terça-feira, junho 28, 2016

Câncer é transmitido em mariscos na água do mar

Perigo no prato
Já se sabia que os cães são afetados por uma forma de câncer transmissível sexualmente e ainda que a população de diabos da Tasmânia foi praticamente dizimada por uma forma de câncer da face que passa através das mordidas. Agora, uma equipe de cientistas do Canadá e da Galiza, na Espanha, percebeu que a transmissão direta de câncer, entre algumas espécies de marisco, é muito mais comum do que se pensava. O estudo, publicado na revista Nature, foi baseado na análise de populações de mexilhão, berbigão e amêijoa, recolhidas na costa canadense e espanhola, e mostrou que há uma forma de câncer, denominada neoplasia disseminada, que se propaga de animal para animal, através da água do mar. A doença, parecida com a leucemia, afeta esses bivalves, com frequência, e em populações que habitam diferentes partes do mundo. “Nossos resultados indicam que a transmissão de células cancerígenas contagiosas é um fenômeno muito comum no ambiente marítimo. Os casos de câncer transmissíveis parecem ultrapassar a doença espontânea, pelo menos nas espécies investigadas até agora”, lê-se no artigo.

O contágio desse câncer dos moluscos ocorre quando as células cancerosas saem do animal que está doente e viajam pela água do mar, sendo captadas por bivalves na vizinhança. Antonio Villalba, um dos pesquisadores espanhóis envolvidos no estudo, explica que “o normal seria que o sistema imunológico do receptor destruísse as células cancerosas. No entanto, elas se reproduzem, provocando a doença no receptor”.

Os cientistas dizem ainda que isso acontece porque o sistema de defesa desses animais é muito rudimentar, logo mais suscetível a esse tipo de contágio. Não há razões para preocupação, em termos de contágio nos humanos, já que essas células doentes, mesmo que ingeridas, seriam logo destruídas pelo nosso sistema imunitário, muito mais robusto.

Em humanos, já se detectou contágio oncológico de mãe para filho, durante a gravidez, entre gêmeos, no útero, e depois de um transplante de órgãos. Agora, os cientistas querem perceber se esse fenômeno ocorre desde sempre ou se é resultado de alterações ambientais ou da produção intensiva de bivalves, em sistemas de aquacultura, onde há grande concentração de animais.

(Sapo)

Nota: Levítico 11 já orientava 1.500 anos antes de Cristo a não ingestão de certos tipos de carnes, incluindo na lista os frutos do mar. Os pesquisadores tentam tranquilizar as pessoas dizendo que nosso sistema de defesa pode dar conta das células cancerosas dos mariscos, mas, e se a resistência imunológica do comedor de mariscos estiver baixa, como pode acontecer com qualquer um? Será que vale a pena o risco? [MB]

domingo, junho 26, 2016

Depois da morte, genes tentam ressuscitar o corpo

Nem o corpo aceita a morte
Os biólogos moleculares Peter Noble e Alex Pozhitkov publicaram os resultados de uma pesquisa indicando que mesmo depois da morte centenas de genes começam a funcionar e essa atividade toda continua por pelo menos 48 horas. Para chegar a essa conclusão os biólogos acompanharam a atividade nuclear das células de peixes-zebra e camundongos assim que esses animais foram mortos. A concentração de RNA mensageiro foi monitorada por dois dias. Como já se esperava, RNA mensageiro diminuiu progressivamente na imensa maioria dos genes. No entanto, algumas centenas de genes tiveram picos post mortem. Alguns desses genes ativados post mortem têm relação com o desenvolvimento do feto, e se desligam assim que se inicia o trabalho de parto. Isso quer dizer que algo que era importante no desenvolvimento fetal volta a funcionar assim que morremos. Outra descoberta interessante foi que alguns desses genes ativados depois da morteestão relacionados ao câncer.

Na verdade, um artigo de 2013, publicado na Forensic Science International, revelou que alguns genes ficam ativos por pelo menos 12 horas após a morte em humanos que foram mortos por trauma múltiplo, ataque cardíaco ou asfixia. Os cientistas acreditam que muitos desses genes estejam envolvidos numa espécie de operação de ressuscitação.

Mas aí vem a pergunta: Se não há vida, por que tantos genes acordam após a morte? Os autores do estudo acham que muitos destes genes são ativados como parte de processos fisiológicos que ajudam na cura ou ressuscitação após uma grave lesão. Isso quer dizer que após a morte algumas células podem ter energia suficiente para alavancar os genes responsáveis por proteger o corpo em um processo inflamatório, o mesmo que fariam se o corpo estivesse vivo.

Essa pesquisa, certamente, levanta questões importantes sobre a definição de morte, normalmente dita como a suspensão dos batimentos cardíacos, atividade cerebral e respiração. Além disso, parece um pouco estranho que uma pessoa seja enterrada quando seus genes ainda lutam por uma ressurreição...


Nota: Seria essa mais uma evidência de que não fomos criados para morrer? Psicologicamente, o ser humano não se conforma com a realidade da morte, mesmo depois de milênios de convivência com ela, e mesmo ouvindo insistentemente que “a morte faz parte da vida”, ou que ela seria necessária para o processo evolutivo. Conversa furada! Não nos conformamos com morte porque fomos originalmente criados para ser eternos. A morte é uma consequência do pecado (Rm 6:23), e ambos são intrusos neste planeta. Graças a Deus, num futuro próximo, Ele vai destruir a morte (cf. Ap 21), e nossos genes e nossa mente/nossos sentimentos não precisarão mais lutar contra ela. [MB]

Homem diz ter sido amante de atirador de Orlando

Revelações constrangedoras
Um homem deu uma entrevista à rede de TV Univisión afirmando ter sido amante do atirador que matou 49 pessoas em uma boate gay de Orlando, na madrugada do último dia 12. Segundo ele, Omar Mateen teria atacado a boate Pulse não por terrorismo, mas por vingança contra os porto-riquenhos. No relato, o entrevistado, que pediu para ocultar o nome e o rosto, disse que Mateen contou a ele que uma vez teve uma relação sexual sem proteção com dois porto-riquenhos que conheceu na Pulse e depois ficou sabendo que um deles tinha HIV. O homem disse que conheceu Mateen em um aplicativo gay de encontros e que após o massacre entrou em contato com o FBI para relatar que manteve uma relação com ele por dois meses, nos quais se viram entre 15 e 20 vezes. Segundo a Univisión, o FBI confirmou ter ouvido a testemunha. O entrevistado disse também à Univisión que a mulher de Mateen sabia que ele era gay e mantinha com ele um casamento de fachada. O canal é direcionado ao público latino nos Estados Unidos.


Nota: Detalhe: o canal Univisión informou ainda que o Hotel Ambassador, onde os amantes se encontravam, confirmou que Omar esteve no local 63 vezes no ano passado. Militantes LGBT chegaram a acusar cristãos “fundamentalistas” de criar uma mentalidade homofóbica que favoreceria esse tipo de ataque, e o deputado homossexual Jean Wyllys disse que o massacre teria sido um ato homofóbico. E agora? [MB]

sexta-feira, junho 24, 2016

Desunião europeia: cada vez mais barro e menos ferro

A profecia bíblica é infalível
Está em todos os jornais: primeiro-ministro britânico renuncia e Reino Unido abandona União Europeia. “Os britânicos votaram pela saída e sua vontade deve ser respeitada”, afirmou David Cameron. As Bolsas na Ásia despencaram e os mercados futuros da Europa e dos Estados Unidos também, antes mesmo de o resultado oficial ser divulgado. A libra esterlina, moeda do Reino Unido, atingiu o menor valor frente ao dólar em 31 anos. A opção de “sair” venceu por mais de um milhão de votos de diferença. A decisão é histórica e tem potencial para mudar o rumo da geopolítica mundial pelas próximas décadas. Há forte preocupação de que o voto pela saída tenha um efeito dominó, com outros países organizando consultas similares. Marine Le Pen, da extrema-direita francesa, afirmou que seu desejo é que cada país faça uma votação popular sobre a pertinência da União Europeia. Na Holanda, o chefe do Partido da Liberdade e membro do Parlamento, Geert Wilders, escreveu: “Agora é a nossa vez! Hora de um referendo holandês!”

Essa situação toda me fez viajar no tempo, mais de 20 anos atrás. Na época, exatamente no dia 27 de outubro de 1990, eu havia apresentado o tema da volta de Jesus no grupo de jovens católico do qual eu ainda fazia parte. Poucos meses antes, estudando as profecias de Daniel pela primeira vez, havia me deparado com o relato impressionante do capítulo 2, no qual a história da humanidade é esboçada por meio de uma estátua formada por partes de metais diferentes: a cabeça de ouro, que representa Babilônia; o peito e os braços de prata, símbolo dos medos e persas; o ventre de bronze, que representa a Grécia; as pernas de ferro, símbolo do Império Romano; e os pés de barro misturado com ferro (na verdade uma mistura imiscível), representando a fragmentação do Império Romano e a formação das nações da Europa que seriam em parte fortes, em parte fracas, e nunca mais se reunificariam, a despeito de vários esforços históricos, como os de Napoleão e Hitler, para mencionar apenas dois.

Conforme escreveu hoje Teresa de Souza, no portal de notícias Público, de Portugal, “as divisões, a falta de confiança mútua, a falta de coragem política, as vistas curtas apoderaram-se da Europa num grau demasiado elevado para alimentar algum otimismo”.

Quando expliquei isso para meus amigos duas décadas atrás, muitos deles expressaram incredulidade. Estávamos em plena fase 1 da União Econômica e Monetária (UEM) e já havia ocorrido a liberalização completa dos movimentos de capitais na União Europeia. Em dezembro do ano seguinte, o Tratado de Maastricht seria assinado, instaurando a União Europeia e prevendo uma moeda única no espaço de livre circulação de capitais. O tratado entrou em vigor em 1º de novembro de 1993. A unificação da Europa parecia fato consumado. E “minha” interpretação da profecia, ilusão. Saí daquela reunião um tanto frustrado, mas com a certeza de que a profecia era certa. Tanto que escrevi num papelzinho que carrego até hoje dentro de minha Bíblia de estudos: “Hoje, 27/10/90, de acordo com a profecia de Daniel 2, declaro que a Europa jamais se reunificará, como prova do iminente retorno de Jesus Cristo.” O tempo passou rápido. A Europa não se reunificou; a União Soviética caiu (sim, também sou desse tempo); e o evangelho do reino está sendo pregado em todo o mundo, como testemunho a todas as gentes, e então virá o fim (Mt 24:14).

Essa desagregação europeia, a crise financeira decorrente desse e de outros fatores, as ameaças terroristas, a aversão a todo tipo de fundamentalismo e a decadência moral no mundo clamarão pela interferência de um líder moral, influente o suficiente para conduzir as nações a uma falsa expectativa de paz (1Ts 5:3).

Bem, para quem estuda as profecias bíblicas, o fim desse filme já é conhecido. Leia sua Bíblia o quanto antes! Confira por si mesmo, como fiz lá nos anos 1990. Além do mais, não quero ficar dando spoilers por aqui. Por isso, vou dizer só mais uma coisa: o final será feliz!

Em 2012, publiquei em meu blog um texto do amigo Frank Mangabeira. Veja o que ele escreveu na época: “Ouro, prata, bronze e ferro: cada metal da estátua a seguir seu precedente é inferior. O poder humano está se desvanecendo na passagem dos séculos, embora aparente uma ilusória força. Os pés do ídolo já não são metal puro, e sim uma mistura de ferro com barro, denotando a debilidade e o iminente fracasso da civilização atual. O poderio tecnológico, a força pensante expressa na filosofia, o avanço e a arrogância do cientificismo, a suposta espiritualidade – elementos condensados nas grandes conquistas tão proclamadas pela raça humana – apresentam a aparência de ferro, mas estão fragilizados pela argila. O mundo moderno se faz de forte e resistente como o duro metal; contudo é evidente a sua fraqueza, especialmente nos campos moral e espiritual. As tentativas de melhora e união, nestes últimos dias, vêm resultando em fracassos contínuos. O homem, pobre barro, procura reafirmar-se sem Deus, esquecendo-se de que ‘tu és pó e em pó te tornarás’ (Gn 3:19). O barro nos pés da imperiosa estátua indica a falência do gênero humano, caso opte pela separação do Criador.

“No presente, na Terra ‘metalicamente’ dividida, as nações do mundo, sejam poderosas ou não, lutam em combate para ver qual ficará em ascensão. Entre o ouro da cabeça da estátua e a Pedra que inaugurará o reino do Altíssimo, estamos nós. Nesse intervalo histórico nossas escolhas definem nosso destino. Assim, em face do sonho profético dado a toda a humanidade, resta a cada indivíduo posicionar-se diante da Pedra. Só existem duas opções: ou cairemos sobre ela e nos despedaçaremos em arrependimento ou a Rocha dos Séculos cairá sobre nós e nos esmiuçará. O desejo de Deus é o melhor. Qual será o nosso? Nabucodonosor “caiu com o rosto em terra” (Dn 2:46) e reconheceu a grandeza e o poder do Altíssimo. O humilde gesto real foi a mais sábia e realista escolha. Expressaremos a mesma atitude ou nos manteremos arrogantemente erguidos?”

“Certamente cedo venho”! Esse é o aviso da Pedra que vem do céu, da Rocha eterna que breve virá.

Michelson Borges

quinta-feira, junho 23, 2016

Superlançamento da CPB: Terra de Gigantes

Novo livro de Michelson Borges
Desde pequeno, sou fascinado pelos dinossauros. Antes mesmo de saber ler, eu me divertia folheando uma coleção de livros de ciência que pertencia ao meu pai. O volume que mais me chamava a atenção era justamente o que tratava da chamada “era pré-histórica” e continha várias ilustrações dos grandes répteis. Dá para dizer que, praticamente, fui introduzido ao mundo das letras por aquelas obras, “em companhia dos dinos”. Um dos meus passatempos preferidos é desenhar, embora não tenha muito tempo para isso ultimamente. Nessa atividade, também, os dinossauros sempre me acompanharam. Em meus primeiros rabiscos, anteriores ao processo de alfabetização, lá estavam os bichões. É até difícil explicar esse magnetismo que os dinos exercem sobre as crianças. Claro que a mídia tem sua parcela de “culpa”. Filmes, seriados e revistas têm abordado o assunto ao longo de vários anos. Lembro-me de uma série de TV que fez muito sucesso (nem precisa dizer que, quando criança, eu não perdia um episódio) e foi relançada em 2001: O Mundo Perdido. Outra série de destaque no Brasil, no início da década de 1990, foi a Família Dinossauro. Os Da Silva Sauro viviam numa sociedade dominada pelos grandes répteis, em que o cotidiano era pretexto para inúmeras críticas e sátiras à sociedade e aos costumes da classe média moderna. Depois, foi a vez de o cineasta Steven Spielberg “dar vida” aos dinossauros, com uma sequência de filmes Jurassic Park – baseados no livro homônimo de Michael Crichton –, que também ficaram famosos.

Bem, eu não queria ficar atrás deles! Então, resolvi me divertir com meus “companheiros de infância” escrevendo uma história sobre eles: Terra de Gigantes: O que aconteceu com os dinossauros. Foi bom reencontrar esses “velhos amigos”. Espero que você goste do resultado.

Apesar da popularidade da teoria do grande impacto, ainda hoje surgem novas hipóteses tentando explicar o mistério do sumiço dos dinos. E essa diversidade de opiniões gera dúvidas sobre a verdadeira época em que os dinossauros viveram e o que realmente teria provocado seu desaparecimento.

Neste livro, ricamente ilustrado pelo meu amigo Thiago Lobo (co-criador do personagem O Cético), você saberá algo mais sobre esses animais fascinantes e entrará em contato com uma versão interessante (e coerente) que explica a extinção deles. Garanto que a leitura será, também, envolvente, pois se trata de uma aventura com personagens de um mundo que foi destruído por uma grande catástrofe e personagens do tempo presente. Mas não posso dizer mais do que isso, senão já é spoiler...

Boa leitura!

Michelson Borges

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Terrorista se infiltra em igreja cristã e se converte

O amor vence o ódio
Há alguns anos, o pastor Ghassan Thomas deixou a cidade de Bagdá, no Iraque, depois de receber ameaças de islamitas contra ele e sua família. Desde então, uma nova igreja foi construída na Turquia para ajudar refugiados, assim como eles eram. “Eu era um refugiado e podia me colocar no lugar deles. Eu os entendia”, disse Thomas ao site CBN News. Certo dia, o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) enviou um espião para a igreja do pastor Thomas. Ao contrário do planejado, a visita conduziu o jihadista a tomar uma decisão que mudaria sua vida: a de se entregar a Jesus Cristo. Desde então, o pastor Thomas passou a aprender um pouco mais sobre o EI. Depois que o grupo atacou uma família dentro de sua própria casa, Mohammed (nome fictício do militante) queria voltar para matar qualquer sobrevivente. “Naquele tempo, eu pensava desta forma: eu deveria matar. Eu deveria fazer muitas coisas sangrentas apenas para estar mais perto de Alá”, disse ele.

Mohammed conta que é a sede de sangue que motiva o Estado Islâmico. “Se você não é muçulmano, você precisa ser muçulmano ou então devemos te matar e tomar tudo o que é seu – dinheiro, mulheres e tudo. Está escrito no Alcorão.”

Os combates frequentes entre muçulmanos sunitas (pertencentes também ao EI) e xiitas colocaram, muitas vezes, a própria vida de Mohammed em perigo. Pensando em sua segurança, a família pediu para que o jihadista fugisse para a Turquia. Chegando à igreja do pastor Thomas, a fim de cumprir uma missão dada pelo grupo terrorista, Mohammed entrou em conflitos internos. “Eu vi as pessoas, como eles me receberam mesmo sem me conhecer. Eu odeio essas pessoas e elas me mostram o amor”, lembra Mohammed, que recebeu uma oração que mudou sua vida.

“Quando eles oraram por mim, eu comecei a chorar como uma criança. Senti como se algo muito pesado tivesse saído do meu corpo”, disse ele. “Quando o culto terminou, fui para casa, mas havia uma pessoa andando comigo, e eu sentia que não estava na terra. Eu disse: ‘Eu estou voando? Eu sinto que não estou andando. É como se alguém me levasse’”, relembra.

Depois dessa experiência, Mohammed começou a estudar a Bíblia e compará-la com o Alcorão. “Descobriu que este é o Deus que eu estava tentando encontrar. Este é o verdadeiro Deus. Isso é o que eu quero para a minha vida”, disse ele.

Segundo o pastor Thomas, a mudança no coração de Mohammed mostra o quanto a igreja precisa enviar mais missionários para a Europa. “Precisamos de mais pessoas vindo e servindo a Deus na Europa com os refugiados, para fazer o contrário do que o EI faz”, disse ele.


Nota: O amor sempre será a resposta. Foi isso o que Cristo nos ensinou. Agora imagine o que pode acontecer (e tem acontecido, ainda em pequena escala) quando os muçulmanos descobrirem que existem cristãos que não consomem bebidas alcoólicas nem carne de porco, como eles; são criacionistas, como eles; valorizam a devoção a Deus e a obediência às Suas leis, como eles; e guardam fielmente um dia da semana, como eles! Sim, os muçulmanos precisam conhecer esses cristãos fiéis à Bíblia, a fim de que possam desfazer o estereótipo que conhecem, do cristão ocidental infiel, glutão e beberrão, indecente, indiferente à religião, etc. Jesus Cristo é a resposta para todos, inclusive para os fiéis muçulmanos. [MB]

Leia também: "Adventistas a muçulmanos: cinco convicções"

Mulher defende sexo livre para ser melhor esposa e mãe

Normalizando a perversão
A professora de pilates Gracie, 48, tem um casamento aberto e afirma que fazer sexo com desconhecidos a torna uma mãe melhor. Ela e o marido, Oz, 41, fazem parte de uma comunidade não monogâmica, na Califórnia, nos Estados Unidos, em que os membros têm relações sexuais extraconjugais com a anuência do par. Para Gracie, o arranjo faz com que ela seja uma mãe melhor para seus dois filhos, pois a deixa com mais energia. “Fazer sexo fora do casamento me torna uma mãe fantástica, pois qualquer coisa que me deixe feliz e me dê energia faz com que eu seja uma mãe melhor. Se meus filhos pedissem para que eu parasse, não faria, pois não posso deixar de ser quem sou, não poderia deixar de viver a vida que gosto”, afirmou ao jornal britânico Daily Mail. Gracie abriu seu casamento com seu primeiro marido, Hank, há seis anos. Foi quando o casal convidou Oz e seus dois filhos – Tallulah, agora com 16 anos, e Merlin, de 11 anos – para viver com eles. A namorada de Hank, Valerie, também se mudou para a casa da família.

De início, Gracie mantinha relações sexuais com Hank e Oz. Os quatro adultos moraram juntos por quatro anos. Mas, eventualmente, Gracie se aproximou de Oz e Hank de Valerie. Então, o casal trocou de parceiros e seguiu caminhos separados. Gracie e Oz permanecem casados e continuam mantendo relações sexuais com outros membros da comunidade não monogâmica da qual participam.

E Gracie não esconde sua preferência de seus filhos. Ela diz acreditar que a liberdade sexual ajuda a criar um lar e uma família felizes. “Acho que esse é o motivo de meus filhos serem próximos de mim. Eles sabem que sou feliz e não precisam se preocupar comigo. Sou divertida e eles me fazem várias perguntas, pois sentem que não estou querendo controlar a vida deles”, contou ao Daily Mail.

Gracie também insiste que essas relações extraconjugais ajudam a manter o casamento mais excitante. “Saber que seu marido é um outro ser humano sexual é uma boa maneira de manter a chama da relação viva. Ter outras relações nos aproxima. E depois que temos outras relações, nossa paixão sempre volta maior”, afirmou ao jornal. “Ser poliamoroso me ajuda a ter uma vida sexual melhor, não só fora, mas também dentro do casamento. É bom explorar, ter novas experiências, mas também é legal pegar esse conhecimento e trazer para a minha relação com a Gracie”, contou Oz.

Apesar de ter relacionamento aberto, Gracie admite ter ciúme quando o marido faz sexo com outras mulheres. Ela também escuta muitas críticas sobre seu estilo de vida. “Há muita ignorância e falta de entendimento”, afirmou.

Os filhos apoiam as relações dos pais. “Tinha 11 anos quando eles chegaram para mim e me contaram que tinham ‘amigos especiais’. Senti que eles eram mais do que isso. Demorei um tempo para me acostumar, mas agora sei que o poliamor os deixa felizes. Além disso, também compreendi que posso amar do jeito que quero e não que a sociedade impõe”, afirma Tallulah.


Nota: Segundo a ótica criacionista bíblica, Deus criou um homem para se unir e ter relacionamento íntimo e abençoado com uma mulher. E a isso chamou casamento. Qualquer coisa fora disso é considerada pela Bíblia como fornicação ou adultério, e traz suas tristes consequências. Mas nosso mundo está tão pervertido, tão deturpado, tão devedor a Sodoma e Gomorra, que a imprensa até ajuda a divulgar a visão distorcida de pessoas que procuram inverter os valores sobre os quais nossa sociedade foi edificada e pela falta dos quais será destruída. Isaías 5:20 diz o seguinte: “Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem, mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas.” E Ellen White escreveu, há mais de cem anos: “Satanás trabalhará com todo o seu poder enganador para influenciar o coração [mente] e obscurecer o entendimento, a fim de que o mal pareça bem, e o bem mal” (Atos dos Apóstolos, p. 431).

Note a tremenda declaração de egoísmo por parte da mãe: “Se meus filhos pedissem para que eu parasse, não faria, pois não posso deixar de ser quem sou, não poderia deixar de viver a vida que gosto.” Com essa declaração infeliz, ela deixa claro que o prazer está acima de tudo na vida dela, até dos filhos. Isso é ser uma “mãe melhor”?!

Ela diz também: “Acho que esse é o motivo de meus filhos serem próximos de mim. Eles sabem que sou feliz e não precisam se preocupar comigo.” Se a mãe está feliz, independentemente do porquê, então está tudo bem? É uma família que vive para o hedonismo. E quando a fonte da felicidade dela – o sexo livre – não mais existir? E quando a idade avançada chegar (se ela não morrer antes por DST)?

O marido dela, igualmente, dá sua colaboração à coleção de insanidades: “É bom explorar, ter novas experiências, mas também é legal pegar esse conhecimento e trazer para a minha relação com a Gracie.” Em Hebreus 13:4, Paulo afirma: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula.” Como esse marido pode dizer que trazer para a cama suas experiências sexuais gravadas na memória pode ser algo bom? Ele estará fazendo sexo com a esposa ou apenas com o corpo dela, enquanto a mente passeia por outros corpos, outros cheiros, outras sensações gravadas no cérebro? O leito deles está tremendamente maculado.

A matéria diz que, “apesar de ter relacionamento aberto, Gracie admite ter ciúme quando o marido faz sexo com outras mulheres”. Claro que vai ter! No fundo, a natureza humana se ressente com a traição. Por quê? Porque fomos originalmente criados para a monogamia e para a fidelidade. Assim como ocorre em outras áreas da vida, viver em oposição à vontade de Deus é uma atitude que sempre cobra seu preço e causa, lá no fundo da alma, algum desconforto. Tentar normalizar o que é anormal nunca vai dar certo.

Finalmente, quero destacar o que disse a filha do casal: “Demorei um tempo para me acostumar, mas agora sei que o poliamor os deixa felizes.” Ela demorou para se acostumar pelo mesmo motivo que faz a mãe sentir ciúmes: porque essa barbaridade que eles estão defendendo é anormal e violenta o íntimo deles. A criança foi obrigada a se acostumar com a ideia, afinal, que opção ela tinha com esses pais que só pensam em prazer e “paixão”? Infelizmente, de tanto conviver com o mal, as pessoas acabam mesmo se acostumando com ele.

Volta logo, Senhor Jesus! [MB]

Coleção Grandes Impérios e Civilizações

quarta-feira, junho 22, 2016

Massacre em Orlando: culpa dos cristãos?

Estão confundindo tudo
O atentado terrorista do extremista muçulmano Omar Mateen está sendo usado por ativistas para manipular a opinião pública contra os cristãos. Essa é a constatação de David French, articulista norte-americano de linha conservadora. “Apesar das inclinações ideológicas declaradas de Mateen para o extremismo islâmico, alguns jornalistas liberais e comentaristas sociais estão culpando os cristãos conservadores pelo ataque”, disse French à National Review. O mesmo vem acontecendo no Brasil, onde os evangélicos foram associados ao tipo de extremismo que levou Mateen a matar dezenas de pessoas na boate gay. O pastor Silas Malafaia comentou esse episódio e criticou a parcialidade e distorção da imprensa. French afirmou que as opiniões liberais expressadas por diversos interlocutores dão a entender que cristãos seriam capazes do mesmo tipo de atrocidade: “O princípio parece ser este: ‘Se você se opõe ao casamento entre pessoas do mesmo sexo ou à política do uso de banheiros conforme a identidade de gênero, então você não pode legitimamente lamentar as mortes de homossexuais. Você é parcialmente responsável pelo massacre em Orlando’”, comentou. “Não importa que todas as provas efetivas no caso apontem para motivações islâmicas extremistas a partir de interpretações bem conhecidas e amplamente compartilhadas, como a lei Sharia. De alguma forma, esses ‘cristãos malditos’ seriam os culpados”, acrescentou, ironizando o raciocínio liberal que vem sendo amplamente divulgado na mídia norte-americana.

Repudiando esse tipo de distorção e manipulação, o articulista criticou a hipocrisia dos seus oponentes, propondo um exercício de imaginação a respeito das responsabilidades sobre o crime: “Isso quer dizer que Barack Obama teria sido cúmplice do massacre, se este tivesse acontecido há quatro anos, antes que ele mudasse publicamente sua posição sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo? E quanto a Hillary Clinton? Ela foi contra o casamento gay até 2013”, questionou. “O marido de Hillary [ex-presidente Bill Clinton] assinou o Ato de Defesa do Casamento. O atirador de Orlando viveu durante anos sob governos democratas que se opunham ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Acho que Bill Clinton compartilha parte dessa culpa também”, ironizou.

A crítica de French se dá pelo fato de que alguns comentaristas atribuíram aos cristãos conservadores a responsabilidade pelo ataque por supostamente “criar um ambiente homofóbico que estimulou o ódio de Mateen”. Um dos exemplos é o editorial do jornal de orientação liberal The New York Times, que classificou os mortos na boate como “vítimas de uma sociedade na qual o ódio tem raízes profundas”.

Outro caso de atribuição de culpa aos cristãos foi o de Chase Strangio, advogado da entidade União pelas Liberdades Civis Americanas, que disse que a “direita cristã [...] criou este clima anti-gay”, e não os muçulmanos: “Vocês sabem o que é evidente – seus pensamentos, orações e a islamofobia, após criar este clima anti-gay”, escreveu no Twitter. “A direita cristã apresentou 200 projetos de lei anti-LGBT nos últimos seis meses e as pessoas [estão] culpando o islamismo por isso”, acrescentou.

Em resposta, Denny Burk, professor de estudos bíblicos na Faculdade Boyce, sugeriu uma análise factual: “Um homem mata 49 pessoas. Ele liga para a emergência durante o ataque, para ter certeza de que todo mundo saberia que ele é um jihadista. E agora isso seria, de alguma forma, culpa dos cristãos?”, questionou.


Nota 1: Isso serve para mostrar como a opinião pública pode ser manipulada (e será muito mais) a ponto de hostilizar quem não tem nada a ver com a história. Cristãos não são homofóbicos pelo simples fato de discordar do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo. Como cristão, discordo de um monte de coisas mais, mas isso não significa que eu odeie ou estaria disposto a ferir quem pensa diferente de mim. Meu Mestre Jesus pregou uma mensagem que foi de encontro a um monte de ideologias e posturas no tempo em que caminhou aqui na Terra, só que, em lugar de matar por isso, Ele morreu pelos que O perseguiram. Ele é meu Mestre, meu Modelo. Simples assim. Aliás, esse cenário de hostilização dos cristãos em breve vai se afunilar contra um grupo que defende o casamento monogâmico heterossexual e o sábado como dia de repouso, justamente porque advogam a cosmovisão criacionista. Esse grupo será tido como “fundamentalista” (aliás, já é considerado assim) simplesmente por levar a Bíblia a sério e se pautar por suas doutrinas. Por um motivo ou pelo outro, acabarão mal vistos e perseguidos. De um lado, pelos militantes gays e religiosos liberais; de outro, pelo restante da cristandade que estará unida em torno do descanso dominical como proposta para salvar o planeta. O mundo anda muito complicado, e vai piorar muito antes de melhorar para sempre. [MB]

Nota 2: É interessante notar como a esquerda se alinha com e defende o islamismo, enquanto procura atacar os valores fundamentais do cristianismo. Cristianofobia sim, islamofobia não! Lembra-se dos afagos entre o ex-presidente Lula e o então presidente do Irã, Ahmadinejad? Onde estavam os militantes LGBT para protestar contra a pena de morte contra gays no Irã? Por que os militantes gays costumam vilipendiar símbolos cristãos, mas deixam intocada a imagem de Maomé, por exemplo? Falta de coragem? Respeito seletivo? Por que não se voltam contra os verdadeiros homofóbicos? Talvez porque saibam que a reação deles não será tão pacífica quanto a daqueles que simplesmente ousam discordar de que um homem com um homem e uma mulher com uma mulher não formam um casal. [MB]

O desprezo à vida animal e a indiferença humana

Vaidade e estupidez humanas
Em fevereiro deste ano, aficionados por selfies levaram estupidamente à morte um golfinho na praia de Santa Teresita, na Argentina. Os banhistas retiraram dois golfinhos do mar para posar com eles para fotos. Passado de mão em mão, um dos animais acabou morrendo por desidratação. No dia 18 deste mês, um vídeo gravado na República Dominicana e postado na internet mostrou um pouco mais do barbarismo humano, mas, desta vez, com um toque de ironia: os assassinos são salva-vidas! Nas imagens, turistas e um salva-vidas retiram um tubarão azul do mar, amarram-no com cordas e chegam a colocar um pedaço de pau na boca dele, tudo para tirar fotos com o animal, que também acabou morrendo. [Veja o vídeo lá embaixo.]

Juma foi morta por se comportar como onça
E a atrocidade mais recente tem que ver com a exposição e a morte de uma onça chamada Juma. No dia 20, alguns homens tiveram a “brilhante” ideia de acorrentar a onça e levá-la para ser exibida durante o revezamento da Tocha Olímpica no Centro de Instrução de Guerra na Selva, em Manaus. Juma foi abatida por soldados após fugir e avançar contra um militar, informou o Comando Militar da Amazônia. Diogo Lagroteria, analista ambiental especializado em fauna silvestre e veterinário, disse que, mesmo com anos de treinamento e em cativeiro, a onça nunca poderá ser considerada um animal domesticado. “Animais selvagens sempre serão animais selvagens. Não tem como prever a reação deles nesse tipo de situação”, disse o analista ambiental ao portal G1.

Resumindo: a onça Juma foi morta por se comportar como uma... onça.

Esses são apenas três entre muitos exemplos de maldades cometidas contra animais. Chamaram a atenção pelo contraste entre a vida dos bichos e a vaidade humana. Mas há também as torturas e a mortandade em massa praticadas todos os dias em granjas, criadouros e matadouros. Nesses casos, não é a vaidade, mas o apetite humano que se satisfaz. Mas poucos pensam nisso quando veem um pedaço de bife ou uma coxa de frango no prato. E alguns até ignoram os caminhões apinhados de porcos, às vezes debaixo de chuva e frio intenso, no corredor da morte para satisfazer o paladar dos que não dispensam um bom pedaço de bacon ou uma feijoada. No máximo, reclamam do mau cheiro quando esses carros macabros passam pelas rodovias.

No plano original de Deus, o ser humano deveria usar plantas como alimento e cuidar dos demais seres vivos com os quais compartilha o planeta. Deveria amar essas criaturas e se relacionar bem com elas, não as perseguir, torturar e comer. Há aqueles que comem e caçam/pescam por necessidade, e essa situação, neste mundo não ideal, é compreensível. Mas há multidões que comem carne de animais mortos por puro prazer.

Ainda bem que um dia essa insensibilidade toda terá fim. Apocalipse 11:18 diz que Deus virá para destruir os que destroem a Terra. E esse dia está chegando...

 (Michelson Borges; colaborou Nelson Wasiuk)


Leia também: “Amigo animal”

terça-feira, junho 21, 2016

O funk e o estupro coletivo da menina no Rio

Cultura da decadência
Letras que saem de bailes funk e vão parar em inquéritos policiais não são novidade na carreira de MC Smith, de 29 anos. Autor da música “Vida bandida”, o cantor chegou a ser preso em 2010, acusado de apologia ao tráfico. [Semanas atrás], seu funk “Mais de 20 engravidou”, popular em bailes no Rio há alguns anos, foi citado no vídeo que mostra o estupro coletivo da jovem de 16 anos na cidade, segundo o advogado de um dos suspeitos. Ele disse ao G1 que nunca fez apologia a nenhum crime. “Eu sou um jornalista, sou um repórter musical. Eu falo o que acontece na comunidade”, diz. O discurso é o mesmo de seu novo livro, Acabou o Esculacho (Ed. Letras e Ideias), em pré-venda, sobre os dez anos de carreira no funk. MC Smith não é investigado no caso do estupro da jovem. Mas sua música “Mais de 20 engravidou” apareceu no inquérito quando o advogado de Lucas Perdomo Duarte Santos, apontado como namorado da jovem, disse que a menção no vídeo de que 30 homens teriam praticado ato sexual com ela era uma referência a “um rap conhecido na comunidade”. “Essa aqui mais de 30 engravidou”, diz um dos homens na filmagem do estupro. O advogado argumentou que a música foi citada sem que houvesse realmente 30 homens no local. A polícia confirmou que houve o estupro coletivo, mas ainda investiga quantos participaram do crime [o número já foi divulgado: sete].

“Mais de 20 engravidou” fala de um homem “sinistro” que “não se intimida com as novinhas”, já engravidou várias delas e “se mexer com ele vai ficar de barriga”. O MC diz que “Mais de 20 engravidou” surgiu em 2008. “Tinha um morador da comunidade, que já morreu, Seu Joaquim. Antigamente era igual na roça, a galera não tinha TV e fazia outras coisas. E daí o cara tinha filho pra caraca. Ele teve 27 filhos. A música foi feita em cima da história do seu Joaquim. Ele era curandeiro do Morro do Caracol no Complexo da Penha.”

O cantor usa o mesmo argumento de “narrar a realidade” ao negar que este e outros funks feitos por ele podem incentivar a visão de mulheres só como objeto sexual e a violência contra elas. Em “Mulher levanta nóis, mas também derruba”, ele canta: “Entra pra dentro de casa quando o bloco passar / Se eu te pegar na rua, garota, vou te amassar.” “Conflitos penetrantes” diz: “Nós vai enguiçar essa galinha / Ah, mó galinha mesmo.” O MC diz fazer esses funks para “mostrar que o crime da violência contra a mulher existe”, sem incentivá-lo. “Eu estou falando o que acontece, que os caras tratam a mulher mal. Os caras batem na mulher, falam para mulher que se saírem de casa vão dar um soco na cara. Isso é legal? Não”, diz MC Smith. “Sou contra a violência contra a mulher. Se eu vir alguém bater numa mulher, pego o cara de porrada”, completa. [...]


Nota: É muita hipocrisia! É óbvio que esses funks contribuem para alimentar a ideia de que mulher é apenas um objeto sexual. É óbvio que esses funks incentivam a violência, não apenas a “retratam”. Se esses funkeiros são contra a violência e a objetificação feminina, por que não compõem “músicas” que enalteçam a paz e a mulher? Décadas atrás, músicas populares diziam coisas como: “Te amo, Espanhola / Te amo, Espanhola / Se for chorar / Te amo” (Flávio Venturini e Guarabyra); ou: “Senhorinha, moça de fazenda antiga, prenda minha / Gosta de passear de chapéu, sombrinha / Como quem fugiu de uma modinha. [...] / Será que ela quer casar / Será que eu vou casar com ela / Será que vai ser numa capela / De casa de andorinha. [...] / Será que eu vou subir no altar / Será que irei nos braços dela / Será que vai ser essa donzela / A musa desse trovador / Ó prenda minha, ó meu amor / Se torne a minha senhorinha” (Guinga e Paulo César Pinheiro). Quanta diferença! Que decadência! De “senhorinha” a “cachorra”! Infelizmente, o tempo da boa música e dos bons costumes ficou no passado. Agora temas exportado lixo em forma de música. E o Brasil tem sido conhecido por essa decadência que alguns chamam de “cultura”. O funk, assim como as drogas, desceu do morro. Grã-finos e socialites bebem da fonte; buscam drogas lá e levam junto as “músicas” que rebaixam suas filhas. O funk vem sendo tocado até em colégios frequentados pela classe média e rica. (Fique claro, aqui e agora, que não estou generalizando, pois há muita gente boa, honesta e valorosa nas comunidades em que o crime domina. São verdadeiros lótus no meio do pântano.) [MB]

segunda-feira, junho 20, 2016

Novidade sadia para quem gosta de jogos



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Associação pediátrica dos EUA é contra ideologia de gênero

O bom senso ainda não desapareceu
Uma das associações médicas de pediatria mais influentes dos Estados Unidos publicou uma dura nota contra a teoria de gênero – também chamada de ideologia de gênero – como fundamento de políticas públicas. A declaração do American College of Pediatricians (ACPeds) alerta educadores e parlamentares para que rejeitem qualquer medida que condicione as crianças a aceitarem como normal “uma vida que personifique química e cirurgicamente o sexo oposto”. A nota do grupo médico afirma, enfaticamente que “os fatos, não a ideologia, é que determinam a realidade”. Leia a seguir a tradução da íntegra da nota:

1. A sexualidade humana é uma característica biológica binária objetiva: “XY” e “XX” são marcadores genéticos saudáveis – e não marcadores genéticos de uma desordem. A norma da concepção humana é ser masculino ou feminino. A sexualidade humana é planejadamente binária com o propósito óbvio da reprodução e da prosperidade da nossa espécie. Esse princípio é autoevidente. As desordens extremamente raras no desenvolvimento sexual, que incluem, entre outras, a feminização testicular e a hiperplasia adrenal congênita, são todas desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são com razão reconhecidas como desordens da formação humana. Indivíduos que as portam não constituem um terceiro sexo.

2. Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. O gênero (uma consciência e um senso de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, e não biologicamente objetivo. Ninguém nasce com a consciência de si como homem ou mulher: essa consciência se desenvolve com o tempo e, como todo processo de desenvolvimento, pode ser prejudicada por percepções subjetivas da criança, relacionamentos e experiências adversas desde a infância. Pessoas que se identificam como “se sentissem do sexo oposto” ou “nem masculinas nem femininas, algo entre os dois” não constituem um terceiro sexo. Elas permanecem, biologicamente, homens e mulheres.

3. A crença de uma pessoa de ser algo que ela não é, na melhor das hipóteses, é um sinal de pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, existe um problema psicológico objetivo, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado dessa forma. Essas crianças sofrem de disforia de gênero, formalmente conhecida como transtorno de identidade de gênero, uma desordem mental reconhecida na edição mais recente do Manual Diagnóstico e Estatístico da American Psychiatric Association. A psicodinâmica e as teorias de aprendizagem social dessa desordem nunca foram refutadas.

4. A puberdade não é uma doença e a injeção de hormônios bloqueadores da puberdade pode ser perigosa. Reversíveis ou não, hormônios bloqueadores de puberdade induzem um estado de enfermidade – a ausência de puberdade – e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança anteriormente saudável biologicamente.

5. Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico, 98% dos meninos e 88% das meninas confusos com seu gênero aceitam seu sexo biológico naturalmente ao passar pela puberdade.

6. Crianças que usam bloqueadores de puberdade para personificar o sexo oposto precisarão de hormônios do sexo oposto no fim da adolescência. Esses hormônios estão associados com graves riscos para a saúde, incluindo pressão alta, coágulos sanguíneos, AVC e câncer, mas não se limitando a isso.

7. As taxas de suicídio são vinte vezes maiores entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e passam por cirurgias de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que é um dos países de maior ação afirmativa LGBQT. Que pessoa razoável e compassiva condenaria crianças a esse destino, sabendo que depois da puberdade 88% das meninas e 98% dos meninos aceitarão o seu sexo real e terão saúde física e mental?

8. Condicionar as crianças a acreditar que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável é abuso infantil. Apoiar a discordância de gênero como normal por meio da educação pública e de políticas legais confundirá as crianças e os pais, levando mais crianças a procurar “clínicas de gênero”, onde tomarão drogas bloqueadoras da puberdade. Por sua vez, isso garantirá que elas “escolherão” uma vida toda de hormônios cancerígenos e tóxicos e provavelmente considerarão passar por uma mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo ao chegar à vida adulta.

O texto original encontra-se aqui.


Nota 1: Leia mais sobre ideologia de gênero aqui, aqui, aqui e aqui.

Nota 2: Fique claro que não se trata da Academia Americana de Pediatria (AAP). A ACPeds é uma entidade formada por religiosos e médicos. Embora os argumentos acima sejam corretos e consistentes, a entidade que os divulgou não tem tanta representatividade assim. [MB]

23 plantas geométricas e sua incrível simetria

Seres humanos usam geometria o tempo todo. Mas o que talvez poucos se deem conta é que padrões, simetria e formas de todos os tipos estão presentes na natureza, revelando, também, a necessidade de um matemático que idealizou tudo isso. A lista abaixo, criada colaborativamente pelos usuários do site Boredpanda, mostra 23 plantas que parecem ter sido criadas - e foram! - por um especialista em geometria. Elas claramente obedecem a um tipo de fórmula matemática:

Aloe polyphylla 
Romanesco

Crassula templo de Buda

Vitória-régia da Amazônia

Dália

Pinheiro-orvalhado

Hoya carnosa

Girassol

Camélia

Suculenta espiralada
 
Cacto-cérebro

Viola sacculus

Planta-mosaico

Mais suculentas

Cacto Pelesyphora aselliformis

Planta com folhas simétricas

Flor-de-cera

Austroemeria pelegrina

Hoya kerrii

Pinha

Lobélia gigante

Repolho roxo

Echinacea