domingo, abril 26, 2015

Caem por terra mais duas evidências da evolução

Castelos de areia
Fósseis que não eram fósseis e ossos de patas que não eram patas…

A vida não está nada fácil para os evolucionistas, afinal, duas evidências apresentadas ad nauseam na imprensa, em artigos científicos e livros didáticos simplesmente caíram por terra com novas e mais acuradas pesquisas científicas. O primeiro caso trata-se dos chamados “fósseis mais antigos do mundo” – os microfósseis de supostos 3,4 bilhões de anos de Apex Chert. De acordo com os pesquisadores, pilhas de minerais acabaram manchadas durante a circulação de fluidos, dando a impressão de haver fósseis dentro das rochas – mas não havia nada. Os novos dados foram publicados na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. [Continue lendo.]

Isaac & Charles: as patas da baleia

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A influência da música sobre o paladar

Fatores emocionais e sensoriais
Quem curte música provavelmente já se sentiu mais feliz ou mais triste depois de ouvir certas canções. Mas o que talvez poucos tenham percebido é que a música também pode afetar a nossa percepção do gosto de alimentos. Quem descobriu isso foi David Wesley Silva em sua pesquisa para a dissertação de mestrado na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp. Ele constatou que músicas romântica e clássica podem contribuir para ampliar o grau de aceitação de um alimento, enquanto o rock e o chorinho podem exercer efeito contrário. Para o estudo, Silva, que é graduado em Música, mas tinha grande interesse em nutrição e bioquímica, criou um minibolo especial que pudesse ser consumido por celíacos, diabéticos, vegetarianos e outras pessoas preocupadas em manter uma dieta mais saudável. Por isso, ele criou seis variações da receita; em algumas delas, excluiu a farinha de trigo, o açúcar, o ovo e o leite; algumas vezes, adicionava milho, biomassa (polpa de banana verde), edulcorantes (adoçantes: sucralose e estévia), amêndoa e coco. Essas receitas foram provadas por um grupo de 120 voluntários enquanto ouviam quatro gêneros musicais (rock, chorinho, música clássica e música românica). Eles também tiveram que degustar o bolo sem ouvir música nenhuma, como forma de controle.

Rock e chorinho provocaram menor aceitação em determinados atributos do alimento por parte dos provadores, e esse impacto variou entre as seis formulações diferentes do minibolo. Silva explica:

“No caso do chorinho, nossa hipótese é de que ele exerce esse tipo de influência por ser agitado e ao mesmo tempo nostálgico. No caso do rock, há também a questão da agitação. Em comum, os dois gêneros apresentam padrões rítmicos enfatizados sobre os outros elementos musicais [melodia, harmonia, etc.], o que pode desviar a atenção do provador. Relacionamos também estudos que apontam para uma atuação fisiológica no sistema nervoso, o que pode influenciar a resposta sensorial.”

Já a música romântica instrumental e a clássica colaboraram para a maior aceitação dos minibolos. O autor diz que é preciso estudar o tema mais a fundo, mas sua teoria é a seguinte:

“Esses gêneros tendem a acalmar as pessoas. Tal relaxamento provavelmente causa maior disponibilidade nas pessoas para aceitar o alimento. Outros estudos apontam para associação da música clássica a conceitos de status social, autoestima e sofisticação. Sabemos que a música produz variados efeitos físicos, psicológicos e emocionais, mesmo cognitivos. De outro lado, as pessoas têm as suas preferências, associadas à cultura e histórico de vida.”

Quem ouviu música teve média de aceitação até 14,4% maior em comparação com aqueles que não ouviram. Essa informação pode ser muito útil para restaurantes – ou para quando você quiser impressionar alguém com seus dotes culinários!

Pesquisas associando alimentos e música ainda estão em estágio inicial (o que torna o estudo na Unicamp ainda mais bacana e vanguardista), mas existem várias envolvendo outros tipos de sons. Ao Jornal da Unicamp, Silva mencionou um estudo no qual voluntários degustaram um sorvete de bacon e ovos (!). Quando os cientistas colocaram sons de pintinhos durante essa degustação, as pessoas relataram ter sentido mais forte o gosto de ovo. Quando tocaram um som de fritura, os provadores achavam que o sorvete tinha mais sabor de bacon.

Outro estudo usado como referência foi realizado pelo Laboratório de Pesquisa Crossmodal da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Em 2012, foram compostas duas trilhas sonoras diferentes para acompanhar a degustação de alimentos: uma com “elementos musicais doces” e outra com “elementos musicais amargos”. Quando voluntários provavam o cinder toffe (um doce de café e caramelo tradicional no país) ouvindo os “sons doces”, eles acharam a sobremesa também mais doce. Quando ouviam o “som amargo”, comentavam que tinham comido algo amargo.


Nota: Levando em conta que a música tem grande efeito sensorial, emocional e psicológico, seria interessante alguém, no contexto cristão, verificar cientificamente o efeito dos estilos musicais no culto e na adoração a Deus. Será que alguns estilos predispõem à reflexão enquanto outros levam ao emocionalismo vazio? Será que alguns promovem a alegria reverente enquanto outros estimulam o êxtase irrefletido? Fica aí a dica para uma pesquisa interessante. [MB]

Leia também: "O poder da música"

Pior terremoto no Nepal em 81 anos deixa 2 mil mortos

Cerca de 2 mil mortos e 5 mil feridos
O tremor de magnitude 7,8 atingiu uma área entre a capital, Kathmandu, e a cidade de Pkhara, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos. Outras milhares de pessoas ficaram feridas e centenas mais podem estar sob os escombros. “Kathmandu foi muito afetada pelo terremoto. Algumas áreas estão completamente destruídas”, diz Sandesh Kaji Shrestha, que mora na capital do Nepal. “Tenho ajudado a retirar pessoas dos escombros junto com um amigo. Não há equipes de resgate suficientes aqui. Os hospitais estão fora de controle. Precisamos de ajuda.” Também houve vítimas na Índia, em Bangladesh, no Tibet e no Monte Everest, onde foram registradas avalanches. O governo do Nepal declarou estado de emergência nas áreas afetadas, e diversos países ofereceram ajuda para lidar com o desastre. Ainda não se sabe o tamanho do estrago na região do epicentro, já que as informações são escassas, o que pode fazer com que o número de mortos seja maior. Segundo o ministro de Informação, Minendra Rijal, há uma “grande destruição” nesta área. “Precisamos de ajuda de várias agências internacionais, que têm mais conhecimento e equipamentos para lidar com esse tipo de emergência que estamos enfrentando.”

As avalanches desencadeadas pelo terremoto no Monte Everest mataram dez pessoas. Outras estão desaparecidas. Na Índia, foram registradas 40 mortes. Equipes de resgate procuram por sobreviventes nos escombros de prédios que desabaram na capital. Diversas construções históricas foram destruídas, incluindo a torre Dharahara, um dos símbolos da cidade.

O sistema de telecomunicações foi afetado. Há relatos de que o aeroporto da capital também foi danificado, o que poderia afetar as operações de ajuda. “Foi muito assustador. A terra estava se mexendo... Eu estou esperando por tratamento mas a equipe (do hospital) está sobrecarregada”, disse um ferido à agência AP. [...]

Antes deste desastre, o pior terremoto do Nepal havia ocorrido em 1934 e deixado 8,5 mil mortos. Este foi o pior terremoto registrado no país em 80 anos.


Os piores terremotos recentes

Irã, 2003: Mais de 26 mil pessoas mortas em um tremor de magnitude 6,6 próximo à cidade de Bam.

Indonésia, 2004: Um terremoto devastador de 9,1 graus gerou uma tsunami, que matou mais de 230 mil em vários países.

Kashmir, 2005: 100 mil pessoas foram vítimas de um tremor de de 7,6 graus.

China, 2008: Cerca de 90 mil foram mortos por um terremoto de magnitude 7,9 na província de Suchuan, no leste do país.


Haiti, 2010: Mais de 220 mil pessoas foram mortas por um tremor de 7 graus.


Nota: Infelizmente, esse tipo de evento tende a aumentar à medida que o fim se aproxima. Felizmente, o fim se aproxima. [MB]

DSTs afetam a fertilidade feminina

Atitudes impensadas estragam o futuro
O número de jovens infectados vem aumentando e pode prejudicar possibilidade de gestação

Os jovens brasileiros estão recebendo cada vez mais informações em relação às formas de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Segundo uma pesquisa do Ministério da Saúde, realizado em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e com apoio do Ministério da Educação, 89,1% dos adolescentes dizem ter recebido algum tipo de orientação sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e 69,7% dos entrevistados sabiam que é possível adquirir preservativos gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). 

No entanto, mesmo com a informação em mãos, a população mais atingida pelas DST é formada por jovens em idade reprodutiva. Ocorrem, no mundo, cerca de 340 milhões de casos de DST por ano, dos quais mais de 10 milhões estão no Brasil. Consideradas como um dos problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo, algumas dessas infecções (causadas por vírus, fungos, protozoários e bactérias) afetam significativamente a saúde sexual e reprodutiva feminina, principalmente quando não tratadas. Dentre essas doenças se destaca a clamídia, a DST mais prevalente no mundo. Entre as principais consequências, é possível ressaltar a gravidez ectópica e a infertilidade.

As doenças sexualmente transmissíveis estão entre as principais causas de busca por assistência no mundo, com grandes consequências econômicas, sociais e sanitárias. O problema é que muitas vezes essas infecções são silenciosas. Algumas dessas doenças afetam significativamente a saúde sexual e reprodutiva feminina e tornam o organismo mais vulnerável a outras doenças. 

Usar preservativos em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DST [isso não é bem verdade e já digo por quê]. Além de prevenir contra doenças, ele ajuda a manter a mulher saudável do ponto de vista reprodutivo. No caso de infertilidade, as infecções que mais podem afetar são aquelas que atuam sobre as tubas uterinas, estrutura que transporta o espermatozoide ao óvulo e leva o embrião ao útero. 

Algumas bactérias mais agressivas provocam uma Doença Inflamatória Pélvica (DIP), causando dilatação e posterior obstrução tubária. Entre as mais frequentes estão a bactéria gonococo (causadora da gonorreia) e a clamídia, que pode ser totalmente assintomática e obstruir as tubas. 

A boa notícia é que grande parte das DST tem tratamento [e as outras tantas que não têm cura?] e, se descoberta ainda no início, não costuma ter graves consequências. A melhor forma de detectar se você se contaminou é, no caso de uma relação desprotegida, procurar o seu médico. Faça isso o mais rápido possível para que a doença seja tratada logo no início e não acabe ou adie o seu sonho de ser mãe. 


Nota: Já disse algumas vezes aqui e repito: o único sexo realmente seguro é aquele em que o casal se mantém virgem até o casamento e pratica, dali por diante, o sexo nesse contexto (monogâmico, heterossexual e fiel). Aí não haverá nada para se temer. Preservativos podem ajudar a proteger, mas não totalmente. O HPV, por exemplo, pode ser transmitido pelo contato da pele das áreas íntimas, mesmo com o uso da camisinha. E ainda não inventaram preservativo para o cérebro e os sentimentos. O sexo deixa profundas marcas emocionais e mesmo neurológicas em seus praticantes. Por isso, é preciso que exista uma relação de compromisso, amor e fidelidade, para que esse poderoso elo entre um homem e uma mulher seja uma bênção e não uma maldição. Os que dão rédeas soltas a seus desejos hoje podem estar estragando um futuro de prazer real e puro. Além de se arriscar a perder a capacidade de gerar filhos, por conta de memórias e experiências prévias, podem prejudicar o casamento mesmo. [MB]

quinta-feira, abril 23, 2015

Mais antiga evidência de vida na Terra está errada

Os fósseis que não eram fósseis
Análise do que eram chamados “fósseis mais antigos do mundo” - os microfósseis de 3,4 bilhões de anos de Apex chert - sugere que eles, na verdade, não são fósseis. De acordo com os pesquisadores, pilhas de minerais apenas deram essa aparência dentro das rochas. Esses microfósseis são frequentemente rotulados como a mais antiga evidência de vida na Terra. Agora, os livros didáticos podem ser reescritos com base nessas novas reivindicações. David Wacey, um curador na Universidade da Escola de Ciências da Terra de Bristol, trabalhou em colaboração com o falecido professor Brasier. Eles revelaram os novos dados, publicados na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA, que mostraram que os microfósseis de Apex chert compreendem pilhas de minerais de argila em forma de placa, dispostos em cadeias semelhantes a vermes ramificados e cônicos. O carbono foi absorvido para as bordas desses minerais durante a circulação de fluidos, dando uma falsa impressão de vida fossilizada.

Wacey e sua equipe examinaram fatias ultrafinas de candidatos a “microfósseis”, para construir mapas em nanoescala de seu tamanho, forma, química e distribuição de carbono mineral. “Logo ficou claro que a distribuição de carbono era diferente de todas as outras observadas em microfósseis autênticos”, disse ele. “A falsa aparência de compartimentos celulares é dada por vários pratos de minerais de argila que têm uma química inteiramente compatível com um ambiente hidrotermal de alta temperatura.”

Ele disse que, em alta resolução, ficou claro que os “microfósseis” “pareciam ter uma morfologia espetada”, que era devido aos cristais de argila revestidos de ferro e carbono.

Antes de sua morte, o professor Brasier comentou: “Essa investigação deve, finalmente, proporcionar um capítulo final para o debate do microfóssil de Apex. Essas discussões têm nos encorajado a refinar tanto as perguntas e as técnicas necessárias para procurar vida remota no tempo e no espaço, incluindo os sinais de Marte ou além. Espera-se que os livros didáticos e sites agora se concentrem nas descobertas recentes e mais robustas de microfósseis de idade semelhante aos de Western Austrália, também por nós examinados no mesmo artigo.”


Nota: A vida não está fácil para os evolucionistas... Primeiro foi o “osso vestigial” da baleia que caiu por terra como suposta evidência de evolução (confira aqui); agora é a vez dos “fósseis mais antigos do mundo”. É claro que os evolucionistas vão dar mil e uma explicações e voltarão à caça de outras “evidências”. Só fico pensando se esses erros tivessem sido cometidos por criacionistas... Aí não haveria perdão nem explicação. Que a boa ciência, experimental, empírica, continue revelando a verdade dos fatos. [MB]

quarta-feira, abril 22, 2015

Sexo e flores: dois mistérios inexplicáveis para a evolução

Acaso ou presente do Criador?
Numa matéria publicada no site Hypescience (“10 mistérios fascinantes da vida que a ciência não pode explicar”), dois “mistérios”, em especial, me chamaram a atenção: “Por que as flores estão por toda parte” e “Reprodução sexual”. Primeiro, porque são temas que “detonam” a teoria da macroevolução; segundo, porque é exatamente algo que os criacionistas têm dito há muito tempo, mas os evolucionistas insistem em disfarçar, tergiversar, desculpar com inúmeras tentativas furadas de explicação. Ver um site que defende tanto o evolucionismo aqui no Brasil traduzir e publicar uma matéria dessa natureza do ListVerse é, no mínimo, interessante. Vamos aos dois “mistérios”:

Origem do sexo. Além de alguns micróbios e plantas, quase todos os seres vivos do mundo se reproduzem sexualmente [leia mais sobre esse assunto aqui]. Parece algo tão comum e normal que não percebemos que o sexo, na verdade, pode ser uma anomalia evolucionária. Metade de toda uma espécie – os machos – são incapazes de produzir qualquer descendência, enquanto usam os mesmos recursos do ambiente que a outra metade – as fêmeas [só isto já é interessantemente “misterioso”: Como e por que a quantidade de indivíduos dos dois sexos se mantém sempre relativamente equilibrada neste planeta?]. Por que passar por tanto esforço para desenvolver um mecanismo que é uma clara desvantagem no longo prazo? Por que não existe apenas a reprodução assexuada, que só depende de um único ser? Uma das teorias era que o sexo ajuda a eliminar mutações prejudiciais, mas esse não parece ser o caso. Quando os cientistas estudaram 700 genes de diversos organismos, eles descobriram que o número de mutações prejudiciais ainda gira em torno de 0,5 por indivíduo por geração, o que é muito. Somando os vários inconvenientes do sexo, não há nada suficiente para justificar a reprodução sexual. Mistério. [Para o criacionista, isso não é mistério: “Assim Deus criou o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou. Macho e fêmea os criou” (Gênesis 1:27).] 

Beleza supérflua
Origem das plantas com flores. As plantas com flores formam uma classe chamada de angiospermas. Como você deve ter notado, elas estão por toda parte. O que é uma surpresa, no entanto, é que esse não foi sempre o caso. As plantas floridas superaram outros tipos de plantas em um período de tempo muito rápido, cerca de 400 milhões de anos de atrás [segundo a cronologia evolucionista], e como resultado constituem cerca de 90% de todas as espécies de plantas hoje. O problema preocupava Charles Darwin, que o chamou de “um mistério abominável”. A rápida evolução de flores logo após sua origem ocorreu diretamente contra sua teoria da evolução lenta através da seleção natural. E não há nada evolutivamente benéfico sobre produzir flores. A planta poderia investir seus nutrientes em crescimento ou outras coisas que poderiam colocá-las em um lugar mais alto na escada evolutiva. Como as plantas não deixam quaisquer registros fósseis quando morrem, tem sido difícil determinar como essa espécie veio do nada e tão rapidamente conquistou todo o resto. [A espécie não veio do nada: “E disse [Deus]: Produza a terra relva, ervas que deem semente e árvores frutíferas que deem fruto segundo a sua espécie” (Gênesis 1:11). Segundo o professor Orlando Ritter (que tinha como um de seus hobbies colecionar orquídeas), as flores são detentoras de “beleza supérflua”, criada apenas para inebriar os olhos que as contemplam. São, assim como o sexo, um presente do Criador.]

O mito evolutivo das “patas” da baleia

As patas que nunca foram patas
O darwinismo ensina que a vida terrestre surgiu a partir de vertebrados que deixaram o ambiente aquático para viver em terra firme. Eles também ensinam que alguns desses animais resolveram voltar a viver na água (250 milhões de anos depois de terem saído de lá)! Entre esses supostos animais que voltaram a viver em ambientes aquáticos estariam os supostos ancestrais da baleia. A grande “prova” apresentada pelos discípulos de Darwin são alguns ossos encontrados no corpo da baleia que parecem ser o que sobrou de patas primitivas de algum ancestral dela. Esses ossos, segundo os evolucionistas, não possuem função alguma, e por isso seriam “órgãos vestigiais”, ou seja, vestígios evolutivos que “comprovam” o passado terrestre dos ancestrais da baleia. Assim como aconteceu com outros alegados “órgão vestigiais”, a ciência também derrubou mais essa “prova” darwinista. Novos estudos indicam que esses ossos pélvicos nada têm a ver com patas primitivas, mas possuem a função de apoiar os músculos que controlam o pênis da baleia. Ou seja, os tais ossos possuem funções reprodutoras e não locomotoras.

(Dines, J.P. et al. “Sexual selection targets cetacean pelvic bones”. Evolution. Published online before print, November 3, 2014)

segunda-feira, abril 20, 2015

Vaticano e ONU querem governo mundial

Papa cumprimenta secretário da ONU
A participação do secretário-geral da ONU em um próximo evento no Vaticano promovendo um movimento mundial para combater as alterações climáticas, juntamente com um documento pontifício que preconiza a criação de uma autoridade política, econômica e financeira mundial dirigida pela ONU chamou a atenção de um autor que acredita que esses desenvolvimentos apoiam as previsões de um livro seu de 2012. A conferência do Vaticano “Proteger a Terra, Dignificar a Humanidade”, de 28 de abril, que contará com a presença do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, tem como objetivo “elevar o debate sobre as dimensões morais da proteção do meio ambiente” e construir “um movimento global em todas as religiões para o desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas”.

Thomas Horn, co-autor com Cris Putnam de Petrus Romanus: O Papa Final Está Aqui, observa que a conferência do Vaticano antecipa a encíclica do papa Francisco sobre o aquecimento global e o meio ambiente, prevista para publicação em junho ou julho.

Horn vê a tentativa do Vaticano em unir forças com as Nações Unidas sobre as questões do aquecimento global e das mudanças climáticas como prova adicional de que o Vaticano está seguindo um plano “para a estruturação de autoridades políticas e econômicas do mundo em um governo mundial centralizado”.

Ele ressalta que o cardeal Peter Turkson, chefe do Conselho Pontifício Para a Justiça e Paz, ajudou a escrever o primeiro rascunho da encíclica do papa e também escreveu um documento em 2011 em nome do Vaticano apelando ao estabelecimento de uma autoridade global para eliminar as desigualdades econômicas e redistribuir a riqueza.

Esperado para participar na conferência do Vaticano está o economista norte-americano Jeffrey Sachs, diretor do Earth Institute da Universidade de Columbia e um assessor especial do chefe da ONU para assuntos de Desenvolvimento do Milênio. Sachs também exerce o cargo de diretor da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Horn disse à WND que as pessoas “devem estar atentas e tomar conhecimento” do evento da ONU por causa do documento de 24 de outubro de 2011, do Vaticano, de autoria de Turkson, intitulado “Rumo à Reforma dos Sistemas Financeiros e Monetários Internacionais no Contexto de uma Autoridade Pública Global”.

Horn disse que o documento “acrescentou a um apelo do Vaticano para uma autoridade política, ambiental e financeira global a ser estabelecida no âmbito das Nações Unidas”.

No documento, Turkson reconheceu que “um longo caminho ainda precisa ser percorrido antes de se chegar à criação de uma autoridade pública com competência universal”.         

“Parece lógico que o processo de reforma deve prosseguir com a Organização das Nações Unidas como referência”, continuou Turkson, “por causa do alcance mundial das responsabilidades da ONU, a sua capacidade de reunir as nações do mundo, bem como a diversidade das suas funções e das suas agências especializadas.”

Turkson descreveu a visão do Vaticano do que seria um desenvolvimento econômico global eticamente aceitável. “O fruto dessas reformas deveria ser uma maior capacidade de adotar políticas e escolhas que são vinculativos, porque elas têm por objetivo alcançar o bem comum aos níveis locais, regionais e mundiais”, escreveu ele.

“Entre as políticas, as que dizem respeito à justiça social global parecem mais urgentes: políticas financeiras e monetárias que não vão prejudicar os países mais fracos; e políticas que visem à criação de mercados livres e estáveis ​​e uma distribuição justa da riqueza mundial, o que também pode derivar de formas sem precedentes de solidariedade fiscal mundial, que serão tratadas mais tarde.”

Em seu livro Petrus Romanus, Horn e Putnam disseram que a diretiva do Vaticano tenta conceber um mandato “moral” para o estabelecimento de “uma autoridade pública global” e “um banco central mundial”.

Horn, também chamou a atenção para Caritas in Veritate, ou Caridade na Verdade, a terceira e última encíclica publicada pelo papa Bento XVI antes de ter abdicado do papado, que defende uma “autoridade política mundial”.

Um dos objetivos da entidade global, disse Bento XVI, deve ser o de “gerir a economia global; reavivar economias atingidas pela crise; evitar qualquer deterioração da crise atual e os desequilíbrios maiores que daí resultariam; proporcionar um desarmamento imediato e integral, a segurança alimentar e paz; garantir a proteção do ambiente e regulamentar os fluxos migratórios”.

Bento XVI disse que “em face ao crescimento incessante da interdependência global, há uma necessidade fortemente sentida, mesmo no meio de uma recessão global, de uma reforma da Organização das Nações Unidas, e também das instituições econômicas e financeiras internacionais, de modo que o conceito da família de nações possa ser realmente concretizado”.

Em um e-mail para a WND, Horn confirmou as conclusões do “Accuracy in Media’s Cliff Kincaid” após a publicação da Caritas in Veritate, em 2009.

“Kincaid está certo em se preocupar porque o líder da Igreja Católica em todo o mundo, considerado pelos católicos o representante pessoal de Jesus Cristo, se tornou um defensor de uma das organizações mais corruptas na face da terra – as Nações Unidas”, disse Horn. “Esses desenvolvimentos têm implicações proféticas para os cristãos, que temem que uma ditadura global vai tomar o poder na terra nos últimos dias.”

(WND; tradução: Filipe Reis)

Nota: Que país tem maior influência sobre a ONU? E que líder mundial tem maior respeitabilidade e crescente influência sobre a entidade? O cenário vai ficando cada vez mais interessante! Já passa da hora de estudarmos atentamente Apocalipse 13 e o best-seller escrito há um século mais cada vez mais atual O Grande Conflito. [MB]

Clique aqui e leia mais sobre o que escrevi a respeito do assunto acima.

quinta-feira, abril 16, 2015

Vaticano promoverá simpósio sobre mudanças climáticas

Religião e ambientalismo 
A Pontifícia Academia das Ciências promoverá, no próximo dia 28, no Vaticano, junto com a ONG Religion for Peace, uma conferência sobre mudanças climáticas e religiões com o tema “Proteger a Terra, enobrecer a humanidade. As dimensões morais das mudanças climáticas e o desenvolvimento sustentável”. O encontro será aberto pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pelo Presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, Cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson, e pelo Chanceler das Pontifícias Academias das Ciências, Dom Marcelo Sánchez Sorondo. Segundo a Agência Sir, participarão do encontro 60 representantes do mundo da ciência, da diplomacia, especialistas em desenvolvimento acadêmico e cerca de 20 líderes religiosos. O simpósio se realizará às vésperas da publicação da nova encíclica do papa Francisco sobre o ambiente - prevista para o mês de julho. Assim como também precede o encontro sobre mudanças climáticas de Paris que, em dezembro, terá a tarefa de esclarecer, num documento, o compromisso de todas as nações e potências econômicas na luta contra as emissões de gases de efeito estufa e em limitar a temperatura global dentro dos dois graus de aumento. [Uma das propostas do Vaticano é que se reserve o domingo como dia de descanso, a fim de que a natureza também possa descansar e haja uma redução nas emissões de gases fósseis.]

 “Um dos objetivos do simpósio no Vaticano é conscientizar e criar um consenso sobre os valores do desenvolvimento sustentável em coerência com os valores das principais tradições religiosas [obviamente que as tradições religiosas minoritárias não serão levadas em conta] e atenção particular aos pobres”, lê-se na nota da Pontifícia Academia das Ciências. Outra finalidade da conferência é contribuir com o debate mundial sobre o tema, indicando as dimensões morais que estão na base da proteção do ambiente antes da encíclica papal, e ajudando a construir um movimento global em todas as religiões para o desenvolvimento sustentável e as mudanças climáticas durante 2015 e depois. 

No final da conferência, será divulgada uma declaração conjunta que, por meio do imperativo moral e religioso da sensibilidade, evidenciará a ligação intrínseca entre o respeito pelo ambiente e o respeito pelas pessoas, especialmente pelos pobres, os excluídos, as vítimas do tráfico e da escravidão moderna, as crianças e as gerações futuras”.


Nota: É interessante ver o Vaticano encabeçando esses esforços, juntamente com os Estados Unidos que, segundo um relatório de ex-militares, deveria liderar os esforços de preparação para as mudanças climáticas a fim de evitar uma guerra mundial (confira). O “trem profético” avança rapidamente. Se quiser conhecer mais as possíveis implicações proféticas do que leu na matéria acima (releia, por favor, os trechos grifados), assista ao vídeo abaixo. [MB]

O micro-ondas, o Big Bang e o Universo em expansão

Sinais inteligentes vindos do espaço?
Por muitos anos, livros e revistas de divulgação científica, sem contar inúmeros documentários e reportagens em todos os tipos de mídia apresentaram como verdade incontestável a teoria sobre a origem do Universo conhecida como Big Bang. Também assumiam como fato a ideia consequente de que o Universo estaria se expandindo a velocidades cada vez maiores. E mais recentemente, uma notícia repercutiu na imprensa mundial: fortes sinais de rádio intrigaram cientistas americanos e os fizeram até considerar que isso poderia se tratar de uma evidência da existência de extraterrestres inteligentes. A crença antiga no Big Bang e na expansão acelerada do Universo está sendo abalada. E essa descoberta mais recente simplesmente caiu por terra. Vamos ao primeiro caso.

Os astrônomos têm descoberto corpos celestes como quasares e galáxias que parecem ser mais antigos do que o próprio Universo que, segundo os pesquisadores, teria cerca de 13 bilhões de anos (confira). Mas como explicar o fato de haver objetos mais antigos do que o Universo que os contém? Como explicar a visualização de galáxias antiquíssimas, há bilhões de anos-luz de distância (e, portanto, no passado distante) já plenamente formadas, se a teoria vigente até aqui era a da evolução gradual das galáxias? Ou elas foram criadas prontas, ou a teoria do Big Bang precisa de sérias revisões. [Continue lendo.]

Selo do Fabricante

Sinal inteligente embutido no DNA
A resposta para saber se estamos ou não sozinhos no Universo pode estar bem debaixo do nosso nariz, ou, mais literalmente, dentro de cada célula do nosso corpo. Pelo menos é o que dizem os pesquisadores Vladimir I. Sherbak e Maxim A. Makukov, respectivamente da al-Farabi Kazakh National University, do Cazaquistão, e do Fesenkov Astrophysical Institute. Segundo eles, nossos genes podem conter um “selo do fabricante” escrito há bilhões de anos, segundo a cronologia evolucionista. E o fabricante, na hipótese desses cientistas, poderia ser uma civilização alienígena que teria nos precedido há muitos milhões ou bilhões de anos. Scherbak e Makukov sugerem que o sinal inteligente embutido no nosso código genético seja uma mensagem matemática e semântica que não pode ser explicada pela evolução darwiniana. Eles dizem que, uma vez fixado, o código pode permanecer inalterado por muitos milênios, representando uma excelente assinatura inteligente. [Continue lendo.]

quarta-feira, abril 15, 2015

Criacionismo para crianças

Um dos maiores diferenciais da Rede Adventista de Educação é o ensino do criacionismo (juntamente com o evolucionismo, claro) e a promoção do binômio fé/ensino. Entendemos que o verdadeiro objetivo da educação, como diz Ellen White no livro Educação, é ensinar as pessoas a pensar e não meramente reproduzir o pensamento dos outros. Para isso, nada melhor do que levar os alunos a ter contato com o contraditório, com ideias opostas, dando-lhes condições de analisar, julgar e escolher.

Pensando nisso, resolvemos criar um “pacote” de conteúdos e recursos que vão ajudar os professores nessa importante tarefa de, paralelamente à ministração dos conteúdos obrigatórios, mostrar aos educandos que a fé cristã bíblica é racional, razoável e coerente com o método científico. Todo esse material já está disponível num site que serve de apoio às revistas História da Vida (níveis 1 e 2). Essas publicações existem há nove anos, e nossa intenção é que sua utilização seja intensificada daqui para a frente. Assim, no site você encontrará, além da versão online da revista, vídeo aulas, apresentações em Prezi, sugestões de leitura, quadrinhos e planos de aula com sugestões e dicas de utilização de todo esse material.

Os Prezis (do nível 2) podem ser utilizados pelo professor em sala de aula ou em “capelas”, tendo os vídeos como guia para o preparo da aula/palestra. Mas, se ele preferir, os próprios vídeos poderão ser exibidos aos alunos, já que têm duração de 20 minutos, em média. Dois vídeos e dois Prezis já estão disponíveis no site. No segundo semestre, disponibilizaremos mais dois de cada.

Vivemos em uma época em que o conhecimento do criacionismo é muito superficial, o preconceito aumenta e as dúvidas se ampliam. Por isso, mais do que nunca, precisamos aproveitar as oportunidades e os recursos ao nosso alcance para mostrar aos nossos alunos que existe um Deus Criador que os ama e que deixou muitas “pistas” espalhadas na natureza.

O site www.historiadavida.com.br aguarda por você. Bom proveito!

Michelson Borges
Jornalista e editor da Casa Publicadora Brasileira