O cientista Tomomi Kiyomitsu usou seus
poderes de observação para resolver um quebra-cabeça que tem intrigado muitos
pesquisadores, por muitos anos: em uma célula que está passando pelo processo
de mitose, que eventos internos fazem com que os cromossomos se alinhem em um
eixo central? “As pessoas têm procurado em proteínas e agentes da mitose por
décadas, e nenhuma observou o que Tomomi conseguiu”, afirma o cientista Iain
Cheeseman. “E é muito claro que essas coisas estão acontecendo. Mas nunca
alguém olhou com os olhos cuidadosos dele”. O processo de mitose celular tem
sido estudado intensamente por mais de 50 anos. Usando microscopia
fluorescente, os cientistas conseguem, hoje, ver a “guerra” [a palavra
“maravilha” seria mais bem empregada] que acontece internamente durante a
mitose. Proteínas ramificadas, como microtúbulos, ficam em um dos polos da
célula e tentam se ligar aos cromossomos duplicados. Essa estrutura tenta
distribuir fisicamente os cromossomos, com a ajuda de outros mecanismos
celulares [sem a ajuda desses “outros mecanismos”, portanto, a coisa não
funcionaria, lembre-se disso].
A mitose é um processo extremamente preciso; quando o assunto é manipular o DNA,
as células são obsessivas [como elas são inteligentes, não?], e com razão.
Ganhar ou perder um cromossomo [apenas um!] durante uma divisão celular pode
levar à morte da célula, a distúrbios de crescimento ou até ao câncer.
Conforme Kiyomitsu observava a mitose
em células humanas, ele percebeu que quando o eixo oscilava entre o centro da
célula, a proteína dineína se alinhava no córtex celular no lado contrário do
fuso. Se o fuso se movia para a esquerda, a dineína ia para a direita, e assim
por diante. Para Kiyomitsu, a chave para o mistério do alinhamento é a dineína,
que é conhecida como a proteína que “leva” as cargas moleculares pelos
microtúbulos. Kiyomitsu determinou que, nesse caso, a dineína está ancorada ao
córtex celular por um complexo que inclui outras proteínas. Ao invés de se
mover pelos microtúbulos astrais, a dineína age como um guindaste no polo do
eixo.
Kiyomitsu descobriu que quando o eixo
dos cromossomos chega muito perto do córtex celular, um sinal enviado por uma
proteína chega ao polo do eixo e “rebate” a dineína até o outro polo. Essas
oscilações diminuem até que o eixo se forme no centro da célula.
Kiyomitsu comenta que esse processo é
crucial para as células. “A orientação do eixo é importante para manter o
balanço entre as células-tronco e as maduras durante o desenvolvimento. Se esse processo ficar desregulado, já
sabemos que pode contribuir para o surgimento de um câncer, mesmo que os
cromossomos estejam divididos de maneira correta”.
Nota:
Gostaria de propor outro mistério para os “poderes de observação” dos
cientistas: O que ou quem teria criado esse intrincado mecanismo da mitose? Se
esse processo for menos elaborado do que é (a ponto de levar a distúrbios de
crescimento, câncer e à morte), como conceber a ideia de que tenha “surgido”
com toda essa complexidade irredutível necessária para que a “primeira célula”
pudesse se multiplicar sem desandar a fórmula da vida logo no seu início? E
antes de a dineína “surgir”, o que agiria como “guindaste” no polo do eixo da
célula? Mas a dineína está ancorada ao córtex celular por um complexo que
inclui outras proteínas; além disso, deve existir outra proteína específica
para enviar o sinal para a dineína a fim de que ela corrija as oscilações que,
sem todo esse ajuste fino, levariam à morte da célula. Como
tudo isso teria surgido? Por que, com tantas probabilidades em contrário, a
vida “deu certo” e continua existindo? Pelo visto, o mistério ainda não foi desvendado (pelos darwinistas, claro).[MB]
Mais que a defesa de
hábitos locais, a luta Loma Linda versus McDonald’s é símbolo da defesa de um futuro
saudável
A
batalha foi árdua e durou cinco horas. De um lado, moradores de Loma Linda,
Califórnia, Estados Unidos. Do outro, prefeito e vereadores da cidade. Questão:
deve-se permitir a instalação de um restaurante McDonald’s na cidade? Em
qualquer outra parte a questão não provocaria qualquer dúvida. Mas Loma Linda é
diferente. Considerada uma das poucas regiões do mundo em que grande
porcentagem da população chega aos cem anos saudável e ativa, Loma Linda é uma
das três Zonas Azuis, regiões caracterizadas pela longa vida de seus
habitantes. As outras duas ficam na Sardenha, Itália e Okinawa, Japão [leia mais aqui e aqui].
Loma
Linda conquistou o status de única
Zona Azul americana devido à maciça presença dos adventistas do sétimo dia, que
promovem estilo de vida saudável no qual dieta vegetariana, exercícios,
ausência de álcool e cigarro e forte vínculo espiritual são parte integrante.
Segundo
o médico brasileiro Hildemar Feliciano dos Santos, professor na Universidade
Adventista local, essa Zona Azul americana cresce em importância pelo fato de
as demais zonas localizadas na Itália e Japão estarem ameaçadas pelos modernos
hábitos de alimentação, disseminados de modo agressivo pelos restaurantes fast foods. “Os descendentes daqueles
longevos nessas Blue Zones já não seguem o regime de seus antepassados e
provavelmente não vão viver longos anos como viveram seus pais e avôs”, informa
o médico.
Médicos,
nutricionistas e outros profissionais de saúde, munidos de evidências
científicas, criaram na cidade o Movimento de Saúde de Loma Linda e lutaram
bravamente para impedir a instalação do restaurante , relata o médico.
O
interesse econômico falou mais alto e o pequeno exército de brancaleone
vegetariano foi vencido com o duvidoso argumento de que o projeto já estava por
demais avançado para qualquer recuo na programação. A batalha durou sete horas
e só acabou à meia-noite do dia 13 de dezembro de 2011.
O
embate teve repercussão nacional. “Muitas reportagens estão sendo feitas sobre
a injusta derrota”, lamenta o médico que participou da luta até o último
momento. “Jornais como o Los Angeles
Times e o New York Times
estiveram entrevistando os membros do movimento de Loma Linda e simpatizando
com a causa”, relata o profissional brasileiro que promete continuar promovendo
o movimento de saúde de Loma Linda entre seus habitantes.
Entre
o pesado arsenal de munições utilizadas pelos defensores da saúde, um argumento
fornecido por levantamento local: estatísticas mostram que num raio de seis
quilômetros a partir de um restaurante tipo fast
food a prevalência de obesidade infantil aumenta 5% ou mais.
Assustadas
com o gigantesco número de crianças obesas que aumenta a cada ano – 30% delas
sofrem com essa doença atualmente –, e projeções que indicam 2020 como o ano em
que todos os americanos estarão com excesso de peso, outras cidades começam a tomar
atitudes. São Francisco está lutando contra o McDonald’s pelo costume de dar
brinquedinhos para crianças que compram seus “alimentos” e a universidade de
Vanderbilt fechou no mês passado – janeiro, 2012 – o McDonald’s que funcionava
nas dependências de seu centro médico.
O
correspondente de Vida Integral conclui lembrando que “há uma epidemia de
enfermidades modernas como diabetes, excesso de colesterol, obesidade, pressão
alta, doenças cardíacas e derrames cerebrais que estão relacionadas diretamente
com o tipo de alimentação”.
Adolescentes que veem muitos filmes em que os personagens consomem álcool têm duas vezes mais chance de começar a beber do que aqueles que assistem a poucas produções com cenas desse tipo, revela uma pesquisa publicada no jornal on-line “BMJ Open”. Pior: esses adolescentes também têm maior tendência (63%) a abusar do álcool, diz o estudo. As constatações levaram os pesquisadores a sugerir que Hollywood adote as mesmas restrições ao álcool que já vem fazendo ao tabaco em seus roteiros. O grupo trabalhou com uma mostra significativa de 6.500 jovens americanos, com idades entre 10 e 14 anos, que responderam a perguntas sobre seu consumo de álcool durante dois anos. As perguntas levavam em conta também os fatores que os influenciavam, incluindo filmes, publicidade, ambiente doméstico, comportamento dos colegas e vontade de se rebelar. Os jovens foram convidados a apontar, aleatoriamente, filmes que tinham visto nos últimos cinco anos. Os títulos foram escolhidos entre cem blockbusters de cada ano, e mais 32 sucessos de bilheteria do início de 2003, ano da primeira pesquisa.
O tempo de exibição de cenas em que apareciam bebidas alcoólicas ou pessoas tomando drinques foi medido em cada um dos 532 filmes. Ao final, descobriu-se que muitos adolescentes tinham assistido a cerca de quatro horas e meia de imagens relacionadas ao consumo de álcool, e que esse índice, em alguns casos, chegava a oito horas.
Além disso, cerca de um em cada dez jovens (11%) disseram ter um produto, como uma camiseta ou um chapéu, em que aparecia uma marca de bebida alcoólica. Quase um em cada quatro (23%) disse que seus pais bebiam álcool pelo menos uma vez por semana em casa, e 29% afirmaram que as bebidas ficavam ao seu alcance, em casa.
Ao longo dos dois anos de pesquisa, a proporção de adolescentes que haviam começado a beber mais do que dobrou, de 11% para 25%, enquanto a proporção daqueles que começaram a beber em excesso – isto é, bebiam pelo menos cinco drinques em uma única sessão – triplicou de 4% para 13%.
Pais que bebiam em casa e a disponibilidade de álcool em casa foram fatores associados ao hábito de beber, mas não ao de abusar de álcool. Exposição a cenas com álcool nos filmes, ter um produto com a marca de uma bebida, ter amigos que bebem e rebeldia foram relacionados às duas situações.
Constatou-se ainda que a presença de álcool nos filmes respondia por 28% da proporção de adolescentes que começaram a beber entre uma pesquisa e outra, e por 20% dos que passaram a exagerar no consumo de álcool. A associação não estava relacionada apenas a sequências com personagens tomando drinques, mas também à exibição de cenas em que os produtos apareciam.
“Mostrar cigarros em filmes é proibido nos Estados Unidos, mas é legal que em metade dos filmes de Hollywood haja referência a álcool, independentemente de sua classificação”, disseram os pesquisadores.
Eles ressaltaram que o aparecimento de cigarros em filmes caiu desde que o tabagismo virou um assunto de saúde pública, e sugeriram que a política para o álcool na tela fosse a mesma.
Hollywood tem responsabilidades também fora do país, dado que metade da renda dos seus filmes vem do mercado internacional, acrescentaram. “Como uma gripe, as imagens de Hollywood começam numa região e depois se espalham pelo mundo afora, onde também podem afetar o comportamento dos adolescentes com relação à bebida”, escreveram.
Nota: Nessas horas, salta aos olhos a hipocrisia dos barões da mídia que só pensam em suas gordas contas bancárias. Glamourizam o consumo do álcool com cenas cheias de alegria, festa, “pegação” e depois terminam o comercial com uma locução sem graça: “Beba com moderação” ou “Se beber, não dirija”. Será que ninguém percebe que essas advertências não estão levando a nada? Cada vez mais jovens consomem álcool sem moderação e cada vez mais pessoas perdem a vida em estúpidos acidentes de trânsito causados por motoristas inconsequente e criminosamente alcoolizados. Note que a matéria acima destaca “exposição a cenas com álcool nos filmes, ter um produto com a marca de uma bebida, ter amigos que bebem e rebeldia” como fatores relacionados ao abuso do álcool. Para os mais céticos (ou teimosos) fica aqui a advertência: a exposição a conteúdos nocivos na mídia tem, sim, seus efeitos sobre o telespectador. Em tempos de carnaval, em que a exposição de lixo midiático e promoção de hábitos nocivos são elevadas à enésima potência, o conselho do apóstolo Paulo é mais válido do que nunca: “Encham a mente de vocês com tudo o que é bom e merece elogios, isto é, tudo o que é verdadeiro, digno, correto, puro, agradável e decente” (Filipenses 4:8, NTLH).[MB]
Em 2008, me formei com a certeza de que queria cursar medicina. Fiquei três anos no cursinho lutando por isso. Queria medicina para ser neurocirurgiã. No meu segundo ano de cursinho, comecei a ler várias coisas sobre neurociência e me apaixonei; queria ser neurocientista, mas o único caminho consistia em cursar medicina e, depois, fazer uma pós (no Brasil, não existia esse curso). Continuei lutando e orando para que Deus me ajudasse a passar onde fosse melhor para mim. Na última Fuvest (2012), não passei por um ponto para a segunda fase. Fiquei muito triste e decepcionada. Não passei na Unicamp também. Orei desesperada, pois não aguentaria fazer mais um ano de cursinho.
No dia em que saiu a nota do Enem, vi que minha nota não dava para medicina e minha confiança na Unifesp foi embora. Depois pensei que já que teria que fazer cursinho de novo, pelo menos queria passar em alguma coisa. Minha segunda opção sempre foi engenharia (engenharia de minas na Ufop: 36 [25 vagas]; engenharia biomédica, Uberlândia: 16 [15 vagas]). Na verdade, eu não queria fazer engenharia, pois não sabia qual escolher e teria que abrir mão da neurociência; ao mesmo tempo, me questionava se medicina valia tudo o que eu havia sacrificado e o que mais eu teria que sacrificar.
Então, na última hora, mudei minha primeira opção para ciência e tecnologia, na UFABC, o que eu pensava ser apenas para engenharia. Meu pai me deu essa ideia.
Sexta-feira recebi a mensagem do Inep de que eu havia passado; fiquei em estado de choque; era melhor fazer um ano de engenharia do que mais um ano de cursinho. Então, minha prima que estuda lá ficou superanimada e foi me mostrar o site da faculdade. Olhamos e descobrimos que neste ano abrirá o curso de neurociência!
Não acreditei, fiquei surperfeliz! Entendi o porquê de ficar três anos no cursinho: Deus me levou para o que eu queria sem eu saber. Ele me disse vários “nãos” porque Ele tinha algo muito melhor para mim. Agradeço a todos que oraram por mim. Alguns vão dizer que é apenas coincidência, mas prefiro acreditar em um Deus que Se preocupa conosco; Aquele que é nosso Rei, Criador, Salvador, Pai e Amigo. Por isso adoro e louvo o Altíssimo do universo, porque Ele sempre esteve comigo e sempre estará. Ele me ama e eu O amo.
(Marianna Cecyn é membro da Igreja Adventista de Riacho Grande, em São Paulo)
Mais humor por parte do militante ateu e ávido evolucionista Clinton Richard Dawkins. Se depois de ler e ouvir as palavras dele você ficar com alguma réstia de respeito por esse indivíduo, [é possível que você seja mais crédulo] do que parece. Se, por acaso, tentassem definir o que é a arrogância intelectual deslocada, não poderiam fazê-lo de melhor maniera do que pedir ao mais famoso ateu do mundo que dissesse quem é e quem não é cristão. O militante ateu Richard Dawkins anunciou triunfalmente que “um surpreendente número [de cristãos] não consegue dizer qual é o primeiro livro do Novo Testamento“. A transcrição da discussão [numa rádio] demonstra o quão embaraçoso foi o momento para Dawkins:
Fraser: "Richard, se eu lhe perguntasse qual é o título completo do livro A Origem das Espécies, estou certo de que você seria capaz de responder a isso."
Dawkins: "Sim, seria."
Fraser: "Então diga lá."
Dawkins: "A Origem das Espécies... uh... com... oh, Deus... A Origem das Espécies... Há um subtítulo em torno da preservação das raças favorecidas no combate... na luta pela vida."
Fraser: "Se você perguntasse às pessoas que acreditam na teoria da evolução o que eu lhe perguntei e apenas 2% das pessoas respondesse da forma correta, seria terrivelmente fácil para mim afirmar que elas, afinal, não acreditam na teoria da evolução. Portanto, não é justo você fazer esse tipo de perguntas."
Foi um minuto de ouro radiofónico. Para além de ser hilariante, foi bastante simbólico.
O que temos aqui, portanto, é o Richard Dawkins a demonstrar que não sabe o título integral do livro cuja obediência religiosa ele tão avidamente promove por todo o mundo.
Como já foi dito por várias pessoas, Dawkins é uma fraude intelectual de todo o tamanho. Esse tipo de comportamento não foi um lapso de memória temporário mas sim uma característica dele.
Esse indivíduo frequentemente finge ter conhecimento que ele obviamente não tem, e assume saber coisas que claramente não sabe. É precisamente por isso que ele evita debater com pessoas que estão cientes de sua arrogância intelectual e que facilmente poderiam ridiculariá-lo em publico.
É suficientemente mau que Dawkins não tenha sido capaz de dizer o título integral do livro que ele afirma ser o mais importante da história – logo depois de ter afriamdo que seria capaz de dizê-lo. Mas mais importante ainda: ele se esqueceu da parte do título que se refere ao mecanismo supostamente responsável pela evolução!
Lembre-se desse tipo de vergonha da próxima vez que um militante evolucionista vier com ares de superioridade intelectual e moral. Lembre-se disso sempre que alguém quiser citar Dawkins como algum tipo de “autoridade” científica no que toca a questões em torno da Biologia.
Entretanto, fica aqui o título integral do livro que Dawkins promove como sendo o mais importante da história humana, mas cujo titulo ele não sabe: On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life.
Hoje, a partir das 18h, você que tem conta no Twitter está convidado a participar do tuitaço #sabado do #setimodia. Tuíte e retuíte textos bíblicos e frases da lição da Escola Sabatina desta semana, sempre usando as tags #sabado e #setimodia. Se desejar usar os conteúdos abaixo, basta copiá-los e colá-los no Twitter. Os links já estão encurtados. Vamos contar para os internautas que existe um Deus Criador e que o sétimo dia é o memorial da criação, o antídoto para o estresse e uma bênção para a família. Participe!
Entrevista com o Dr. Alberto Timm sobre o #sabado http://bit.ly/wNQfSV | #setimodia
IASD divulga documento sobre observância do #sabado http://bit.ly/rOajG7 | #setimodia
O povo do #sabado http://bit.ly/gM68s2 | #setimodia
Devo guardar o #sabado? http://bit.ly/wdcrK8 | #setimodia
Monumento no tempo http://bit.ly/xhgEOL | #sabado #setimodia
A sobremesa da semana http://bit.ly/xo7PYI | #sabado #setimodia
Férias para a família http://bit.ly/zz6iMQ | #sabado #setimodia
Um dia especial http://bit.ly/zB3GeP | #sabado #setimodia
Um dia de deleite http://bit.ly/wc384P | #sabado #setimodia
Biorritmo e o #setimodia http://bit.ly/hFcu2G | #sabado
A importância da pausa http://bit.ly/y5szcA | #sabado #setimodia
A Importância da pausa II http://bit.ly/w86vid | #sabado #setimodia
Brabourne e o #sabado http://bit.ly/hJEOWh | #setimodia
Justiça dá a estudante adventista direito de faltar a aulas http://bit.ly/A195qb | #sabado #setimodia
Testemunho de uma confinada no Enem http://bit.ly/wDSg0h | #sabado #setimodia
Religiosidade no trabalho, um teste para a diversidade http://bit.ly/xza3W6 | #sabado #setimodia
Site ajuda profissionais guardadores do #sabado http://bit.ly/qeq0DJ | #sabado #setimodia
Entrevista para a Rede Brasil: Convicções religiosas http://bit.ly/AtiOUp | #sabado #setimodia
Arcebispo defende domingo em oposição ao #sabado http://bit.ly/oG735I | #setimodia
O domingo sempre foi dia de descanso. FALSO http://bit.ly/fCfKpp | #sabado #setimodia
A fidelidade de um médico rendeu muitos frutos http://bit.ly/hKWzxf | #sabado #setimodia
Minha vida na faculdade http://bit.ly/kEvR9K | #sabado #setimodia
O #sabado está sendo guardado no dia correto? http://bit.ly/ikqRUl | #setimodia
Os dez mandamentos do criacionismo http://bit.ly/A8fQIz | #sabado #setimodia
Os direitos dos guardadores do #sabado http://bit.ly/xZ2uST | #setimodia
Desclassificado por se recusar a jogar no #sabado http://bit.ly/f4DpYu | #setimodia
[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] O fim do mundo pode acontecer de diversas maneiras, depende de para quem você pergunta. Por exemplo, alguns acreditam que o cataclismo global vai acontecer quando os polos magnéticos da Terra se inverterem. Quando o norte virar o sul, os continentes vão se mover, gerando terremotos massivos, mudanças climáticas e a extinção das espécies. O histórico geológico mostra que os polos já se reverteram centenas de vezes na história; isso acontece quando grupos de átomos de ferro no núcleo externo líquido da Terra se alinham de maneira oposta, como ímãs orientados para a direção oposta daqueles que estão ao redor. Quando os inversos chegam a ponto de dominar o núcleo, os polos da Terra se invertem. A última vez que isso aconteceu já faz cerca de 780 mil anos [segundo a cronologia evolucionista da geologia padrão], na Idade da Pedra, e realmente há evidência de que o planeta esteja nos estágios iniciais de mais uma reversão. Mas nós deveríamos mesmo nos preocupar com esse evento? Os continentes vão se partir ou estamos preocupados por nada?
“A mudança mais dramática que pode ocorrer, com a reversão dos polos, é uma grande diminuição na intensidade do campo magnético”, afirma Jean-Pierre Valet, que conduz pesquisas em mudanças geomagnéticas no Instituto de Física Terrestre de Paris.
O campo magnético da Terra leva entre mil e dez mil anos para se reverter [por isso, levando em conta a cronologia criacionista, é possível que esta seja a primeira reversão na história e o primeiro enfraquecimento do campo magnético], e durante esse processo, ele diminui muito até se realinhar. “Não é uma mudança súbita, mas um processo lento, durante o qual a força do campo fica fraca, ele pode mostrar mais de dois polos durante um tempo, para então ficar forte e se alinhar na posição contrária”, comenta a cientista Monika Korte. [Longe de mim contrariar os especialistas, mas, e se, ao contrário do que prega o princípio uniformista de que o presente seria a chave do passado, esse processo de realinhamento fosse realmente novidade?]
Os cientistas dizem que é o enfraquecimento a pior fase para os terrestres. De acordo com John Tarduno, professor de geofísica na Universidade de Rochester, um campo magnético forte ajuda a proteger a Terra da radiação solar. “Ejeções de massa coronal algumas vezes atingem a Terra”, afirma. “Algumas das partículas associadas às EMC podem ser bloqueadas pelo campo. Com um fraco, o escudo é menos eficiente.” [Então some os problemas: o Sol parece estar numa fase bem agitada e o nosso campo magnético perdendo força...]
As partículas carregadas que bombardeariam a Terra, durante as tempestades solares, iriam cavar buracos na atmosfera, e isso poderia machucar os humanos. “Buracos na camada de ozônio poderiam se formar com a interação de reações químicas. Eles não seriam permanentes, mas poderiam existir durante até dez anos – o que é significante em termos de câncer de pele”, afirma Tarduno. [Aumento da radiação solar e “feridas” na pele das pessoas...]
Valet concorda que um campo magnético mais fraco poderia levar à formação de buracos na camada de ozônio. Ele escreveu um artigo no ano passado comentando a ligação entre o fim dos Neandertais, nossos primos ancestrais [sic], e a diminuição na intensidade do campo magnético, que ocorreu no mesmo período. (Nesse momento, o enfraquecimento não chegou a provocar uma mudança de polos.) [Sublinhe-se que essa história de ancestralidade e longos períodos geológicos é controversa.]
Outros cientistas não estão convencidos de que exista uma conexão entre a reversão dos polos e a extinção de espécies. “Mesmo que o campo fique muito fraco, na superfície da Terra nós estamos protegidos da radiação pela atmosfera. Assim como não conseguimos perceber a presença geomagnética agora, provavelmente não sentiríamos nenhuma mudança significativa com uma reversão”, afirma Korte.
Nossa tecnologia, entretanto, com certeza estaria em perigo. Mesmo hoje, tempestades solares podem danificar satélites, causar apagões e interrupção das comunicações de rádio. “Esse tipo de influência negativa com certeza iria aumentar se o nosso campo ficasse mais fraco, e seria importante encontrar estratégias de segurança.”
Outra preocupação adicional é que a diminuição e reversão do campo desorientariam todas as espécies que utilizam o geomagnetismo para se orientar, incluindo abelhas, salmões, tartarugas, baleias, bactérias e pombos. Não há consenso entre os cientistas sobre como essas criaturas se orientariam.
Os cientistas afirmam que muitos dos desastres no imaginário popular são pura fantasia. Definitivamente não aconteceria nenhuma quebra ou mudança nos continentes. A primeira prova é o histórico geológico. Quando a última mudança dos polos aconteceu, “nenhuma mudança na ordem dos continentes ou desastre ocorreu, e os fósseis estão aí para provar isso”, comenta o geólogo Alan Thompson. [Gostaria que os cientistas explicassem como chegaram a esse tipo de conclusão, já que os fósseis provam, sim, que houve uma grande catástrofe hídrica capaz de sepultá-los instantaneamente – alguns em pleno ato de devorar sua presa ou fugindo e deixando suas pegadas impressas em lama. Teria sido essa catástrofe a responsável por uma eventual mudança de polos? Duvido que os pesquisadores evolucionistas averiguariam uma hipótese que eles descartam a priori como mito.]
Os cientistas explicam que as mudanças no núcleo líquido da Terra acontecem em uma instância completamente diferente das convecções no manto terrestre (que geram os movimentos nas placas tectônicas e nos continentes). [Sublinhe-se, também, que é muito difícil explicar o que ocorre nas profundezas da Terra, havendo muito de especulação nessa questão.] O núcleo líquido realmente encosta no fundo do manto, mas levaria dezenas de milhões de anos para as mudanças internas influenciarem o movimento das placas.
O campo magnético está no momento enfraquecendo [esse talvez seja o único fato em todo esse assunto, já que isso é mensurável], provavelmente devido a um crescimento na reversão do núcleo líquido embaixo do Brasil e do Atlântico Sul. De acordo com Tarduno, a força do campo magnético terrestre “vem diminuindo por pelo menos 160 anos a um nível muito rápido, o que leva alguns cientistas a especular que estamos caminhando para uma inversão”. [Se as inversões do passado forem mesmo imaginárias/especulativas, o que esse enfraquecimento do campo magnético indicaria? Que a Terra não poderia ter mais do que dez mil anos, pois, nesse caso, seu campo magnético seria tão forte quanto o de uma estrela. E isso seria um absurdo.]
Isso talvez possa acontecer, ou não. A Terra é um sistema muito complexo para os cientistas adivinharem o que esperar [se não podem adivinhar o que esperar, o que garante que podem descrever precisamente o que aconteceu em eras passadas?]. De qualquer modo, o processo vai levar alguns milhares de anos, o que nos dá tempo para nos ajustarmos às mudanças. [Será que dará tempo? Os antediluvianos devem ter sido bem otimistas assim, também... – MB]
“Prezado irmão, sou adventista de nascimento, de família de obreiros, em resumo, sempre estive envolvida com a igreja, a qual amo muito. Mas devo lhe dizer que entrei em contato com seu blog e, respectivamente, com seu conteúdo há mais ou menos dois anos, numa situação muito crítica: estava hospitalizada e meu estado não era nada bom – na realidade, muito ruim mesmo. E foi nesse contexto, em que trocávamos algumas palavras, e o único raio de esperança real era a breve volta de Jesus, que seu material veio à tona. Resumindo: graças a Deus, tudo passou, e tenho desfrutado e sido realmente muito abençoada com esse maravilhoso material que você dispõe diariamente, e posso dizer que hoje somos uma família – desde o avô de 78 anos até minha sobrinha de 13 anos, somos assíduos frequentadores do seu blog. De coração, desejo que o bom Deus continue lhe abençoando ricamente, e que possa continuar contribuindo para nos conduzir nestes dias.”
[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] O prato da “sopa primordial” ficou bem menor: uma equipe de pesquisadores sugeriu, em artigo científico a ser publicado nesta terça-feira na revista PNAS, que a origem da vida celular não se deu na vastidão do oceano [será por que eles sabem que a água, por causa da despolimerização, seria o pior ambiente possível para o “surgimento” da vida?], mas sim em pequenas poças em terra [e os livros didáticos, como ficam agora?]. É consenso entre os cientistas que os seres vivos surgiram da combinação de certos elementos químicos, que produziram os “tijolos” de substâncias orgânicas dos quais eles são feitos [só que nenhum desses cientistas explica como isso aconteceu, dadas as tremendas probabilidades em contrário]. Esses ingredientes seriam as substâncias químicas dessa “sopa primordial” no mar. Essa forma de vida primitiva teria se isolado do ambiente, criado um metabolismo próprio para consumo de energia e a capacidade de se reproduzir [“criado um metabolismo próprio”?! Como é fácil resolver o assunto com palavras... Então, essa “forma de vida primitiva” – seja lá o que tenha sido – adicionou do nada informação complexa ao próprio sistema a fim de “criar” os intrincados mecanismos metabólicos dos quais dependia, mas não sabia disso antes?]. Pesquisadores da área se dividem entre os que acham que o metabolismo surgiu antes e os que acham que a capacidade de replicação veio primeiro. [Como essa forma de vida poderia se replicar sem metabolismo? E se não era capaz de se replicar, como pôde ser perpetuar sem se extinguir, fazendo com que a evolução nunca se processasse?]
Uma hipótese popular de um dos defensores do “metabolismo primeiro” foi criada por Mike Russel, hoje no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. Para ele, os precursores da vida surgiram no fundo dos oceanos, ao redor de jatos de água quente que surgem de fissuras ligadas à atividade vulcânica.
“Estávamos bem contentes [eles também estão contentes com o darwinismo e a abiogênese, mas dessas ideias eles não abrem mão de jeito nenhum] com a ideia da origem da vida no mar e nossas visões atuais ainda incorporam alguns traços da hipótese de Mike Russell”, disse à Folha o principal autor do estudo, Armen Mulkidjanian, da Universidade de Osnabrück, na Alemanha.
Mas os cientistas notaram discrepâncias entre as proporções de certas formas de elementos químicos no interior das células atuais dos seres vivos e em ambientes marinhos e terrestres em geral. É o caso de certos íons, átomos ou moléculas eletricamente carregados [só isso? Se continuarem a pesquisar e a abrir a mente, notarão muito mais discrepâncias entre a célula ultracomplexa sob seus microscópios e as teorias mirabolantes de uma origem “simples” que inviabilizaria a vida logo no seu “início”].
De acordo com o grupo, a proporção dos íons dentro das células de hoje reflete a composição do ambiente em que elas se formaram há bilhões de anos. As células atuais contêm os seus típicos íons graças a membranas permeáveis a alguns deles e a enzimas que transportam outros para dentro e para fora. Seria muito exagero sugerir que algo tão sofisticado já existisse nas células primitivas. [Estão chegando perto da verdade! Vão aceitá-la ou tropeçar nela, se levantar e fazer de conta que nada é nada? A célula, para existir como tal, dependia dessa membrana complexa, seletiva, mas como conceber a ideia de que essa complexidade estivesse presente no cenário darwinista primordial?]
Essas “protocélulas” devem ter evoluído em habitats com uma alta relação de íons positivos de potássio e sódio e concentrações altas de compostos de zinco, manganês e fósforo, dizem os pesquisadores. Segundo eles, essas condições químicas não teriam existido em ambientes marinhos, mas são compatíveis com zonas dominadas por vapor de sistemas geotérmicos.
A vida teria surgido em discretas poças ao lado de grandes gêiseres, como os do parque Yellowstone, nos EUA, e só depois os oceanos teriam sido colonizados, quando as condições permitiram.
Nota: Resumindo: a célula depende de uma membrana seletiva que lhe possibilite aceitar a entrada de íons e compostos que não estariam disponíveis na água (então, adeus água e tudo o que aprendi quando era criança). Esses íons e compostos estariam presentes em poças ao lado de gêiseres. Conclusão: a célula “surgiu” ao lado de gêiseres. Voilá! Sinceramente, é muita imaginação (ou fé) e pouca evidência. E eu não tenho fé suficiente para ser naturalista.[MB]
Em dezembro do ano passado, o procurador substituto do MPF em São Paulo Pedro Antonio de Oliveira notificou o Banco Central a apresentar defesa em representação por suposta “ofensa à laicidade da República Federativa do Brasil”. Em português claro, o procurador acionou o BC por manter o termo “Deus seja louvado” nas cédulas de Real. Aos olhos do procurador, tal registro na moeda nacional desrespeita o Estado laico e deve, portanto, ser banido das cédulas. Diante da ação, o BC instaurou procedimento interno para tratar do caso e só na semana passada respondeu ao procurador. Em breves linhas, o banco lembra que, a exemplo da moeda, até a Constituição foi promulgada “sob a proteção de Deus”, e argumenta: “A República Federativa do Brasil não é antirreligiosa ou anticlerical, sendo-lhe vedada apenas a associação a uma específica doutrina religiosa ou a um certo e determinado credo.”
O BC também alega que a representação do procurador padece de vício de origem, pois é atribuição do Conselho Monetário Nacional determinar as características gerais das cédulas e das moedas. O MPF analisa o que fazer.
Primeiro, a notícia de que haverá uma luta beneficente em frente ao Palácio do Planalto e, depois, outra de que mulheres disputarão um torneio de mixed martial arts (MMA). Neste último caso, o promotor do espetáculo avisa que não é “aquela coisa de briga de mulher”, mas de profissionais do ringue, coisa muito séria. Mesmo que não tenha havido maiores repercussões do assunto neste Observatório da Imprensa ou em colunas de jornal, não é difícil imaginar o que pensa disso gente de primeiro time como Alberto Dines, Zuenir Ventura e Ancelmo Góis, para mencionar apenas alguns dos jornalistas que têm criticado esse tipo de espetáculo em ascensão no gosto do público e da mídia.
Como não lhes dar razão? O cenário é assustador: num ringue, que pode assumir forma octogonal a depender da empresa promotora, homens fortíssimos, reinterpretações pós-modernas dos gladiadores romanos, trocam socos e pontapés até que um deles, às vezes coberto de sangue, desmaie ou dê as batidinhas convencionais de desistência (tap out). O MMA é o reality show da porrada.
(Não é, aliás, sem algum arrepio que grafo “porrada”, pois me lembro bem que, no auge da ditadura militar, o finado Tarso de Castro foi levado à polícia política porque havia empregado, em uma nota no Pasquim, essa palavra. Nos porões, a porrada dava o tom aos “diálogos”, mas só como passagem ao ato: como fala, era proibida.) [...]
Ninguém jamais se preocupou muito com esse assunto no espaço público. Por que agora a comoção? Uma resposta hipotética é que o espetáculo da violência disseminou-se na mídia, passando a ser visto por novas frações de público, como crianças e mulheres. Mais ainda, a coisa chegou à Globo, ainda em horário tardio, mas nada indica que não possa adiantar-se na grade de programação, aparecendo à beira do jantar.
Admitamos que seja patética a possibilidade de estetização do ato de violência dentro do horário “nobre”. Violência pode ser ato e estado (instituição). É preciso levar em conta a hipótese de que a porrada física do MMA possa ser de fato menos violenta do que o espetáculo da violência institucional e moral a que assistimos, dentro e fora do horário “nobre”, quando as figuras da República vêm a público tentar explicar a corrupção do dia a dia.
Nota: Mais absurda é a mistura de religião com “porrada”, como na foto abaixo, ou como no caso dos lutadores /espancadores que agradecem a Deus o fato de terem detonado o oponente.[MB]
Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “Chupa esta, Darwin: Lamarck redivivus e vai ser incorporado na nova teoria geral da evolução – a Síntese Evolutiva Ampliada (que vocês no Brasil só leem a respeito neste blog) – que será anunciada em 2020. Galera dos meninos e meninas de Darwin: aguenta firme que os atuais mandarins da Nomenklatura científica tudo farão para livrar a cara de Darwin do vexame epistêmico no contexto de justificação teórica. O título do artigo é ‘Herança epigenética: Quais são as novidades para a evolução?’ Ele fizeram uma pergunta, mas nem respostas têm: ‘Tendo um corpo formal de teoria evolucionária que incorpore a epigenética, bem como desenvolver uma quantificação mais nítida da conexão entre a variação epigenética e os fenótipos nos permitirá perguntar mais rigorosamente se ou como a epigenética desempenha um papel importante na evolução adaptativa.’
“Darwin, que desceu o cacete em Lamarck no A Origem das Espécies, mas foi mais lamarckista do que Lamarck na sexta edição (não é mesmo, historiadores da ciência?), deve estar se revirando em seu túmulo na Abadia de Westminster. Ué, mas Darwin não era agnóstico (um ateu que ainda não saiu do armário)? Eu, se fosse o Richard Dawkins, o papa dos neoateus pós-modernos chiques e perfumados, moveria céus e terra para desenterrá-lo desse local execrável para se enterrar um cientista...”
Esse mesmo padre ironiza os "irmãozinhos" adventistas por guardarem o sábado. Confira aqui.
Nota: Leia Hebreus 10:19-22; 4:15,16 e João 14:6 e note como a Bíblia nos incentiva a ter ousadia para ir até o Santíssimo, na presença de Deus. Em Mateus 11:28, Jesus convida: “Vinde a Mim...” Outros inúmeros textos bíblicos mostram um Deus acessível a quem podemos ir diretamente em oração, por meio do Deus Filho. O padre diz que a Igreja Católica não é orgulhosa, mas o que dizer de sua atitude de mudar a lei de Deus, conforme estava previsto em Daniel 7:25? É só comparar o catecismo com os dez mandamentos em Êxodo 20. Finalmente, com respeito à suposta intercessão dos santos, mencionada pelo padre, é só estudar o que a Bíblia diz sobre o estado do ser humano na morte para saber que eles, de fato, não podem interceder por ninguém (clique aqui para conferir). Se os salvos estivessem no Céu, como também pensam os evangélicos de modo quase geral, realmente não haveria motivo para pensar que eles não pudessem interceder pelos vivos. No entanto, como ensinam as Escrituras, os salvos estão dormindo no pó da Terra aguardando inconscientes a ressurreição no último dia, na volta de Jesus.[MB]
Os ateus brasileiros têm no universo virtual uma espécie de igreja online. É ali onde o conglomerado de pessoas que negam a existência de Deus se sente à vontade para professar o desapego às religiões, manifestar os porquês de não seguir nenhuma delas e trocar ideias com outras pessoas na mesma condição. Minoria em uma sociedade crente como a nossa – os ateus fazem parte do grupo demográfico definido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como sem religião, do qual fazem parte também agnósticos e crentes sem religião, e representam 6,7% da população brasileira –, eles preferem esse canal de comunicação uma vez que, em público, ainda estão sujeitos a críticas. Duas ações, uma no Brasil e outra em Londres – onde um templo ateu [!] deverá ser erguido até o ano que vem – pretendem pôr fim à solidão físico-intelectual desse grupo.
No domingo 12, está marcado o 1º Encontro Nacional de Ateus. Cerca de três mil pessoas estarão reunidas simultaneamente em 21 Estados e no Distrito Federal. “Precisamos sair do armário, mostrar que somos bons filhos, pais, que a moralidade independe de uma crença”, diz a estudante gaúcha Stíphanie da Silva, citando uma expressão utilizada na luta pelos direitos civis dos homossexuais. Aos 22 anos, ela é membro da Sociedade Racionalista, que organiza a ação. “O intuito principal do evento é conhecer uns aos outros e organizar a nossa força.” Soa paradoxal, porém, ateus militantes se reunirem para defender um ceticismo contra fé, religião e deuses. Agindo dessa forma, argumenta o professor Edin Abumansur, do departamento de ciências da religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o ateísmo se torna uma opção de crença, a da negação, à disposição dos que procuram coisas para acreditar, no caso, que Deus não existe.
Apesar de contraditório, os brasileiros estarão seguindo à risca, com essa movimentação, a cartilha do britânico Richard Dawkins, espécie de guru dos ateus, autor de Deus, um Delírio. Zoólogo, ele exorta seus pares, historicamente estigmatizados, a se assumir e encampar publicamente um debate intelectual. No século 19, porém, a fé na ciência e na razão já pautava as discussões nas igrejas positivistas, principalmente na França, terra natal de Auguste Comte (1798-1857). Um dos pais da sociologia, ele propunha uma nova religião baseada não em uma crença, mas na capacidade humana [e essa crença na capacidade humana vislumbrou a eclosão das duas mais sangrentas guerras de toda a história, no século 20]. “Crer no homem e na sua racionalidade justifica uma militância ateísta”, afirma o professor Pedro Paulo Funari, do departamento de história da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Fora do Brasil, no entanto, ateus famosos parecem não falar a mesma língua. Dawkins criticou publicamente o filósofo suíço Alain de Botton, autor de Religião para Ateus, que anunciou a construção de um templo ateu no centro financeiro de Londres. “Ateus não precisam de templos, é um desperdício de dinheiro”, afirmou o zoólogo [que prefere desperdiçar dinheiro em campanhas deselegantes pelas ruas e em acampamentos de doutrinação de crianças]. O projeto do espaço, que terá 46 metros de altura, foi encomendado por Botton ao arquiteto Tom Greenall. Segundo o arquiteto, o templo representará a história da vida na Terra. “Cada centímetro equivale a um milhão de anos de vida”, diz Greenall.
O filósofo – que pretende começar a levantar a construção no ano que vem, após a autorização da prefeitura – defende em seu livro que os ateus não devem fechar os olhos para as religiões, mas aprender com aquilo que elas têm de bom. “Isso (a construção) poderia significar um templo ao amor, amizade, tranquilidade e perspectiva”, diz Botton. “O ateísmo de Richard Dawkins ficou conhecido como uma força destrutiva, mas há pessoas que não acreditam (em Deus) e não são agressivas contra outras religiões.” Não é o que ocorre no Brasil. A Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (Atea), por meio de uma pesquisa com seus cerca de 3,5 mil membros, descobriu que 90% deles consideram a religião um mal. Um claro efeito rebote da hostilidade crescente patrocinada por alguns religiosos.
Presidente da Atea, o engenheiro civil Daniel Sottomaior, 40 anos, faz troça da proposta de Botton, a quem se refere como um agente duplo infiltrado no movimento. E apoia com ressalvas as reuniões de ateus no Brasil. Para ele, à medida que eles conseguirem se colocar na sociedade sem medo, a necessidade de se encontrarem cairá drasticamente. “Afinal, não temos nada em comum: há gays, heteros, gente de esquerda, de direita”, diz Sottomaior. O engenheiro explica que, nos países nórdicos, com altas taxas de ateus, eles não se organizam, porque não precisam. “Por que pessoas que não acreditam em saci-pererê, por exemplo, teriam de se organizar?” Lutando pela causa juntos ou cada um por si, os brasileiros descrentes têm muito trabalho pela frente.
Nota: O dia 12 de fevereiro foi escolhido por ser o aniversário de Charles Darwin. Curiosamente, os ateus se apropriaram de uma pessoa que nem ateia era: Darwin era agnóstico. Mas não deixa de ser interessante a admissão, por parte dos ateus, de que o darwinismo é sinônimo de ateísmo, por mais que alguns religiosos esperneiem e se esforcem para misturá-lo com religião. Conheço ateus com quem é possível manter um diálogo respeitoso e proveitoso, sem exaltações. Mas outros parecem vociferar o refrão: “Deus não existe e eu O odeio!”[MB]
A ganhadora de seis Grammy’s Adele é famosa por sucessos que fazem todo mundo chorar, como “Someone Like You” e “Rolling in the Deep”. E a ciência tem uma explicação para o fenômeno. É o que conta Michaeleen Doucleff, em sua coluna no The Wall Street Journal. Apesar de a experiência pessoal e a cultura pesarem, pesquisadores descobriram que certas características musicais mexem com as emoções. A melodia correta, combinada com letras de rompimento amoroso e a voz potente de Adele enviam ao cérebro sinais de recompensa. Há 20 anos, o psicólogo britânico John Sloboda conduziu um experimento que identificou a “appoggiatura”, um tipo de nota musical constante em músicas que emocionam. Essa nota se choca com a melodia e cria um som dissonante, isso cria tensão no ouvinte, contou Martin Guhn, psicólogo da Universidade de Columbia, que co-escreveu um estudo em 2007 sobre o assunto. “Quando as notas retornam à melodia anterior, a tensão é resolvida, e é bom.”
“Someone Like You” está cheia de notas ornamentais semelhantes às “appoggiaturas”. Além disso, no refrão, Adele ligeiramente modula seu tom no final de notas longas, momentos antes de o acompanhamento ir para uma nova harmonia, criando uma mini-montanha-russa de tensão e resolução, diz Guhn.
Em seu estudo, o psicólogo descobriu que as músicas que fazem chorar compartilham pelo menos quatro características: elas começam suavemente e depois se tornam altas; incluem a entrada abrupta de uma nova “voz”, seja um instrumento ou harmonia; elas expandem a frequência tocada e têm desvios inesperados na melodia e harmonia.
“A música começa com um padrão suave e repetitivo”, diz Guhn sobre “Someone Like You”. Quando começa o refrão, a voz de Adele salta uma oitava, e ela canta as notas em um volume crescente. A harmonia muda enquanto a letra se torna mais e mais melancólica.
Doucleff diz no texto que quando a música de repente quebra seu padrão esperado, nosso sistema nervoso simpático entra em alerta máximo, nosso coração acelera e começamos a suar. Dependendo do contexto, interpretamos esse estado de excitação como positivo ou negativo, feliz ou triste.
Um estudo no ano passado de Robert Zatorre e sua equipe de neurocientistas da Universidade McGill relatou que músicas emocionalmente intensas liberam dopamina nos centros de prazer e recompensa do cérebro, semelhante aos efeitos da comida, sexo e drogas. Isso nos faz sentir bem e nos motiva a repetir o comportamento.
Para medir as respostas dos ouvintes, a equipe descobriu que o número de arrepios estava correlacionado com a quantidade de dopamina liberada, mesmo quando a música era muito triste.
Nota: Cada vez mais pesquisas demonstram que a música tem realmente poder viciante. É bom lembrar que, como neurotransmissor, a dopamina é neutra. Ela dará prazer, independentemente da fonte desse prazer. Cabe ao apreciador da música (ou da comida, ou do sexo, etc.) escolher sabiamente que tipo de música (comida, relacionamento, etc.) será associado ao prazer em sua mente. Se apenas (ou principalmente) ouvir rock, por exemplo, a pessoa ficará dopaminicamente viciada nesse estilo musical, assim como ficará viciada em pornografia, se tiver contato constante com esse tipo de material; ou não conseguirá mais comer alimentos que não sejam fortemente adoçados, pelo mesmo motivo – o vício. Assim, nossas escolhas diárias determinam a que tipo de comportamento ficaremos ligados.[MB]
Um terremoto de magnitude 6,5 graus na escala Richter sacudiu nesta terça-feira as Ilhas Salomão, no Pacífico Sul, sem que as autoridades tenham informado sobre mortos ou emitido um alerta de tsunami. O Serviço Geológico dos Estados Unidos, que vigia a atividade sísmica mundial, localizou o movimento telúrico a 54,7 quilômetros de profundidade e 178 quilômetros ao sudeste de Honiara, a capital do país. A população mais próxima do epicentro é Kirakira, capital da província de Makira-Ulawa, na antiga ilha de San Cristobal, que conta com cerca de mil habitantes.
Em abril de 2007, um terremoto de 8,1 graus gerou um tsunami que causou a morte de 30 pessoas e arrasou parte da cidade de Gizo.
[No mesmo dia,] um terremoto de 6,2 graus na escala Richter sacudiu a costa leste do Japão, mas por enquanto não há informações sobre vítimas nem foi lançado um alerta de tsunami, informou a Agência Meteorológica japonesa. Segundo o organismo, o tremor foi registrado às 15h22 locais (4h22 de Brasília) com epicentro a pouca profundidade no mar em frente à província de Ibaraki, no litoral oriental do arquipélago. [...]
O tremor também alcançou uma intensidade 3 na escala japonesa em cidades como Iwaki, também em Fukushima, e Mito, na vizinha província de Ibaraki. Em alguns distritos de Tóquio, o sismo foi sentido com intensidade entre 1 e 2 graus na escala japonesa, segundo a Agência Meteorológica. [...]
Em março do ano passado [...] o forte terremoto de 9 graus na escala Richter que sacudiu o nordeste do país provocou um devastador tsunami que deixou mais de 19 mil vítimas, entre mortos e desaparecidos, e causou o pior acidente nuclear desde o de Chernobyl.
O cirurgião Joseph Kuhn (Baylor University Medical Center) descreveu recentemente três problemas sérios com a evolução darwiniana num artigo intitulado “Dissecting Darwinism” (Dissecando o Darwinismo). Ele escreveu que os três pontos enunciados foram citados em frente à Texas State Board of Education, que, passados alguns dias de deliberação, decidiu que os livros escolares deveriam ensinar os pontos fortes e os pontos fracos da teoria da evolução. Diga-se de passagem, as únicas pessoas que se insurgiram com o ensino da teoria da evolução como uma teoria científica (e não como um dogma religioso) foram os evolucionistas. Aparentemente, ensinar os pontos fortes e as fraquezas da teoria da evolução é problemático... para a teoria da evolução.
A primeira fraqueza que Kuhn descreveu é, na verdade, bem mais do que uma fraqueza, mas, sim, um argumento poderoso contra a noção de que processos naturais alguma vez poderiam produzir células a partir de químicos sem vida. O que mantém as células com vida, diz Kuhn, é a não natural informação que existe dentro das moléculas da vida. Essas moléculas não possuem o tipo de aleatoriedade que os processos naturais produzem. De fato, quando essas forças naturais operam de forma aleatória sobre essas moléculas, elas perdem sua informação vital e o organismo morre.
Kuhn escreveu: “O problema fundamental e insuperável da evolução darwiniana encontra-se na complexidade espantosa e na informação inerente contida no DNA” (Kuhn, J. A. 2012. “Dissecting Darwinism”, Baylor University Medical Center Proceedings, 25 [1]: 41-47).
O tipo de informação que o DNA codifica é o tipo de linguagem “tudo-ou-nada”. Sistemas celulares que usam o DNA possuem as mesmas características básicas e irredutíveis de qualquer linguagem humana: (1) símbolos; (2) significado para cada um dos símbolos; (3) regras gramaticais dentro das quais os símbolos podem ser interpretados; (4) emissores e receptores; (5) propósito ou efeito desejado aquando do envio das mensagens.
Esse tipo de estrutura organizacional e informática nunca provém de forças naturais, mas é sempre o efeito de uma ou mais mentes pensantes e conscientes.
Kuhn escreveu: “Tendo como base a consciencialização da inexplicável informação em código presente no DNA, para além da inconcebível autoformação do DNA e inabilidade de se justificar os bilhões de nucleotídeos especificamente organizados em cada célula, é razoável concluir que existem várias fraquezas na teoria que postula melhoria gradual através da seleção natural (darwinismo) como forma de explicar a origem química da vida. Para além disso, a evolução darwiniana e a seleção natural nunca poderiam ser os mecanismos por trás da origem da vida, uma vez que esses processos requerem o funcionamento da replicação e essa não existia antes da origem da vida” (Kuhn, J. A. 2012. “Dissecting Darwinism”, 41-47).
Até mesmo o ardente evolucionista e militante ateu Richard Dawkins admitiu em 2009 que “o problema mais profundo ainda por resolver na Biologia é a origem da vida em si” (Dawkins, R. 2009. “Evolution: The next 200 years”. New Scientist, 2693: 41).
Claro que o problema não é da “Biologia”, mas, sim, especificamente da teoria da evolução. A Biologia, propriamente dita, não tem “problemas profundos” quando se trata da origem da vida. Só quando operamos dentro da camisa de força chamada “naturalismo” é que ficamos com “problemas profundos”.
Enquanto o militante ateu Dawkins ainda tem fé de que um dia – talvez – o naturalismo consiga explicar a origem da vida, o médico Joseph Kuhn reconhece o óbvio: a natureza por si só nunca poderia ter produzido a vida. Ou seja, ambos reconhecem que as sugestões que se restringem ao naturalismo têm sido cientificamente insuficientes.
Nota do blog Darwinismo: “Sem duvida que os estudantes deveriam ficar a par das inúmeras fraquezas que a teoria da evolução possui, mas, infelizmente, isso não acontece. Não é dito aos estudantes que o naturalismo falha logo na origem da vida e nem é dito que os próprios militantes ateus e ávidos evolucionistas não possuem respostas científicas para essa questão. Os evolucionistas que controlam o sistema de ensino não revelam esse tipo de informação porque estão perfeitamente cientes de que o neodarwinismo não sobreviveria ao escrutínio científico. Se o naturalismo falha logo no início do processo, será lógico restringir a Biologia nesse mesmo constrangimento? Se as forças naturais não conseguem gerar uma única célula autorreplicante, por que os evolucionistas acreditam que essas mesmas forças naturais conseguiram gerar olhos, ouvidos, braços, pernas, sistemas reprodutores, sistemas de refrigeração, sistemas de autorreparação, asas, ecolocalização e muito mais? É por dados científicos como os levantados pelo Dr. Kuhn que os evolucionistas tentam desesperadamente separar a origem da vida da teoria da evolução em si. Eles claramente se apercebem de que, se o naturalismo falha na origem da vida, não há justificação científica para se excluir teorias e hipóteses biológicas que não estejam de acordo com o mesmo naturalismo. Mas nós, que confiamos nAquele em Quem estão escondidos todos os tesouros da ciência e sabedoria, não podemos dar margem de manobra aos ideólogos evolucionistas. Ou o naturalismo explica todo o processo biológico (desde a origem da vida), ou então não pode ser o constrangimento filosófico dentro do qual todas as teorias da biologia têm forçosamente que operar. Repare que, sem apresentar qualquer tipo de alternativa à teoria da evolução, o Dr. Kuhn levantou um argumento devastador contra ela. Imagine o que aconteceria aos estudantes que saíssem de uma aula do Dr. Kuhn (em torno da inabilidade da teoria da evolução para explicar a origem da vida) e deparassem com um cristão – em evangelismo e firme crente no que Deus diz em Gênesis – a anunciar “todo o conselho de Deus” desde a Criação até Revelação. O efeito que teria! Infelizmente, a maior parte dos cristãos está mais interessada em colocar fotos suas no Facebook e no blogger do que em defender a Verdade da Bíblia. Esses “cristãos” não entram na guerra cultural e nem tomam parte da batalha espiritual, mas gostam de andar com a etiqueta que diz “cristão” – como se fazer parte da Igreja de Deus fosse análogo a pertencer a um grupo social e não a pertencer ao corpo místico do Senhor Jesus.”
O ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, afirmou [na] quinta-feira diante de vários membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas que o governo de Israel cogita “todas as opções” se as sanções impostas contra o Irã não dissuadirem o país a interromper seu programa nuclear. “Israel mantém todas as opções sobre a mesa se as últimas sanções não fizerem com que o regime iraniano detenha seu programa nuclear”, disse Lieberman em reunião com membros do principal órgão de decisões da ONU, segundo um comunicado da missão de Israel junto ao organismo. O ministro israelense afirmou que o Irã continua sendo “a maior ameaça à paz e à segurança no mundo” e expressou sua esperança de que o Conselho de Segurança tomará atitudes após as declarações das autoridades iranianas, que na semana passada se mostraram a favor “de apagar Israel do mapa”.
Lieberman criticou as palavras do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, que na sexta-feira passada disse que o Irã apoiará todos aqueles que se opuserem a Israel. Para o clérigo islâmico, o Estado judaico representa “um câncer que deve ser eliminado, e será eliminado com a ajuda de Deus”.
A tensão entre Irã e Israel aumentou recentemente e, segundo um colunista do jornal The Washington Post, o secretário de Defesa americano, Leon Panetta, está convencido que um ataque israelense sobre as instalações nucleares do Irã é iminente e poderia ocorrer “em abril, maio ou junho”.
Grande parte da comunidade internacional acusa o regime iraniano de desenvolver um programa nuclear para produzir armas atômicas, mas Teerã nega e alega enriquecer urânio apenas para fins pacíficos.
Nota: O que poderá acontecer, caso Israel invista numa “guerra preventiva”? Ou caso o Irã realmente tente cumprir seu desejo de riscar a nação judaica do mapa? Obviamente, os EUA ficarão ao lado de seu aliado histórico, e nações alinhadas com os EUA poderão fazer o mesmo. Mas o que farão a Rússia e a China, por exemplo, que recentemente vetaram um texto de resolução da ONU que previa, entre outros itens, que o presidente sírio, Bashar al-Assad, se afastasse do poder? O que uma guerra que poderá envolver mais do que apenas duas nações poderá causar à economia já cambaleante de muitos países? Nuvens pesadas pairam no horizonte do mundo...[MB]
Ser uma modelo da grife de lingeries Victoria’s Secret significa fazer parte de um seleto grupo, conhecido por Angels. Os “anjos” são, na verdade, embaixadoras da grife, pois participam de eventos para destacá-la. A modelo Kylie Bisutti, abriu mão de fazer parte desse universo para guardar seu corpo para o marido e “honrar ao Senhor”. Em entrevista à coluna Pop Tarts da Fox News, a modelo de 21 anos falou sobre sua decisão: “Ao evoluir minha relação com Deus e com minha fé, tive certeza de querer guardar meu corpo para o meu marido e de me tornar um modelo para outras mulheres que se espelham em mim. A Victoria’s Secret era minha maior meta na vida e era tudo que eu sempre quis na carreira. Enquanto fiz parte daquilo eu adorava, era muito divertido, mas então me toquei. Desfilar de lingerie começou a se tornar desconfortável por causa de minha fé, afinal, lingerie não é roupa”, disse.
Em 2009, aos 19 anos, Kylie participou do concurso que tinha por objetivo escolher uma modelo que desfilaria no espetáculo da grife no referente ano. A campeã, eleita pelo voto popular, foi Kylie que desfilou no encerramento do espetáculo. Ela concorreu com cerca de 10 mil candidatas.
“Meu corpo deve ser apenas para o meu marido e algo sagrado”, disse Bisutti, que tinha se casado pouco antes de ganhar a competição de modelagem de 2009. “Eu realmente não quero ser aquele tipo de modelo para as meninas mais jovens. Havia várias jovens meninas cristãs que me olhavam e pensavam que era certo mostrar seus corpos vestindo lingerie para os homens”, contou.
Apesar de ter desistido de desfilar trajando peças íntimas, Bisutti não deixou a carreira. Recentemente, ela apareceu com Jennifer Lopez em um anúncio da Kohl.
Duas manchas solares que praticamente dobraram de tamanho nos últimos dias podem originar uma série de explosões solares em direção à Terra. O Observatório de Dinâmica Solar, da Nasa (agência espacial dos EUA), registrou a alteração recente na região conhecida como 1416. Não se sabe qual será o potencial do fenômeno, mas alguns cientistas dizem que as explosões solares poderiam ser de média intensidade e sentidas nas regiões polares, com pequenas interferências nos sistemas de comunicações.
No ano de 1961, o estado americano de West Virginia recebia a primeira reunião do programa “Pesquisa por Inteligência Extraterrestre” (SETI, na sigla em inglês), que desde então tem reunido dados e evidências sobre a possibilidade de haver vida inteligente fora do planeta Terra. Mas hoje, mais de cinco décadas depois, ainda há cientistas que discordam firmemente dessas suposições. A principal linha de raciocínio dos estudos como os do SETI é a seguinte: havendo manifestação de vida em outros planetas, ela evoluiria em determinado ritmo, bem como a raça humana está fazendo, e mais cedo ou mais tarde mandariam sinais de existência que seremos capazes de captar.
Um cientista britânico da Universidade de Londres, Nick Lane, tem uma teoria contrária. Ele explica, basicamente, que a vida avançada no formato que existe na Terra (desde os seres unicelulares) é algo extremamente raro que dificilmente poderia ser copiado. Isso porque os seres vivos precisam, basicamente, de uma separação entre seu meio interno e o meio externo, o ambiente em que vivem. É preciso que cada um desses dois sistemas possa funcionar por si próprio. Ao longo dos bilhões de anos de vida na Terra [segundo a cronologia evolucionista], muitos sistemas vitais evoluíram, mas sempre houve essa membrana para fazer a distinção.
Existem células procariontes e eucariontes. Estas últimas, mais evoluídas [sic], possuem uma membrana que separa o material genético, no núcleo, das demais organelas da célula. Mais fundamental do que isso, no entanto, foi o surgimento [sic] da mitocôndria, um evento chave que potencializou a possibilidade dos seres vivos da Terra de evoluir [sic].
Sem a mitocôndria, de acordo com essa teoria do bioquímico britânico, jamais teríamos passado do estado celular primitivo [sic]. Foi um único ocorrido, ao longo de bilhões de anos, que fez a diferença para que chegássemos ao ponto em que estamos. Para que outro planeta tivesse vida evoluída, do mesmo modo que aqui, seria preciso um evento equivalente para os seres vivos de lá.
E as chances disso acontecer, segundo o raciocínio de Nick Lane, seriam praticamente nulas. Em nosso planeta, ocorreu apenas uma vez em quatro bilhões de anos [idem]. Logo, seria melhor não levantar tanta expectativa.
Nota: Nick Lane tem toda razão, mas erra num ponto: as chances de a vida como a conhecemos “surgir”, mesmo que sejam dados bilhões de anos de “lambuja”, não são “praticamente nulas”. São totalmente nulas. Ele levanta o problema da membrana celular que, de fato, é um problema para os evolucionistas. O que surgiu primeiro, a membrana ou as organelas que ela protege e agrupa? Sem a membrana, as organelas se dispersariam no meio circunjacente. Mas a membrana não poderia isolar o interior da célula, caso contrário, ela morreria. Ou seja, essa membrana teria que ter “surgido” praticamente com o grau de complexidade que tem hoje, com proteínas específicas e a capacidade de selecionar o que entra e o que sai da célula. Complexidade irredutível lá nos primórdios da vida?! Lane não quis complicar as coisas (até porque certamente é evolucionista), mas ele poderia perguntar: Como a informação genética necessária para existir vida simplesmente surgiu neste planeta? Como a primeira célula “já sabia” que precisava se dividir para não se tornar extinta logo no início de sua história? Como foi possível duplicar sua informação genética e as organelas de modo tão perfeito, sem fazer com que a “receita da vida” desandasse logo em sua origem? Se você perguntar para os que concordam com o pensamento de Lane: Se lá fora a probabilidade de existência de vida inteligente é praticamente nula, então por que e como a vida surgiu na Terra, sem a necessidade de um Criador? Provavelmente, você receberá uma resposta tautológica como esta: “Não sei, mas se estamos aqui é porque surgiu.” Não responde nada, concorda? Apenas revela o pensamento naturalista em ação: tudo o que existe, existiu ou existirá veio à existência a partir do nada. E ponto final.[MB]
"A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isso fica sendo a minha última e mais elevada descoberta." Isaac Newton
Você sabe o que é comemorado no dia 2 de fevereiro? Eu não sabia até este ano. Desde 1923, esse dia é celebrado por milhares na Bahia e, somente no bairro do Rio Vermelho, cerca de 500 mil pessoas renderam sua homenagem à Iemanjá. Mesmo sendo uma grande tradição para os baianos, acho que eu não saberia o que essa data representa se não estivesse assistindo ao Bom Dia Brasil, telejornal da Rede Globo, no dia mencionado. Até aí tudo bem, pois fazer a cobertura de um evento que atrai tantas pessoas é normal. Além do mais, cada um tem liberdade para expressar sua crença. O que me causou estranheza foi o fato de o repórter global fazer uma oferenda ao vivo para a “Rainha do Mar”.[1] Logo a emissora que diz ter como um de seus princípios editoriais[2] no jornalismo a busca da isenção. Diversos programas da Rede Globo possuem conteúdo tendencioso, mas ainda permanecia a impressão de que o jornalismo buscava a isenção da notícia. Parece que não mais.
Para completar, logo após o telejornal, me deparei com Ana Maria Braga iniciando seu programa Mais Você, direto da praia.[3] A produção da emissora deslocou a apresentadora e toda uma equipe para a praia de São Conrado, para mais uma homenagem, ao vivo, à Iemanjá. Ana Maria fez questão de deixar sua oferenda no mar e contou uma das lendas sobre o orixá. Mais tarde, em seu estúdio, ensinou como fazer uma homenagem de casa mesmo, para quem não mora perto do mar.[4]
Seja qual for a história que gerou a crença, de concreto, ficam as imagens de pessoas em grandes filas enviando ao mar presentes como espelhos, flores, perfumes, alimentos, entre outros, que, segundo o povo, são as coisas preferidas da divindade, que na cultura africana é a mãe de todos os orixás. Na Bahia, por influência da Iara Indígena, ganhou a forma de uma sereia vaidosa, ciumenta e que adora presentes. Muitos ainda a associam à Maria, mãe de Jesus.
Depois de avaliar todo o cenário e testemunhar como a emissora – que não economiza nas atrações recheadas de confusão religiosa – deu tanto destaque ao dia de Iemanjá, cheguei a algumas conclusões:
- A Globo está enveredando cada vez mais para o mundo religioso, mas, como uma verdadeira “Babilônia” (que na Bíblia representa confusão), não acrescenta nada de realmente proveitoso para a vida espiritual das pessoas. E o jornalismo que antes buscava ter certa isenção na notícia, agora, infelizmente, está cada vez mais tendencioso.
- O tal “sincretismo religioso”, assim como o ecumenismo, tão admirado por muitos, está levando a uma confusão espiritual que com certeza está em desacordo com a Bíblia. Os que não querem fazer parte desses movimentos, tentando usar também da tal liberdade religiosa, são tidos como “radicais”.
- O espiritismo moderno, que agora está totalmente em destaque, é um movimento relativamente recente, datado de 1848.[5] Há poucos anos, não era aceito como hoje em dia e era até mesmo temido pela grande maioria. Ainda me lembro de que, quando era criança, meus amigos e eu temíamos o assunto e não poucas vezes íamos dormir com medo das histórias de conversas com os “mortos”.
O autor Uriah Smith (1832-1903), sobre a sexta praga de apocalipse 16, comenta: “Outro acontecimento digno de nota sobre essa praga é a saída dos três espíritos imundos a fim de congregarem as nações para a grande batalha. O movimento espalhado por todo o mundo, conhecido por espiritismo moderno, é, em todo sentido, um meio apropriado para a realização dessa obra” (As Profecias do Apocalipse, p. 310).
Respeito muito as pessoas que seguem o espiritismo. São excelentes cidadãos, pessoas amorosas e caridosas. Mas a Palavra de Deus – ainda que alguns busquem nela artifícios para apoiar suas teorias – é bem clara sobre o assunto:
“Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti” (Deuteronômio 18:10-12).
“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento” (Eclesiastes 9:5).
“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma” (Eclesiastes 9:10).
(Lucila Tiujo dos Reis é jornalista em Curitiba, PR)
Antes de qualquer coisa, quero deixar claro uma: respeito a sua opinião, posição, vontade, seu pensamento, enfim, quero apenas apresentar minha experiência de vida, de mudanças de paradigmas, de valorização daquilo que não valorizava, de encontro com o transcendente.
Nasci num lar católico e eu não era o que se pode chamar de um católico praticante. Desde cedo tive contato com a visão evolucionista e, assim, acreditava que fosse a visão mais correta acerca do surgimento da vida na Terra. Sempre considerei os “crentes” um grupo meio “bizarro”. Jamais nutri qualquer simpatia por eles. Eu os classificava como pessoas simples, ignorantes, que se deixavam enganar com facilidade, pois não tinham muita capacidade de uso do raciocínio.
Conforme se vai conhecendo as pessoas muitos dos nossos conceitos e preconceitos vão mudando, e acredito que o distanciamento tem efeito de agravar nossos preconceitos. Fui convivendo com pessoas que mantinham formas de pensar diferentes da minha e passei a respeitá-las, mesmo que não concordasse com elas. Vi que podemos, sim, ter pensamentos diferentes e, nem por isso, deixar de respeitá-las como pessoas inteligentes.
Muitos gostam de se entrincheirar na convicção de que quando as pessoas pensam diferente de nós deve ser por serem mais “burras”. Assim, começam a se espelhar em outras pessoas que julgam ser inteligentes e, baseados nisso, aceitam suas opiniões como a verdade máxima.
Lembre-se de que, “se você pensa que alguma coisa está certa só porque todos acham assim, não está pensando” (Viviense Westwood).
É fantástico quando a pessoa consegue desenvolver a capacidade de pensar na possibilidade de estar errada quanto a qualquer assunto. Alguns não conseguem se desprender do que acham ser correto e isso os desqualifica a mudar de opinião, por mais errados que estejam.
Acredito que o próprio evolucionismo ganhou destaque na mídia justamente por ter sido apresentado inicialmente de forma racional, em vez de dogmática, como, na época, foi apresentado o criacionismo.
Hoje podemos verificar uma inversão da postura racional do evolucionismo que assume um papel mais dogmático, enquanto o criacionismo procura a racionalidade.
Trabalhei com um evolucionista que enaltecia a natureza e praticamente a personificava. Ele dizia: “A natureza é sábia. Ela sempre encontra uma saída.” Como a natureza pode ser sábia? Ela pensa? Ela aprende? Ou será que ela é programada para agir de diferentes formas de acordo com as condições ambientais, visando a sua não extinção? Ela foi programada para agir assim. Afinal, informação complexa não surge do nada. O DNA apresenta informação altamente complexa. Até uma bactéria (unicelular) possui informação suficiente para encher toda a Enciclopédia Britânica.
Uma frase criacionista simplista diz que acreditar no Big Bang é como acreditar que uma explosão numa tipografia seria capaz de produzir um dicionário. Apesar da simplicidade do argumento, ele é totalmente verdadeiro quando se conhece um pouquinho da complexidade do código digital inerente ao DNA.
A Bíblia fala exatamente sobre a postura de muitos dos cientistas atuais (mas não somente deles). Veja o que Paulo diz em Romanos 1:20-22: “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis. Porquanto, tendo conhecimento de Deus, não O glorificaram como Deus, nem Lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos.”
Hoje, no entanto, muitos cientistas têm reconsiderado suas posições quanto ao assunto e reconhecido a Deus como Criador. É interessante notar que se o evolucionismo fosse realmente um fato científico, não haveria a menor possibilidade de existir um único cientista criacionista. Muitos cientistas não apresentam abertamente sua posição devido a boicotes de verbas para suas pesquisas.
Ainda hoje a maior parte dos cientistas acredita em Deus ou numa força suprema (clique aqui). Não deveria existir nenhum cientista que acreditasse em Deus, se o evolucionismo naturalista fosse a verdade absoluta.
Quanto mais próximo o cientista estiver da biologia molecular, microbiologia, biologia do desenvolvimento ou da genética do desenvolvimento, mais ele terá dificuldades em aceitar o suposto poder da seleção natural de Darwin no surgimento da vida.
Recomendo alguns livros, caso você queira considerar um pouco mais a questão do criacionismo. Acesse os links a seguir para ver as descrições desses livros. Só isso já lhe dará uma base diferente sobre a qual considerar o assunto: A História da Vida, Por Que Creio, A Ciência Descobre Deus e Origens.
Acesse o blog www.criacionismo.com.br. É imperdível! Sempre atualizado e com assuntos para pensar e questionar.
Depois da pausa para navegar, vamos voltar ao assunto.
Muitos outros detalhes começaram a chamar minha atenção para a Bíblia. Até mesmo a perseguição que esse livro enfrentou (e enfrenta ainda hoje) deve nos fazer parar para pensar. Como pode um livro tão ultrapassado ainda ser o mais vendido, o mais lido, mais amado, e também o mais odiado e mais perseguido? Como pode ser isso?
É necessário fazer uma pesquisa profunda e isenta de preconceitos. O que a Bíblia fala sobre ela mesma? Que tipo de pessoas tem produzido a crença na Bíblia? Pessoas boas ou pessoas ruins? Quantas vidas foram transformadas pelo que está escrito nesse livro?
Você mesmo deve conhecer algumas histórias de pessoas viciadas em drogas, ladrões, homicidas, prostitutas, e outros tantos que mudaram de vida graças a Deus e à Bíblia, e que hoje são pessoas totalmente diferentes.
É claro que existem pessoas que também usam a Bíblia para o mal. Quantas guerras no passado, por exemplo, foram feitas em nome de Deus? Muitos tentam tirar vantagem das pessoas tendo como base as crenças delas. Um líder político pode usar a Bíblia ou outro livro sagrado para tentar apoiar sua guerra ou sua ideologia. Quantos líderes religiosos também têm feito coisas semelhantes para tirar dinheiro das pessoas, por exemplo?
Isso significa que, se alguns fazem coisas erradas usando a Bíblia, então ela não serve para você? Vamos generalizar negativamente em detrimento de todos os benefícios da Bíblia para a sociedade? Imagine se cada um resolvesse seguir sua própria cabeça. Se questões como moral e ética fossem deixadas a critério de cada um, como seria nosso mundo? Quando vemos noticiários de assassinatos, dá para se ter uma ideia de como seria, se ninguém se preocupasse em seguir princípios morais como os que são apresentados nas Escrituras Sagradas.
Até mesmo as sociedades não cristãs aprenderam a seguir muitos dos princípios da Bíblia, pois viram que para vivermos em sociedade precisamos deles.
Romanos 2:14, 15 fala sobre isso: “Quando, pois, os gentios, que por natureza não têm lei, procedem, por natureza, de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos. Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se.”
É isso o que acontece. Naturalmente, sentimos dentro de nós algo reprovando as coisas erradas que fazemos ou defendendo as coisas certas, no nosso íntimo. E quando entramos em contato com a Bíblia, encontramos exatamente o complemento desse nosso sentimento de justiça; as coisas certas a se praticar e as coisas erradas para evitar.
Conforme vamos lendo a Bíblia, ela começa a mudar nosso interior, de forma imperceptível, e logo descobrimos que nossos gostos são totalmente diferentes dos que tínhamos anteriormente. É fantástica essa mudança! Há coisas que somente quando ocorrem dentro de nós é que entendemos.
Se a Bíblia não tiver a capacidade de fazer algo diferente em sua vida, você não perderá nada também em estudá-la. Encare apenas como um “conhecimento geral” a mais acerca de um livro muito conhecido e antigo. Foi assim que comecei a estudar a Bíblia. Mas, conforme fui estudando as profecias bíblicas, tive que acreditar que não estava diante de um livro qualquer escrito por um bando de mentirosos.
Como alguém do passado remoto poderia saber de coisas que recentemente descobrimos? Como poderia alguém do passado conhecer o futuro, assim como nós hoje conhecemos o passado? É como se fosse um livro de história às avessas... Na Bíblia, existem informações que se cumpriram bem depois da época em que foram escritas. Como pode ser isso? Será que a Bíblia foi o resultado de uma explosão também? Claro que não! Existe, sim, um Criador que sabe o que faz e o que fala para nós por meio da Bíblia Sagrada.
A Bíblia, mesmo não sendo um livro científico, apresenta verdades científicas comprovadas. Imagine a Bíblia dizendo há três mil anos que a Terra é redonda/circular, sendo que há pouco mais de 500 anos isso foi, de fato, confirmado (Isaías 40:22). Quem poderia crer nisso quase três mil anos atrás? Quantas ideias eram consideradas pelos sábios, pelos cientistas da época? Quando acreditamos na Bíblia, podemos até não ter prova para tudo, mas nossa fé está bem firmada. Tudo passa a ser uma questão de tempo. É só esperar um pouco que logo a verdade vem à tona. É isso que tem acontecido até agora.
Em Jó 28:25 é mencionado o peso do vento. Isso foi escrito há mais de 3.500 anos! Torricelli, em 1643, pôde provar que a Bíblia estava certa ao inventar o barômetro e demonstrar que o ar, de fato, tem peso.
Em Jó 26:7 aparece a declaração de que a Terra está suspensa sobre o nada. Imagine você a loucura de se afirmar, naquele tempo, que algo como a Terra estivesse suspenso sobre o nada. Hoje seria menos “absurdo” acreditar no criacionismo do que naquela época acreditar que a Terra – com tudo que ela contém – estivesse suspensa sobre o nada. Mas note como o que poderia ser considerado absurdo é a verdade que podemos provar facilmente hoje. A Bíblia é confiável, mesmo que não entendamos os detalhes de certas coisas.
Muito mais poderia ser dito aqui sobre aspectos que tornam impossível esse Livro não ter origem em uma inteligência superior (Deus). Na verdade, a Bíblia diz exatamente isto: que ela tem origem divina. Ela foi escrita por pessoas inspiradas por Deus. Deus mostrou a algumas pessoas (os profetas) o que desejava que a humanidade soubesse. Os profetas escreveram as mensagens que receberam de Deus. Veja 2 Timóteo 3:16, 17; 2 Pedro 1:19-21.
A Bíblia é tão fantástica que ensina como devemos estudá-la. É dito nela que devemos examinar as Escrituras (João 5:39); que devemos pesquisar em vários e diferentes pontos dela (Isaías 28:9,10, 13; 1 Coríntios 2:13-15).
Interessante que isso tem tudo a ver com a pesquisa. Inclusive partes da Bíblia são fruto direto de pesquisa. É como se Deus inspirasse o escritor bíblico a fazer uma pesquisa séria sobre algo, e assim o escritor fez (Lucas 1:3).
Também somos advertidos a não acreditar em qualquer um que diz ser de Deus (Mateus 7:21). Devemos provar para ver se são mesmo dEle (1 João 4:1; 2:4). Portanto, tudo deve ser conferido para ver se é assim mesmo que a Bíblia diz (Atos 17:11). E isso vale para você, também, que está lendo este texto. Pegue uma Bíblia e procure os textos citados aqui. Confira tudo e depois tome a sua decisão de aceitar ou não o que leu.
De proibições de leitura até as fogueiras, muitas foram as tentativas de se destruir a Bíblia Sagrada. Até hoje a Bíblia é atacada por muitos grupos. Isaías 40:8 é um dos exemplos de que, mesmo diante de tantas perseguições, ela permaneceria para sempre.
Só o fato de ter havido tanta oposição à Bíblia no passado e de existirem grupos hoje em dia que tentam destruí-la deveria chamar nossa atenção para algo que está abaixo da superfície. Existem forças misteriosas que lutam para destruir a Palavra de Deus, para proibi-la e perseguir quem deseja ensinar e seguir seus ensinos. Isso jamais poderia ser considerado normal para um simples livro. Se a Bíblia fosse um livro qualquer, isso jamais estaria acontecendo.
A Bíblia fala de uma grande luta entre o bem e o mal travada nos bastidores da história humana. Efésios 6:12 é um exemplo. Você notará isso na sua vida mesmo. Quanto mais você procurar ler a Bíblia, estudá-la, viver as coisas boas que ela ensina, mais dificuldades enfrentará. Estou dizendo isso não para desanimá-lo, mas para preveni-lo do grande conflito entre Deus e Satanás. Isso pode parecer engraçado, bizarro, infantil, mas se você tentar ler, estudar e seguir os ensinos da Bíblia, descobrirá que não estou brincando. Deus estará com você para ajudá-lo, mas os problemas aparecerão mesmo assim.
Desafio você a fazer o teste e programar um estudo diário da Bíblia. Comece com o evangelho de João e vá lendo com calma e atenção. Dê uma parada a cada sentença ou a cada versículo e medite no que você acabou de ler. Vá extraindo o máximo que você conseguir de cada palavra do texto. Pergunte para Deus, em pensamento, o que Ele deseja mostrar para você naquelas palavras. Mesmo que você não acredite em nada, faça isso. Desafie Deus a lhe mostrar que Ele existe.
Para encerrar nossa conversa por hoje, gostaria que você assistisse a este vídeo sobre a história da humanidade em apenas um capítulo da Bíblia. Você gostaria de saber qual é esse capítulo?
(Vanderlei Ricken, bibliotecário do Instituto Adventista Cruzeiro do Sul e autor do livro Arte da Pesquisa, em preparo para publicação)