir

De acordo com alguns estudos, o universo não deveria ter sobrevivido mais do que um segundo. Por exemplo, o Big Bang deveria ter produzido quantidades iguais de matéria e antimatéria, cancelando-se mutuamente. Em vez disso, um pouco mais de matéria foi produzida, criando todo o universo observável. Nós, definitivamente, não podemos explicar por que isso aconteceu. Em outra teoria, o universo está no campo de Higgs, que dá às partículas suas massas. Um grande campo de energia impede que nosso universo caia no “vale”, um campo mais profundo, onde não poderia existir. No entanto, se o modelo padrão da física está correto, uma rápida expansão do universo imediatamente após o Big Bang deveria ter movido o universo para o vale. Isso o teria destruído antes que ele tivesse um segundo de idade.

A impossibilidade da vida na Terra também é absurdamente alta. Galáxias não poderiam existir sem a mistura certa de matéria, matéria escura e energia escura e, mesmo assim, existem. A Terra teria que ter a distância exata do sol que tem para abrigar vida. Se fosse um planeta do tamanho de Júpiter, a Terra atrairia mais asteroides e cometas, ou teria uma superfície muito violenta para sustentar a vida.
Será que a vida realmente superou “sozinha” todas essas probabilidades, ou o universo teve alguma ajuda, de alguma forma?

2. A semente da vida?

Segundo a teoria da panspermia, de Francis Crick, a vida se originou em outro lugar e foi enviada à Terra por seres avançados. Uma teoria anterior da panspermia sugeria que a vida chegou aqui em um asteroide ou um cometa. Em julho de 2013, o astrobiologista Milton Wainwright afirmou que encontrou uma verdadeira “semente da vida”. Depois de lançar um balão meteorológico sobre a Inglaterra, ele capturou uma bola metálica da largura de um fio de cabelo. Dentro de sua concha de titânio e vanádio, a bola continha um líquido biológico pegajoso. Muitos cientistas são céticos a respeito dessa reivindicação.

3. Busca alienígena biológica

Os seres humanos são constituídos por cerca de 22.000 genes, o que é 3% do genoma humano. Os outros 97% são “sobras de DNA”, que poderiam conter uma mensagem codificada ou um sinal de que a vida se originou em outro lugar ou foi criada por um ser superior. Em 2013, dois pesquisadores do Cazaquistão alegaram ter encontrado uma sequência ordenada de uma linguagem simbólica em nossas sobras de DNA que não teria acontecido naturalmente. No entanto, muitos criticaram essa busca por sinais biológicos. Alternativamente, o geneticista Francis Collins argumentou em seu livro A Linguagem de Deus que o DNA seria o “alfabeto de Deus”, o que faria de nós o livro da vida.

4. Raios cósmicos

Em 2003, o filósofo Nick Bostrom postulou que o universo é uma simulação de computador, uma teoria aceita por Elon Musk e Neil de Grasse Tyson. Se isso for verdade, um ser superior – ou seres – teve que construir a simulação. O Universo seria também finito, porque todos os computadores têm limites. Alguns pesquisadores acreditam que poderíamos detectar essa simulação de computador se pudermos encontrar os limites do universo. Para testar isso, pesquisadores alemães construíram simuladores em rede em um computador quântico. Eles se concentraram em raios cósmicos, que são fragmentos de átomos que vêm de fora do sistema solar. Os raios cósmicos têm uma quantidade finita de energia e deterioram ao longo do tempo. Quando chegam à Terra, todos eles têm quantidades semelhantes de energia, que é um máximo de 10 elétron-volts. Isso sugere que todos os raios cósmicos têm pontos de partida semelhantes, como a borda da rede de simulação de um computador quântico.

5. A propagação da vida

Em 2015, um estudo do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica sugeriu que a vida poderia ter se espalhado via panspermia, se movendo de estrela em estrela em aglomerações e “sobrepondo-se como bolhas em uma panela de água fervente”. Essa simulação também sugere que a vida poderia ter se espalhado como uma epidemia. Os cientistas testaram duas possibilidades para trazer vida para a Terra: por asteroides e por seres inteligentes. O resultado foi que ambas eram possíveis e teriam seguido o mesmo padrão. Se estiver correto, esse estudo também indica que existe vida em outras partes da galáxia.

6. Constantes físicas

De acordo com o físico teórico John D. Barrow, podemos dizer se o universo é uma simulação procurando por erros ou falhas nele. Barrow acredita que até mesmo civilizações avançadas não teriam conhecimento completo das leis da natureza. Haveria falhas notáveis na Matrix, tais como alterações nas constantes físicas. Essas são propriedades físicas, como a velocidade da luz, que são as mesmas em todos os lugares ao longo do tempo.

Em 2001, pesquisadores australianos encontraram evidências de que a velocidade da luz tem diminuído ao longo dos últimos bilhões de anos, mesmo que isso contradiga a relatividade geral. O astrônomo John Webb descobriu que a luz de um quasar tinha absorvido o tipo errado de fótons em sua jornada de 12 bilhões de anos até a Terra. Isso só pode acontecer se houve uma mudança na velocidade da luz ou na carga de um elétron, ambas constantes físicas. Pesquisadores mais céticos discordam dessa teoria. Independentemente disso, ninguém tem certeza por que as constantes físicas são constantes. Mas elas são fundamentais para a existência do nosso universo. Alguns cientistas especulam que as constantes físicas são evidências de que o Universo foi “afinado” para que a vida existisse.

7. A Prova Ontológica de Godel

Na década de 1940, o físico Kurt Godel tentou provar a existência de Deus. Ela é baseada neste argumento do Santo Anselmo de Canterbury:

Há um grande ser chamado de Deus, e nada maior que Deus pode ser imaginado.
Deus existe como uma ideia na mente.
Com todas as outras coisas sendo iguais, um ser que existe tanto na mente quanto na realidade é melhor do que um ser que só existe na mente.
Portanto, se Deus só existe na mente, então é possível que podemos imaginar um ser mais poderoso do que Deus.
No entanto, isso contradiz a argumentação número 1, porque nada maior do que Deus pode ser imaginado.
Portanto, Deus existe.

Usando a lógica modal e universos paralelos, Godel argumentou que um ser todo-poderoso existe, se ele existe em pelo menos um universo paralelo. Como há um número infinito de universos com um número infinito de possibilidades, um universo tem um ser tão poderoso que seria considerado um Deus onipotente. Portanto, Deus existe.

Em 2013, dois matemáticos realizaram equações de Godel em um MacBook e descobriram que elas estavam corretas. No entanto, o teorema não prova que Deus existe – prova simplesmente que é possível que um ser todo-poderoso poderia existir de acordo com a lógica.

8. A realidade não existe a menos que estejamos olhando para ela

Um videogame se desenvolve quando você está olhando para uma área particular. Caso contrário, ele não existe. A realidade é semelhante, porque só existem certos aspectos se estamos olhando para eles. Esse misterioso fenômeno é baseado na mecânica quântica. Objetos subatômicos são geralmente ondas ou objetos sólidos de partículas semelhantes. Raramente, eles podem ser ambos. Alguns exemplos incluem luz e objetos que têm uma massa semelhante à de elétrons.

Quando não estão sendo observados, esses objetos ficam em um estado duplo. Mas quando eles são medidos, eles “decidem” tornar-se uma onda ou um objeto sólido. Estes fundamentos da nossa realidade permanecem latentes até que olhamos para eles, o que não é muito diferente do mundo simulado em um videogame.

9. Princípio holográfico

Em 1997, o físico teórico Juan Maldacena propôs que o nosso universo é um holograma bidimensional completamente plano que percebemos em três dimensões. Cordas minúsculas chamadas grávitons vibrariam para criar este universo holográfico. Se estiver correta, essa teoria ajudaria a resolver algumas diferenças entre a mecânica quântica e a teoria da gravidade de Einstein.

Alguns estudos mostram que um universo 2D é possível. Pesquisadores japoneses calcularam a energia interna de um buraco negro, a posição do horizonte de eventos e outras propriedades em um mundo 3D e, em seguida, calcularam as mesmas coisas em um mundo 2D sem gravidade. Os cálculos bateram. Outro modelo mostrou que o universo é 2D se o espaço-tempo for plano.

Os pesquisadores do Fermilab, nos EUA, estão usando um laser gigante para procurar “ruído holográfico”, que é uma evidência de “buffering” no cosmos. Se um universo holográfico 3D foi construído sobre um sistema 2D de linhas em movimento (como linhas de código), isso indica fortemente que o universo é uma simulação.

10. Codificação no cosmos

De acordo com o físico teórico Sylvester James Gates, evidências convincentes sugerem que estamos vivendo em uma simulação. Enquanto trabalhava em equações de supercordas com adinkras (símbolos usados na álgebra super simétrica), Gates encontrou codificação criada pelo matemático Richard Hamming chamada “códigos de bloco duplamente equilibrados auto-dual lineares binários de correção de erros”. Gates questionou se esta codificação básica é de alguma forma responsável por controlar o universo.

No vídeo acima (em inglês), Gates diz que “[uma] conexão insuspeita sugere que estes códigos podem ser onipresentes na natureza e até mesmo incorporados na essência da realidade. Se isso é verdade, poderíamos ter algo em comum com os filmes de ficção científica Matrix, que retratam um mundo onde a experiência de cada ser humano é o produto de uma rede de computadores geradores de realidade virtual”.


Nota: Embora eu não concorde com todos os argumentos apresentados no texto acima, já é um bom começo o site Hypescience tê-lo publicado em sua página carregada de ceticismo e evolucionismo materialista. A meu pedido, o amigo astrofísico Eduardo Lütz escreveu alguns comentários sobre algumas das tais evidências:

3. A Mecânica Quântica não diz que “a realidade não existe a menos que estejamos olhando para ela”. Apenas mostra de que forma observações afetam o que for observado.

4. A conclusão não está correta. O teorema não prova apenas a possibilidade da existência de uma entidade superior, mas garante que essa entidade é máxima, necessariamente existe e que há um critério para identificar as características e a unicidade dessa entidade.

7. Raios cósmicos com um máximo 10 eV. Não é bem assim. Confira aqui.

8. DNA lixo. Veja aqui e aqui.

10. O Universo deveria ter surgido com porções iguais de matéria e antimatéria. Não se a criação do universo e a criação do tempo clássico são a mesma coisa (e o são no cenário do Big Bang). Porções de matéria e antimatéria iguais são criadas quando excitamos o vácuo e estão em vigor as leis de conservação que conhecemos hoje. Pode-se usar o teorema de Nöther para mostrar que essas leis decorrem de simetrias do Universo. Essas simetrias dependem da existência do espaço-tempo e representam uniformidade nele. Não fazem sentido no momento da criação do espaço-tempo. O próprio fato de que as quantidades de matéria e de antimatéria no universo não são iguais é uma evidência de que o momento inicial do Big Bang teria sido a criação do espaço-tempo.

O que pode estar por trás da febre do #gratidão

Luana expressa gratidão no Instagram
Gisele Bündchen aparece fazendo ioga no Arizona e escreve #gratidão. Gabriel Medina se prepara para uma competição e repete a legenda. Luana Piovani toma sol na praia e também agradece. Alex Atala posta um santuário no Japão e coloca o emoticon (símbolo) das mãozinhas unidas. Estes são só alguns dos 430 mil posts do Instagram (#grateful, a versão em inglês, passa dos 4 milhões) marcados com uma das hashtags mais populares da vez. É um tal de agradecer por conquistas, amizades, família, viagens, paisagens e comidas que a palavra, tradicionalmente restrita a discursos religiosos, ganhou novo fôlego. Desta vez, mais pop. Há variações do mesmo tema. Há quem agora poste apenas as mãozinhas. Outros escrevem: #gratidãoeterna, #gratidãoaouniverso, #gratidãotododia e por aí vai.

No lançamento do seu livro A moda imita a vida, o publicitário André Carvalhal, que é usuário do termo no Instagram, chegou a fazer um carimbo com a palavra gratidão para estampar as dedicatórias. Tudo começou há cerca de um ano, quando resolveu fazer cursos de autoconhecimento. Assistiu a aulas na Casa Sou.l, participou de palestras da Arte de Viver e conheceu a comunidade alternativa Piracanga, no sul da Bahia.

“Me conectei com tribos que tinham linguagens próprias. E ‘gratidão’ foi o que mais me emocionou. Era sempre usada pelas pessoas mais conectadas energeticamente. Para mim, tem um sentido mais forte do que o obrigado”, conta ele, que viu o termo passar de exclusivo de certos grupos para virar um meme na rede social.

Anna Azambuja, diretora de comunicação da Sociedade Budista do Brasil, concorda que a palavra “obrigado” pode denotar algo como obrigação.Gratidão se aproxima mais do sentido que ‘obrigado’ tem”, diz Anna. “No budismo, gratidão é considerada uma qualidade saudável a ser cultivada na mente, bem como amizade amorosa, mudita (contrário da inveja) e compaixão”, explica

O acadêmico Domício Proença ressalta que gratidão significa reconhecimento por algum benefício. De modo geral, costuma-se expressar gratidão a alguém que nos prestou um serviço, nos fez um favor ou nos trouxe ajuda. O curioso, ele observa, é que nas redes sociais a palavra não é destinada a alguém específico.Nesse espaço da rede social, a palavra continua com a significação básica: ser grato. A novidade é a forma de passar a mensagem, que agora se centraliza no reconhecimento pelo benefício e ilustra, com as imagens, a razão dele. Amplia-se o seu uso para além dos arranjos usuais da língua. Em síntese: novos tempos, novas tecnologias, novas linguagens, novas propostas de comunicação”, comenta Domício.

Hashtags como estas surgem para marcar um hábito cotidiano e criar um discurso coletivo e colaborativo, segundo Fabio Malini, coordenador do Laboratório de Pesquisa sobre Imagem e Cibercultura (Labic), da Universidade Federal do Espírito Santo. O especialista em redes sociais notou que #gratidão muitas vezes acompanha termos como felicidade, amor, viagem, vida e família.

“Entre os significados que essa tag carrega está o de que a vida vale a pena. As pessoas celebram muito o próprio corpo, a relação com a natureza, as paisagens, etc. A hashtag vira uma espécie de bordão do bem”, observa Malini. “Há quem veja essas postagens a partir de um ângulo exibicionista, mas, nesse caso, acho que é um movimento psíquico interessante: o exercício dos usuários para construir uma narrativa sobre si mesmos que seja atraente para os outros e que faça também com que eles se admirem.”

A psicanalista Monica Donetto Guedes acredita que o termo vem sendo usado como um contraponto à culpa pela exposição excessiva.Existe um viés de usar a palavra como uma desculpa para se expor de forma menos arrogante. É uma maneira de mostrar que você está bem sem passar uma imagem vaidosa, como se a palavra tivesse o poder de minimizar a culpa, reparar aquela exposição ou até ser uma proteção contra o olhar crítico. Brincando com as possibilidades do Instagram, a gratidão é como um filtro de proteção psíquica ao ataque do outro”, comenta ela, que cita o livro “Inveja e gratidão”, de Melanie Klein, como uma boa fonte para entender o comportamento contemporâneo.

Carvalhal acredita que a legenda foi banalizada:Virou quase piada para certas pessoas. Tem quem tenha adotado genuinamente, mas tem muito de modismo. Para alguns será passageiro, para outros, como eu, entrou para a vida.”

Carolina Bergier, empreendedora social e co-fundadora da Casa Sou.l, concorda que a popularidade da hashtag pode ter diluído o verdadeiro sentido da palavra gratidão.Eu acho engraçado a palavra ‘obrigada’ ter virado ‘gratidão’, que tem uma conotação sagrada. As pessoas se conectam com a palavra, mas podem ainda não se conectar com a sensação. Ao mesmo tempo acho válido a palavra ter se espalhado, já que isso pode fazer com que pessoas busquem realmente uma espiritualidade. Talvez elas não sintam a gratidão, mas querer mostrar ao outro que desejam senti-la já é um caminho, um primeiro passo. Acho que o mundo está tão louco que o inconsciente coletivo está pedindo gratidão”, afirma Carolina, que não usa gratidão ou obrigada e sim um “te agradeço”. “Acho mais suave.”


Nota: Conforme comentou um doutorando em Filosofia, amigo meu, “essa é mais uma aparente inocente mudança nos padrões. Mas o que se quer estabelecer é um descompromisso, a perda do sentido de dever e obrigação, sendo substituído por uma noção vaga, mística e pseudorreligiosa, obviamente, de ‘gratidão’, mas que no fundo é um esvaziamento mesmo do sentido de obrigação. Isso significa que perante Deus, por exemplo, só temos ‘gratidão’ e não mais uma obrigação com Ele. Já vi muitas pessoas religiosas entrarem nessa onda de ‘gratidão’, sem perceber o que está por trás disso.”

domingo, janeiro 15, 2017

Enem poderá ser feito em dois domingos

Momento de mobilização e oração
O governo estuda aplicar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em dois domingos ou até mesmo num dia só. A ideia constará da consulta pública que o Ministério da Educação (MEC) pretende lançar na próxima semana com sugestões de mudanças no teste, que tradicionalmente ocorre num sábado e domingo consecutivos. Um dos motivos seria evitar submeter os candidatos sabatistas a uma espera de mais de cinco horas, dentro das salas, antes do início das provas, que só ocorre para eles quando o sol se põe. Mas a mudança também busca uma redução nos gastos com o teste, que em 2016 custou R$ 798,8 milhões. A secretária-executiva da pasta, Maria Helena Guimarães de Castro, afirmou ao Globo que a ideia vem sendo amadurecida dentro de uma série de medidas que devem ser adotadas já em 2017 para focar o Enem nos participantes que pretendem usar o exame para entrar no ensino superior público e privado. A maioria das universidades estatais utiliza a nota do teste na seleção dos candidatos, da mesma forma que o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (ProUni) faz para preencher vagas em instituições particulares.

“Se vai ser em um dia ou dois, esse é o ponto principal. Mas não tem nada resolvido ainda. Claro que se fizer só em um dia, vai ter que fazer mudanças na prova. Fazer em dois domingos é uma outra hipótese- disse a secretária.”

Pelas regras atuais, os participantes sabatistas têm de entrar nos locais de prova no mesmo horário que os demais, ou seja, às 13h. Mas só começam a fazer a prova após o sol se pôr. Eles somaram 76,2 mil candidatos na edição passada do Enem. Apesar do número absoluto significativo, representam menos de 1% dos 8,6 milhões de inscritos. Mesmo assim, manter a estrutura para atender aos sabatistas pode ter um custo elevado. Monitores e fiscais, por exemplo, têm jornada dobrada, além das dificuldades de logística para dar assistência a pequenos grupos em todo o país.

Cálculos nesse sentido estão sendo considerados pelo governo, para diminuir o tamanho do público do Enem, conforme antecipou o Globo em novembro. Além da redução de custos, a medida resultaria em uma operação menos complexa, em termos de segurança, riscos de vazamento e logística. A ideia ganhou corpo com o elevado índice de abstenção verificado no ano passado: 30,4%. Foi a maior taxa desde 2009, quando o teste começou a funcionar em caráter nacional como vestibular para universidades públicas e registrou 37% de ausentes.

Ao apresentar o dado, o ministro da Educação, Mendonça Filho, pontuou que os faltosos representaram um desperdício de R$ 236 milhões aos cofres públicos e defendeu publicamente a necessidade de modificações no exame. O custo inicial do Enem no ano passado era de R$ 788,3 milhões, mas a prova foi adiada para parte dos alunos devido às ocupações de escolas, elevando o valor para R$ 798,8 milhões. Na mesma ocasião do balanço do exame, o ministro reclamou das condições reservadas aos sabatistas, mas não anunciou medidas concretas para mudar a situação. […]


Nota: É momento de todos os sabatistas se mobilizarem, se unir em oração e ficar atentos para a forma como o assunto será votado. […]

sexta-feira, janeiro 13, 2017

Vasos sanguíneos em fóssil de dinossauro

Vasos sanguíneos em fóssil
O paleontólogo molecular Tim Cleland isolou vasos sanguíneos a partir de um osso do pé de um Brachylophosaurus. Ninguém havia feito isso antes. Em seguida, sequenciaram e identificaram várias proteínas compreendendo as paredes musculares lisas dos vasos. Isso incluiu a miosina, que é um componente importante das paredes vasculares hoje. Eles se esforçaram muito para garantir que as proteínas realmente pertenciam ao dinossauro e não eram contaminantes de animais modernos, micróbios ou fungos. Por exemplo, para isolar e estudar os vasos sanguíneos dos dinossauros, eles usavam equipamentos de laboratório que nunca tinham sido expostos a tecidos de animais modernos. Isso deve colocar em repouso as acusações de que suas sequências de proteínas antigas anteriormente relatadas eram muito perfeitas, muito modernas e também não afetadas pela degradação do tempo e, portanto, eram obviamente contaminantes do mundo moderno.

(Leia mais aqui, no site do Answers in Genesis)

Consumo de carne vermelha causa inflamação no intestino

Problemas e mais problemas
Os homens que consomem muita carne vermelha sofrem com mais frequência de um tipo comum de inflamação do intestino, chamada diverticulite, revelou um estudo publicado na terça-feira. Essa doença é provocada pela inflamação de um ou vários divertículos – pequenas bolsas de tecido que se formam na mucosa interna do intestino. O estudo comparou o grupo composto por 20% dos participantes que consumiam mais carne vermelha com os 20% que consumiam menos, e concluiu que os casos de diverticulite foram 58% mais numerosos no primeiro grupo, explicaram os pesquisadores, em sua maioria acadêmicos da Universidade de Harvard. Os dados foram extraídos de um amplo estudo epidemiológico nos Estados Unidos, que analisou as respostas de mais de 46 mil homens questionados periodicamente desde 1986. A cada quatro anos, os participantes responderam a perguntas sobre seus hábitos alimentares no ano anterior, especificando seu consumo de carne vermelha, frango e peixe. As opções variavam desde “nunca ou menos de uma vez por mês” até “seis vezes por dia ou mais”.

Do total do grupo, 764 homens desenvolveram diverticulite, o que equivale a 1,6%. Os especialistas destacaram que o estudo só mede uma coincidência estatística, sem expressar uma relação de causalidade.

Os grandes consumidores de carne vermelha também fumavam mais que a média, praticavam menos esportes e recorriam mais vezes a anti-inflamatórios e analgésicos.

A equipe desenvolveu algumas hipóteses, entre elas a de que o consumo elevado de carnes vermelhas poderia perturbar o equilíbrio das bactérias que vivem no intestino.

A diverticulite é uma condição relativamente comum que pode ter consequências graves em 4% dos casos (abscessos, peritonite, perfuração do intestino), destacaram os autores do estudo, publicado na revista médica Gut, que depende da publicação British Medical Journal (BMJ).

quinta-feira, janeiro 12, 2017

Evoestória: humanos tiveram rabo e o perderam duas vezes

Mais uma estória para sua diversão
[Meus comentários seguem entre colchetes. Não deixe de conferir também os hiperlinks. – MB] O ser humano já teve rabo. Sim, nossos antepassados que andavam sobre quatro patas [sic] possuíam uma longa cauda e isso não é surpresa para ninguém [claro que não, afinal, em lugar de humanos, eram simplesmente macacos]. A novidade, apontada em um estudo publicado recentemente pela revista Current Biology, é que não foi apenas em uma oportunidade que deixamos de possuí-la. Foram duas. Vestígio do tempo em que nossos antepassados andavam sobre quatro patas [mera suposição assumida como fato], o cóccix foi o que sobrou da segunda – e definitiva – perda da cauda humana. Isso ocorreu quando passamos a andar de pé [ocorre que o cóccix tem, sim, função atualmente e essa história é uma falácia. Confira aqui.]. Muito antes, porém, houve uma outra ocasião em que nossos parentes distantes [sic] perderam o rabo. E essa descoberta está presente em uma pesquisa desenvolvida pela paleobióloga Lauren Sallan, do Departamento de Ciências da Terra e do Meio Ambiente da Universidade da Pensilvânia.

Sallan analisou o fóssil de 350 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] do Aetheretmon valentiacum, um peixe que possuía dois tipos de caudas, uma sobre a outra: uma delas era carnosa, ligada à vertebra do animal; a outra, mais flexível, funcionava como uma nadadeira. O estudo provou [!] que, enquanto os descendentes do peixe que permaneceram como animais aquáticos mantiveram o rabo flexível, suprimindo o carnoso, os animais que saíram da água, dando origem aos tetrápodes [leia mais sobre essa lenda aqui], fizeram o caminho oposto, desenvolvendo a cauda carnosa [gostaria de saber como puderam provar essa macroevolução hipotética, já que não dispõem da sequência de fósseis necessária para mostrar a evolução sucessiva e as múltiplas adaptações necessárias para permitir que um peixe saísse da água e passasse a caminhar]. Ao mesmo tempo, o rabo flexível deu origem aos membros, como pernas e braços – foi aí, ao perder essa cauda flexível que nossos antepassados perderam o rabo pela primeira vez [é fácil falar, difícil é provar que um rapo flexível teria dado origem a patas].

Para a cientista Tábita Hünemeier, professora do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva da USP, “provavelmente, o rabo carnoso nos teleósteos [peixes modernos] se perdeu por seleção natural, já que sobreviveram os que eram mais rápidos na água”. Por outro lado, ela explica, os animais que passaram do ambiente aquático para o terrestre precisavam de outra habilidade [a verdade é que eles precisavam de muitas habilidades sem as quais não teriam a menor chance em um ambiente terrestre. Como puderam sobreviver até que elas evoluíssem?]. “Talvez a estabilidade, adquirida com um rabo carnoso, fosse mais importante do que a rapidez.”

Quando nossos antepassados primatas fizeram a transição para a bipedia, ou seja, passam a andar de forma ereta, ocorreu a segunda perda de rabo. “A cauda humana provavelmente foi eliminada porque ela foi sendo excluída junto com outras características. O andar ereto é mais importante do ponto de vista evolutivo. E a perda da cauda pode ter ocorrido simplesmente ‘de carona’”, diz Hünemeier. [Talvez, provavelmente, pode ser... Não estava provado?]

Professor de arqueologia na Universidade Federal do Rio Grande, Danilo Vicenssoto avalia que o estudo agrega novidades importantes, principalmente na área da biomecânica, que explica a evolução da movimentação dos animais de quatro patas. “Toda novidade em pesquisa evolutiva é sempre bem-vinda porque nós temos um quebra-cabeça de 10 milhões de peças e que na nossa caixinha só vieram mil peças [mas com tão poucas peças eles conseguem contar estórias fantásticas!]. Então qualquer peça nova que entra a gente consegue ver é muito importante”, ressalta o cientista.


quarta-feira, janeiro 11, 2017

Montanha do sexo e pastoras lésbicas: relativismo religioso

Desculpas culturais para o pecado
Gunung Kemukus é uma montanha em Java, a principal ilha da Indonésia, que a cada 35 dias recebe muçulmanos de todo o país para participar de um ritual insólito. O evento acontece em uma data auspiciosa segundo o ciclo Wetonan, que sobrepõe os cinco dias do antigo calendário javanês aos sete dias do calendário moderno (7 x 5 = 35). Quando a escuridão cai no misterioso local, os peregrinos acendem velas e se sentam em esteiras ao redor das sagradas árvores dewadaru e das raízes retorcidas de enormes figueiras. Na montanha “mágica”, há um túmulo no qual se acredita estarem guardados os restos mortais de um legendário príncipe e de sua amante. “O jovem príncipe Pangeran Samodro fugiu com a rainha Nyai Ontrowulan, que era sua madastra”, conta Keontjoro Soeparno, psicólogo social da Universidad Gadjah Mada em Yogyakartax, na Indonésia. “Eles se esconderam em Gunung Kemukus.” Até o dia em que, flagrados durante uma relação sexual, foram assassinados e enterrados no cume da montanha. Os peregrinos acreditam, assim, que se cometerem adultério nesse local serão “abençoados com boa sorte”, explica Seoparno, que estudou o ritual durante 30 anos. Por isso, Gunung Kemukus é também conhecida como a “montanha do sexo”.

O ritual começa com orações e oferendas de flores ao túmulo de Pangeran Samodro e Nyai Ontrowulan. Em determinado momento, os peregrinos devem banhar-se em um dos dois riachos sagrados da montanha. E, em seguida, fazer sexo com uma pessoa desconhecida. “Para receber bênçãos e dinheiro, é preciso fazer sexo com alguém que não seja seu marido ou mulher. Tem de ser alguém que você não conheça”, destaca Soeparno. “Além disso, deve ser em Juman Pon (quando a sexta-feira coincide com Pon, um dos cinco dias do calendário javanês). A relação sexual tem de acontecer a cada 35 dias sete vezes consecutivas, de forma que dure em torno de um ano”, explica. “Se por algum acaso não seja possível completar as sete vezes, é preciso começar tudo de novo. Essa é a parte difícil, especialmente para quem não é tão jovem. O compromisso entre os dois é muito significativo: eles têm de trocar telefones e endereços, e combinar aonde vão se encontrar da próxima vez.”

As noites mais concorridas podem reunir até oito mil peregrinos. “A maioria é dona de pequenos negócios. Eles esperam que, se completarem o ritual, suas vendas vão melhorar, vão ganhar muito dinheiro e terão muito sucesso”, afirma Soeparno.

Desde a década de 90, a montanha ganhou uma pequena infraestrutura para acomodar a multidão. Além do santuário, há um restaurante onde é possível comprar chá, macarrão e amendoim. Na parte de trás dele, é possível alugar um dos dois pequenos quartos.

Vejo uma mulher de véu e um homem, ambos com cerca de 50 anos, sumindo atrás de uma cortina para completar o ritual em um dos quartos. Ao tentar entrevistá-los, eles fogem, e a dona se aproxima para pedir que deixemos o local. “O que acontece é que eles só estão juntos aqui na montanha. Se aparecerem na TV e seus respectivos cônjuges souberem disso, terão problemas. Aconteceu isso antes com o ex-proprietário desse restaurante: um homem apareceu na TV falando com uma mulher em uma noite e seus familiares o viram. A família ficou arrasada e o casal se divorciou”, afirmou. Anteriormente, os casais faziam sexo ao ar livre, mas depois começaram a alugar quartos por valores irrisórios.

Dentro do santuário, Pak Slamat está lendo o Alcorão. Quando terminar, vai procurar uma amante. “Aqui há muitas pessoas que te dizem que funciona, que antes de vir aqui seu negócio não estava dando certo e depois se recuperou. Deve ser controlado por Alá (Deus). Não há ninguém maior do que Alá”, afirma. “Se vejo uma mulher que esteja disponível, me aproximo dela. Não ligo só para a aparência. O que vem de dentro é o mais importante. Já que estamos fazendo sexo com um objetivo, nossa motivação interna deve ser a mesma”, acrescenta.

Pak Slamat é casado e tem três filhos. Sua mulher não sabe onde ele está – ela acredita que ele esteja na mesquita, rezando. “Ela não teria permitido que eu viesse para cá, mas o importante é que eu estou fazendo isso pelo bem dos negócios.” [...] (UOL Notícias)

Igrejas que aceitam como pastores homossexuais ativos não são novidade nos Estados Unidos e na Europa. Já existem casos no Brasil também, contudo Sally Sarratt e Maria Swearingen não fundaram sua própria igreja “inclusiva” como geralmente é o caso. Elas foram escolhidas como pastoras da Calvary Baptist Church, uma igreja histórica de Washington, fundada há 155 anos. Oficialmente, passarão a ser co-pastoras e responderão pela congregação apenas no final de fevereiro, mas o anúncio gerou amplo debate entre a comunidade evangélica americana. Sally e Maria já estavam casadas quando foram ordenadas, em 2015.

A Calvary Church explica que sempre teve uma “visão progressiva”, pois começou reunindo um pequeno grupo de abolicionistas quando a escravidão era a norma. Em um comunicado, ressaltou que sempre “se beneficiou da liderança das mulheres em todos os níveis da vida da Igreja”.

A presidente do comitê que selecionou as duas para o cargo, Carol Blythe, disse: “Fomos surpreendidos pela grande fé e compromisso que elas têm de ser parte de uma comunidade evangélica. Ficamos impressionados como os dons, talentos e a experiência das duas correspondeu às nossas prioridades.”

Durante a maior parte de sua história, a igreja fez parte da Convenção Batista do Sul, maior denominação evangélica americana. Contudo, por defender o casamento de pessoas do mesmo sexo, desligou-se em 2012. (Gospel Prime)

Nota: Duas notícias aparentemente sem relação revelam o mal do relativismo na leitura de livros sagrados e na compreensão da religião. Muçulmanos aprovando a mentira, a licenciosidade e a traição em nome de um “bem maior”, ou seja, a prosperidade material; e uma igreja cristã aprovando um tipo de relacionamento que, sob a ótica bíblica, não pode ser chamado de casamento. Embora o Islã até aprove a poligamia, o adultério é condenado. Mas alguns muçulmanos indonésios “deram um jeitinho” de adaptar a religião aos seus desejos carnais. A Bíblia condena a prática do sexo entre pessoas do mesmo gênero e é preciso muito malabarismo exegético para defender algo diferente do casamento heteromonogâmico. Quando se acomoda a revelação divina às vontades humanas, tudo é permitido. As pastoras batistas norte-americanas não podem condenar a atitude dos indonésios, assim como eles não poderiam condená-las. Por uma porta através da qual para um boi, passa também uma boiada. E assim caminha a humanidade, cavando cada vez mais o fundo do poço. [MB]

terça-feira, janeiro 10, 2017

Cientistas reproduzem teia de aranha em laboratório

Design inteligente só na cópia?
Flexível, leve e biodegradável, mas mais forte do que o aço: pesquisadores disseram na segunda-feira (9) que conseguiram produzir com sucesso teia de aranha sintética, um dos materiais mais fortes da natureza. Refinados através do longo processo de evolução [sic], os fios de seda tecidos por aranhas são 30 vezes mais finos do que um cabelo humano e mais fortes do que Kevlar, uma fibra sintética utilizada na fabricação de coletes à prova de bala. Os cientistas se esforçam há muito tempo para copiar as propriedades únicas desses fios, que são basicamente longas cadeias de moléculas de proteínas ligadas. Ao tecer, a aranha secreta uma solução proteica através de um canal estreito, ao longo do qual a acidez muda e a pressão aumenta, fazendo com que as moléculas se liguem e formem cadeias. Mas as aranhas são particularmente difíceis de se criar – produzem pequenas quantidades de seda e têm uma propensão para comer umas às outras.

Agora uma equipe de pesquisadores da Suécia disse que conseguiu copiar o feito das aranhas usando proteínas em bactérias E. coli e um “aparelho de fiação” que imita as mudanças de pH que as aranhas usam para fazer seda, segundo um estudo publicado na revista Nature Chemical Biology. “Isso nos permitiu pela primeira vez tecer seda de aranha artificial sem usar produtos químicos agressivos”, disse à AFP o coautor do estudo Jan Johansson, da Universidade Sueca de Ciências Agrárias, em Uppsala. “As altas quantidades de proteínas produzidas em bactérias nos permitem tecer um quilômetro das fibras biomiméticas com apenas um litro de cultura de E. coli”, acrescentou.

Os fios são biocompatíveis e podem ser úteis na medicina regenerativa, disse a equipe. Eles podem ser usados, disse Johansson, para a reparação da medula espinhal ou em células-tronco em crescimento para reparar corações danificados. A invenção também pode ser útil na indústria têxtil – para tornar ainda mais leve e mais forte a proteção do corpo, por exemplo.


Nota: Os evolucionistas continuam querendo nos convencer de que os cientistas gastaram tempo, dinheiro e precisaram usar muita inteligência para copiar um processo que, na natureza, surgiu por mero acaso e mutações fortuitas selecionadas pela todo-poderosa seleção natural. Você acha mesmo que um laboratório químico e de engenharia ultra avançada teria simplesmente surgido? “Ao tecer, a aranha secreta uma solução proteica através de um canal estreito, ao longo do qual a acidez muda e a pressão aumenta, fazendo com que as moléculas se liguem e formem cadeias.” Qual dessas etapas e substâncias teriam surgido primeiro? E se surgissem, que utilidade teriam, até que pudessem trabalhar em cadeia com as demais substâncias e etapas? Isso se chama complexidade irredutível, meu amigo. [MB]

Convite para paleontólogos e geólogos


Três perguntas a se fazer antes de compartilhar conteúdo

É importante sempre manter o foco
Um dos vilões da saúde mental é o grande volume de informação ao qual temos acesso apenas com a ponta do dedo. Para ter uma ideia da enxurrada de informações que inundam nosso cérebro e sobrecarregam nossa mente, trazendo estresse e outras enfermidades psíquicas, apensas uma edição atual de um jornal como o New York Times “contém mais informação do que uma pessoa comum poderia receber durante toda a vida na Inglaterra do século 17”! Além de nossa saúde ser afetada pelo excesso de informação, somos afetados pela quantidade absurda de conteúdo de baixa qualidade, incluindo os boatos “religiosos” que não trazem crescimento espiritual e não aproximam a pessoa de Jesus Cristo. Por isso, precisamos ser criteriosos e inteligentes para não ficar sobrecarregados, doentes, perdidos e distraídos neste mar de informações. Necessitamos de “faróis” que indiquem o caminho certo na escolha de conteúdo que esteja relacionado com o que é verdade divina (para um conceito de “verdade”, leia João 14:6) e que formem pessoas sábias e capazes de fazer a diferença no mundo.

Quando for comunicar e compartilhar alguma informação religiosa e espiritual em suas redes sociais, sugerimos que faça três perguntas a si mesmo que poderão servir de faróis e ao mesmo tempo norteá-lo, a fim de que faça uso sábio da internet. Pergunte-se: É um assunto bíblico? Motiva as pessoas a ter mais contato com a Bíblia? Exalta princípios e motiva as pessoas a crescer?