terça-feira, maio 19, 2020

Ravi Zacharias: morre um gigante da apologética

Muitas vezes achamos que a dor da perda será sentida de verdade apenas quando ocorre com os de perto, familiares ou amigos próximos. Mas há momentos em que sentimos o coração dilacerar quando, mesmo nunca as tendo encontrado, perdemos pessoas que admiramos e temos como inspiração. Hoje esse foi o caso, pois nesta data de 19/5/2020, o grande mensageiro do cristianismo Ravi Zacharias, palestrante, escritor e defensor da fé cristã, descansou no Senhor. Meu coração está esmagado pelo dor. Esse homem sempre foi minha inspiração em sua forma inteligente e amorosa de falar de Jesus. Com sua inteligência sensível – creio ser a melhor expressão para ele -, sempre teve acesso a grandes centros acadêmicos, como Harvard e Oxford, falando do amor e da sabedoria de Deus.
Ravi nasceu na Índia e se converteu ao cristianismo na juventude. Emigrou para o Canadá e construiu uma carreira como mensageiro do cristianismo de uma forma inteligente, racional, mas ainda assim repleta de amor. Foi autor de vários livros, dentre os quais destaco o premiado Pode o Homem Viver ser Deus?, o primeiro que li e já me encantou, porque mescla de forma harmoniosa argumentos racionais a favor da fé cristã, sem perder o apelo à sensibilidade e ao coração. Ravi possuía um programa de rádio chamado “Let My People Think” (“Vamos pensar, meu povo”), transmitido a muitas partes do globo. Foi o fundador do Ministério Internacional Ravi Zacharias, que desenvolve evangelismo em todo o mundo. Mas, infelizmente hoje, aos 74 anos, vitimado por um câncer que fora anunciado apenas dois meses antes, Ravi descansou no Senhor.
É muito estranho sentir tanta dor pelo falecimento de alguém tão distante. Mas os livros e vídeos dele me fizeram sentir como se ele fosse meu mentor. Pois tudo o que eu imaginei ser como pregador do evangelho tinha Ravi Zacharias como referência. Já li C. S Lewis, William Craig, Nancy Pearcey, Francis Schaeffer e outros, mas o Ravi era meu referencial de mensageiro do evangelho. Minha dor é maior, talvez, porque no fundo eu ainda nutria a esperança de encontrá-lo e ter uma longa conversa. Portanto, minha oração a Deus é que eu possa glorificar a Deus e honrar esse grande homem, sendo ao menos uma unha do que foi Ravi Zacharias.
(Rafael Christ Lopes é físico e doutor em Cosmologia)
Entre os livros apologéticos que indico nesta lista, há um do Ravi. [MB]

segunda-feira, maio 18, 2020

O mapa-múndi ao longo dos séculos

O mapa-múndi moderno é o resultado de milênios de expedições e explorações, compiladas por centenas de estudiosos de vários continentes ao longo do tempo. Dentre as centenas de mapas-múndi que existiram é possível destacar alguns que foram marcos para os séculos que vieram. Em 150 d.C. o matemático e astrônomo grego Ptolomeu, em Alexandria, Egito, foi o primeiro a usar posições de latitude e longitude baseado em observações astronômicas para formular um mapa do então mundo conhecido. O livro de Ptolomeu Geografia é um conjunto de oito volumes com conhecimentos científicos grego-romanos que lista as posições de 6.345 lugares. 

Em 1375, o cartógrafo espanhol Abraão Cresques utilizou o trajeto de diversos mercadores que viajaram além do Mediterrâneo, do Mar Negro e do norte do Atlântico para formular um dos mapas mais corretos do fim da Idade Média. O trabalho de Abraão só foi possível graças aos estudos de Maomé Idrissi, que dois séculos antes foi o primeiro a compilar um mapa baseado no relato de viajantes e mercadores, fugindo dos mapas tradicionais que apenas representavam o mundo por meio dos locais descritos na Bíblia.

Em 1489, Henrique Germano, em Florência, Itália, utilizou fontes do mercador Marco Polo que viajou até a Ásia, e das viagens do português Bartolomeu Dias, que navegou em volta do continente africano para formular um dos primeiros mapas que abrangia o sul da África. Navegadores já sabiam como calcular latitudes usando o Sol, mas não a longitude, o que os tornava incorretos nessa medida.

Em 1599, Edward Wright, em Londres, Inglaterra, aprimorou a então projeção de Mercator, a preferida pelos navegadores. Levando em consideração a posição da curvatura da Terra, seu mapa foi um dos mais corretos da Idade Moderna, que incluiu o Novo Mundo, com regiões como o Rio da Prata, o Rio Amazonas, a Groenlândia e o Japão.

Com a invenção do cronômetro marítimo em 1760, navios finalmente conseguiram corrigir sua posição de acordo com a longitude. Depois que a família Cassini calculou o tamanho exato da França com um processo de triangulação em 1740, diversos estados europeus começaram a promover algo semelhante com seu próprio país. Jacques Bellin, em Paris, compilou todos esses dados e mais informações sobre o Novo Mundo, criando o primeiro mapa moderno do mundo.

Em 1832, o Stieler foi um dos mais famosos atlas europeus. Formulado por Adolf Stieler, em Gotha, Alemanha, a única região que não foi inserida foi a Antártica, que seria explorada apenas um século mais tarde. 

Fontes: https://bit.ly/2LC9Whm e https://bit.ly/2LCcook

Nota: E os terraplanistas ainda acham que "descobriram a roda"...


segunda-feira, maio 11, 2020

Sociedade Criacionista Brasileira promove semana de imersão


De 11 a 15 de maio, a Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) realiza a semana de imersão “Expansão Criacionista”. As palestras serão transmitidas pelo YouTube, sempre às 20 horas (horário de Brasília). O evento tem como objetivo capacitar os membros dos vários núcleos da Sociedade espalhados pelo Brasil e outras localidades. As inscrições também estão abertas para interessados que não são filiados à SCB. Um dos cinco palestrantes do evento é o jornalista e pastor Michelson Borges, vice-presidente da instituição e entusiasta do assunto. No dia 13, Borges retratará a história das principais entidades criacionistas e o trabalho que elas desenvolvem. Já no dia 15, o biólogo Danilo Oliveira apresentará as evidências do dilúvio e as provas de que os relatos bíblicos são verdadeiros.


quinta-feira, maio 07, 2020

Paleontólogos criacionistas? Sim, eles existem

Paleontólogos criacionistas têm se dedicado ao longo das últimas décadas a fazer coletas de campo ou trabalhos laboratoriais, analisar, fazer experimentos, extrair conclusões a partir de uma perspectiva única do que se observa na natureza, orientar trabalhos científicos e a publicar pesquisas em renomados periódicos revisados por pares, a fim de juntar as pecinhas do grande quebra-cabeça que envolve a história do planeta e da vida na Terra. Uma história, a propósito, que parece ser recente, e não aquela que lhe contaram de “milhões e milhões de anos”.

Sempre em busca da verdade, esses paleontólogos, em sua maioria, são financiados por instituições criacionistas de pesquisa científica. Caso você queira saber mais a respeito das principais instituições criacionistas no mundo que possuem linhas de pesquisa em Paleontologia e que financiam publicações científicas que contribuem para a igreja compreender melhor a veracidade do relato bíblico de Gênesis e de outros livros, acesse (aqui) uma matéria que preparei para você. Abaixo, segue a lista contendo as instituições:

Nome, localidade e ano de fundação:
Geoscience Research Institute (GRI) / Loma Linda-CA (desde 1958) [Site]
Creation Research Society (CRS) / Chino Valley-AZ (desde 1963) [Site]
Institute for Creation Research (ICR) / Dallas-TX (desde 1970) [Site]
Answers in Genesis (AiG) / Petersburg-KY (desde 1993) [Site]
Earth History Research Center / Keene-TX (desde 1999) [Site]
Creation Ministries International (CMI) / Brisbane-Qld (desde 2006) [Site]

A propósito, o Earth History Research Center, por meio da sua mantenedora Southwestern Adventist University, conduz o Dinosaur Project, um projeto de pesquisa de escavação de dinossauros na Formação Lance, no leste do Wyoming (EUA). A instituição adventista é a única organização criacionista no mundo a possuir um sítio paleontológico próprio – com uma estação de pesquisa fixa no local contendo toda infraestrutura – para as pesquisas que já ocorrem desde 1997. Até o momento já foram resgatados e tombados mais de 25 mil fósseis (saiba mais).

Para a prospecção de fósseis, isto é, a identificação dos locais onde estão os fósseis, a equipe utiliza uma tecnologia própria inovadora (que fez do grupo pioneiro no uso), a qual tem sido elogiada por outras equipes, baseada na seguinte combinação de técnicas: (1) uso de equipamento GPS de alta precisão para medir e registrar a localização de cada osso; (2) software GIS para analisar e produzir uma imagem integrada de cada pedreira; (3) um catálogo online/base de dados de fósseis para consulta pública por pesquisadores em todo o mundo.

A Southwestern Adventist University foi reconhecida pela PaleoAdventures no Journal of Paleontological Sciences por seu trabalho com o Upper Cretaceous Hell Creek e Lance Formations, que são algumas das unidades de rochas mais ricas em fósseis dos Estados Unidos. No artigo, que discute um censo de cerca de 65 universidades e instituições com bancos de dados virtuais de fósseis de dinossauros, o catálogo online de ossos do museu da instituição adventista foi considerado o melhor do mundo devido a “fornecer o máximo de detalhes no formato mais fácil e mais estético”. A Southwestern Adventist University, “em particular, forneceu fotografias, contexto histórico e geológico para quase todos os espécimes no grande e quase completo banco de dados”. 

Ok, agora que você já conhece um pouco acerca dos institutos que financiam publicações científicas criacionistas, está na hora de conhecermos as estrelas dessa matéria. Quem são eles? Como vivem? Como dormem? Brincadeiras à parte, o fato é que eles são raríssimos na comunidade acadêmica e por isso vale a pena uma matéria exclusiva sobre esse assunto com o objetivo de motivar você, aluno, a seguir a carreira de cientista, e ao mesmo tempo utilizar sua profissão para a defesa da fé cristã, assim como muitos cientistas criacionistas têm feito ao redor do mundo.

É perceptível que, a partir do momento que um aluno passa no vestibular para os cursos de Biologia e Geologia (as principais graduações para se tornar paleontólogo), ele abandona a cosmovisão criacionista e “se bandeia” pro lado de lá. Porém, alguns bravos heróis resistem ao bombardeamento de conteúdo evolucionista nos quatro ou cinco anos seguintes e sobrevivem para contar a história e, principalmente – em relação a esses que ousam contestar a “poderosa macroevolução” e o deus do gradualismo fóssil –, seguir carreira na Paleontologia criacionista.

Quando entrevistado sobre quão raro é um paleontólogo criacionista, o Dr. Matthew McLain respondeu:

Quando a maioria dos cientistas evolucionistas descobre que sou criacionista, eles se afastam ou tentam discutir comigo. A maioria dos paleontólogos é antagônica ao ponto de vista criacionista. Alguns nos chamam de ‘não mencionáveis’, nem mesmo dizem a palavra ‘criacionista’. No entanto, a maioria dos evolucionistas nunca conheceu realmente um paleontólogo ou geólogo criacionista qualificado. Alguns até negam nossa existência como se fôssemos unicórnios ou fadas. A melhor coisa que posso fazer é ser o melhor cientista que posso ser, para trazer glória a Deus, contribuindo com a comunidade científica e demonstrando boas práticas e raciocínios científicos.”

Assim como o Dr. McLain, existem outros paleontólogos qualificados que têm contribuído de forma imensurável para o entendimento da igreja a respeito da veracidade do texto bíblico sobre as origens. Abaixo estão, em ordem alfabética, os paleontólogos mais influentes que, como diz Albert Szent-Györgi, buscam “ver o que todos os outros viram e pensar o que ninguém mais pensou”:

Ariel A. Roth (1927-atual)
Bacharel em Biologia pela Pacific Union College (1948).
Mestre em Biologia (Zoologia de invertebrados) pela University of Michigan (1949).
Doutor em Biologia (Zoologia de invertebrados) pela University of Michigan (1955).
Treinamentos adicionais (nível de graduação) em biologia da radiação pela Universidade da Califórnia, Berkley, e em Geologia e matemática pela University of Califórnia, Riverside.
Roth, 93 anos, aposentado, é zoólogo e paleontólogo, com linha de pesquisa em zoologia de invertebrados e em recifes de corais vivos e fósseis.
É ex-diretor do Geoscience Research Institute (1980-1994), ex-pesquisador do GRI (1966-1996) e ex-professor do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade de Loma Linda (1963-1996). É membro da Geological Society of America, Society for Sedimentary Geologists e American Association of Petroleum Geologists.
Clique aqui e conheça um rico material disponibilizado por ele em língua portuguesa.

Arthur Chadwick (1949-atual): chadwick@swau.edu
Licenciatura em Biologia pela San Diego State University (1963).
Bacharel em Biologia pela La Sierra College (1965),
Doutor em Biologia Molecular pela Universidade de Miami (1969).
Pós-doutorado em Geologia pela Universidade da Califórnia (1973-1977).
Chadwick, 71 anos, é geólogo e paleontólogo, com linha de pesquisa em tafonomia de vertebrados, dinossauros do Cretáceo, sedimentologia do arenito de Tapeats no Grand Canyon, padrões globais de paleocorrentes. É professor-pesquisador de Biologia e Geologia da Southwestern Adventist University (2009-atual). É diretor do Dinosaur Science Museum e Coordenador do Dinosaur Research Project (1999-atual). É membro da Geological Society of America, Society of Vertebrate Paleontologists, Society of Economic Paleontologists and Mineralogists e da American Association of Petroleum Geologists.

Brian Thomas: bthomas@icr.org
Bacharel em Biologia pela Stephen F. Austin State University (1993).
Mestr e em Biotecnologia pela Stephen F. Austin State University (1999).
Doutor em Paleobioquímica pela University of Liverpool (2019).
Thomas é paleobiólogo, com linha de pesquisa em presença de tecidos moles e carbono-14 em fósseis antigos. O título da sua tese de doutorado é “Collagen Remnants in Ancient Bone”.
Escritor e editor de ciências do Institute for Creation Research (2008-2019).
Pesquisador Associado do Institute for Creation Research (2019-atual).

Elaine Graham-Kennedy: elainekennedy@gmail.com
Bacharel em Geologia pela Phillips University (1965).
Mestre em Geologia pela Loma Linda University (1987).
Doutora em Geologia pela University of Southern California (1991).
Kennedy, aposentada, é geóloga e paleontóloga, com linha de pesquisa em Sedimentologia e Paleoambientes no Grand Canyon, excavação de dinossauros no Wyoming e ninhos fósseis na Argentina.
Foi pesquisadora do Geoscience Research Institute (1991-2005) e professora adjunta de Geologia na Southwestern Adventist University.
Clique aqui e leia uma entrevista com ela.

Gabriela Karine Rocha de Carvalho Haynes: ghaynes@answersingenesis.org
Bacharel em Biologia pela Universidade Regional do Cariri-URCA.
Mestre em geociências (Paleontologia) pela Universidade Federal do Ceará.
Doutora em geociências (Paleontologia) pela Universidade Federal do Ceará com sandwich pela University of Kentucky.
Haynes é paleontóloga de invertebrados, com linha de pesquisa em himenópteros fósseis da bacia do Araripe. Trabalhou na Formação Santana e identificou novas espécies de insetos fósseis.
Pesquisadora do Answers in Genesis (2019-atual).

Harold G. Coffin (1926-2015) in memoriam
Bacharel em Biologia pela Wala Wala College (1947).
Mestre em Biologia pelo Wala Wala College (1952).
Doutor em Zoologia pela University of Southern California (1955).
Foi professor e chefe do Departamento de Ciências no Canadian Union College (1955-1956) e no Walla Walla College (1958-1964).
Foi pesquisador sênior do Geoscience Research Institute (1964-1991) e do Earth History Research Center, com linha de pesquisa em Paleobotânica e Sedimentologia. Ficou famoso por desvendar a história real das florestas fósseis do Parque Nacional de Yellowstone, sendo o primeiro cientista a entrar na área de Spirit Lake após a erupção do Monte St. Helena em 1982.
Foi membro da Geological Society of America.

Leonard R. Brand (1941-atual): lbrand@llu.edu
Mestre em Biologia (Biossistemática) pela Loma Linda University (1966).
Doutor em Biologia (Zoologia) pela Cornell University (1970).
Brand, 79 anos, é Paleontólogo e Geólogo, com linha de pesquisa em Paleontologia de Vertebrados, Tafonomia, Icnologia, Paleoecologia e Sedimentologia.
É professor do Departamento de Geologia e Biologia da Loma Linda University (1970-atual).

Kurt P. Wise (1959-atual): kwise@truett.edu
Bacharel em Ciências Geofísicas pela University of Chicago (1981).
Mestre Geologia pela Harvard University (1984).
Doutor em Geologia (Paleontologia de invertebrados) pela Harvard University (1989).
Em Harvard, ele estudou sob a direção do renomado cientista Stephen Jay Gould.
Wise, 61 anos, é paleontólogo, com linha de pesquisa em Baraminologia.
É professor do Departamento de Ciências Naturais e diretor do Creation Research Center no Truett-McConnell College em Cleveland, na Geórgia (2009-atual).
Membro da Geological Society of America.

Lee A. Spencer (1949-2017) in memoriam
Bacharel em Paleobiologia pela University of California (1980).
Mestre em Geologia pela Loma Linda University (1984).
Doutor em Paleobiologia pela Loma Linda University (1987).
Spencer foi um paleontólogo de vertebrados, com linha de pesquisa em Tafonomia de Dinossauros e Icnologia (ovos fósseis).
Foi pesquisador do Earth History Research Center (1995-2006) e professor associado do Departamento de Biologia da Southern Adventist University (2004-2008).

Marcus R. Ross (1976-atual): mross@liberty.edu
Bacharel em Geologia pela Pennsylvania State University.
Mestre em Paleontologia pela Escola de Minas e Tecnologia de Dakota do Sul.
Doutor em Ciências Ambientais (Geociências) pela University of Rhode Island.
Professor associado de Geologia da Liberty University.
Ross, 44 anos, é paleontólogo, com linha de pesquisa em diversidade, biostratigrafia e extinção de répteis marinhos mosassauros.
Diretor assistente do Centro de Estudos da Criação da Liberty University.

Matthew A. McLain: mmclain@masters.edu
Bacharel em Geologia pela Cedarville University (2012).
Doutor em Geociências (Paleontologia) pela Loma Linda University (2016).
McLain é paleontólogo, pterossaurólogo, com linha de pesquisa em paleontologia de vertebrados (dinossauros e pterossauros), Tafonomia, Paleobiologia e Baraminologia.
Professor associado de Geologia e Biologia na Mater’s University.
É membro da Geological Society of America, The Paleontological Society e Society of Vertebrate Paleontology.

Neal A. Doran: neal.doran@bryan.edu
Bacharel em Geologia (Zoologia Menor) pela Universidade da Flórida (1989).
Mestre em História da Ciência pela Universidade da Flórida (1994).
Mestre em Geologia (Paleobiologia) pela Universidade de Cincinnati (2000).
Doutor em Geologia (Paleobiologia) pela Florida State University (2003).
Doran é paleontólogo, sua linha de pesquisa é em Baraminologia.
É professor de biologia e diretor do Centro de Pesquisa da Criação Bryan College (CRC), em Dayton, Tennessee. 
É membro da Geological Society of America, History of Science Society, Paleontological Society, Society for the Study of Evolution, Society of Vertebrate Paleontology e Southeastern Geological Society.

Raúl Esperante: resperante@llu.edu
Bacharel em Biologia pela Universidade de Valência (Espanha).
Doutor em Biologia (Paleontologia) pela Loma Linda University.
É pesquisador sênior do Geoscience Research Institute.
Professor adjunto da Loma Linda University, com linha de pesquisa em Paleontologia de vertebrados, Tafonomia, Icnologia, Estratigrafia em rochas sedimentares no Peru, Espanha e Bolívia. 
É membro da Ichnological Association, Geological Society of Spain, Spanish Society of Paleontology, Society of Economic Paleontology and Mineralogy e da International Palaeontological Association.

Roberto E. Biaggi (1949-atual): rebiaggi@gmail.com
Bacharel em Geologia pela La Sierra College.
Mestre em Biologia (Palinologia e Paleoecologia) pela Wala Wala College (1978).
Mestre em Geologia (Paleambiente) pela Loma Linda University (1989).
Doutor em Geociências (Paleontologia) pela Loma Linda University (2001).
Professor adjunto associado de Biologia da Loma Linda University, com linha de pesquisa em Paleoambientes de sedimentos lacustres, Micropaleontologia, Palinologia, estromatólitos e Paleoecologia (2019-atual).
Pesquisador do Geoscience Research Institute (2005-atual).

O que achou? Não foi suficiente para você? Então vou deixar aqui uma segunda lista contendo outros paleontólogos ao redor do globo que assinaram o documento de Dissensão de Darwin (isto é, uma declaração de que discordam da visão tradicional da paleontologia evolutiva):

Anne Dambricourt-Malasse, PhD, é uma paleoantropóloga do Institute de Paléontologie Humaine, Prehistory Lab.

Arlton C. Murray, D.Sc., foi um paleontólogo que começou a trabalhar em 1934 para o Smithsonian Institute em Washington DC. Trabalhou por 27 anos como preparador paleo-osteológico e coletor de campo, Divisão de Paleontologia de Vertebrados. Alguns dos fósseis que ele ajudou a preparar ainda estão em exibição. He also worked for the William Penn Museum in Harrisburg, Pennsylvania and the National Park Service in Washington D.C.

Dave Philips, M.S., recebeu seu bacharelado e mestrado em Antropologia Física/Paleoantropologia, ambos pela California State University, Northridge, e seu Ph.D. in Paleontology. Atualmente, é professor de ciências físicas na Mater’s University e também é pesquisador no laboratório de paleontologia da La Brea Tar Pits.

David Dockery III, PhD, chefe da divisão de geologia de superfície do Escritório de Geologia do Mississippi em Jackson. Ele recebeu seu Ph.D. em paleontologia pela Tulane University.

Gary E. Parker M.S., Ed.D., Professor de Ciências Naturais na Clearwater Christian College, Clearwater, Florida. Ele é bacharel em Biologia/Química pela Wabash College, Crawfordville, Indiana; mestre em Biologia e doutor em Biologia e Geologia com um conhecimento em Fisiologia e Paleontologia da Ball State University, Muncie, Indiana.

H. Thomas Goodwin, PhD, professor adjunto de Paleontologia da Loma Linda University. Seu Ph.D. é da University of Kansas.

Jacques Sauvagnat, PhD, é um cientista pesquisador do Geoscience Research Institute, sua linha de pesquisa é com Barremian obstracodes no sudeste da França. Seu PhD em Paleontologia é da University of Geneva.

Joachim Scheven, PhD, possui um cargo de professor em Biologia na Alemanha e é curador do Museu Alemão Lebendige Vorwelt. Ele estudou zoologia, botânica, biologia e geologia e recebeu um Ph.D. da University of Munich com uma tese em entomologia. Seus estudos de pós-doutorado foram em parasitologia, medicina tropical e ele fez uma extensa pesquisa de pós-doutorado em paleontologia.

John H. Whitmore, PhD, atua como professor assistente de Geologia na Ceadervill University. Ele obteve seu bacharelado em Geologia pela Kent State University, seu MS em Geologia do Institute for Creation Research Graduate School, San Diego, e seu Ph.D. em Biologia com ênfase em Paleontologia pela Loma Linda University in California.

John Lang Leedy, PhD, professor emérito de Botânica da Wheaton College. Seu bacharelado é em ciência geral, seu mestrado em paleontologia e seu PhD em botânica.

Larry Dean Martin, PhD, professor e curador sênior de paleontologia de vertebrados, Museu de História Natural; Professor de Ecologia e Biologia Evolutiva, University of Kansas, Lawrence, Kansas.

Marvin L. Lubenow, PhD, recebeu seu mestrado em Antropologia/Paleontologia em 1976, pela Eastern Michigan University, e um PhD honorário em Paleoantropologia pela Christian Heritage College, San Diego onde ele era professor emérito.

Mary Higby Schweitzer, PhD, professora de Paleontologia Molecular na North Carolina State University. Ela tem bacharelado em Biologia pela Utah State University. Seu PhD é em Paleontologia pela Montana State University sob orientação de Jack Horner. Ela publicou amplamente, inclusive na Science e foi nomeada pela Discover Magazine, "uma das paleontólogas mais conhecidas do mundo" (May, 2006, p. 40). Seu trabalho é amplamente utilizado para duvidar da alegação de que os dinossauros foram exterminados 65 milhões de anos atrás, embora ela seja muito crítica ao uso de suas descobertas científicas para apoiar alegações teológicas.

Miroljub Petrovic, PhD, é presidente e diretor do Centro de Estudos Naturais de Belgrado, Yugoslavia. Ele é bacharel em Geologia pela Faculdade de Mineração e Geologia da University of Belgrado e recebeu seu PhD em Filosofia pela Universidade Alexander Joan Cusa em Iasi, Romênia

Richard M. Ritland, PhD, Professor de Biologia na Andrews University, Michigan. Dr. Ritland se formou em Harvard com um PhD em Paleontologia e mestre em Zoologia pela Oregon State University.

Roberto Fondi, PhD, é professor de paleontologia na University of Sienna. Ele recebeu seu bacharelado em Química pela Rhodes College, Magna cum laude, Phi Betta Kappa, e seu PhD em Paleontologia. Ele publicou várias críticas ao darwinismo.

Warren H. Johns, M.S, é um cientista pesquisador. Possui mestrado em geologia e é bibliotecário na Andrews University, Berrien Springs, Michigan. Johns também é estudante de pós-graduação em paleontologia, Michigan State University, East Lansing, Michigan.

(Everton Alves é divulgador científico especializado em Paleontologia)

Clique aqui e confira uma listagem completa de todos os artigos científicos publicados pelos principais paleontólogos criacionistas.

quinta-feira, abril 09, 2020

TCC de Direito analisa ensino do criacionismo e da TDI nas escolas

Emanuela dos Santos Borges é graduada em História e Direito, e é Diretora Executiva do Núcleo Criacionista Criciumense da Sociedade Criacionista Brasileira (Nucri-SCB). Gosta de cantar na igreja, ler, trabalhar voluntariamente com crianças e adolescentes e estudar sobre criacionismo. Nesta entrevista, concedida ao jornalista Michelson Borges, ela conta por que escolheu abordar em seu Trabalho de Conclusão de Curso o ensino da Teoria do Design Inteligente e do criacionismo em escolas públicas. Isso é possível? Há amparo legal? Leia e descubra.


Por que você decidiu pesquisar sobre o ensino do design inteligente e do criacionismo em escolas públicas?

Porque precisava elaborar minha monografia de conclusão do curso de Direito e esse assunto já há alguns anos me chamava a atenção. Pensei: “Porque não unir minha formação na área educacional com a formação na área jurídica abordando um assunto que, para mim, é de suma importância? Resolvi pesquisar e escrever sobre Direito Educacional, trabalhando um tema relevante que injustamente tem sido excluído do processo de aprendizagem de crianças e adolescentes. Penso que o ensino da Teoria do Design Inteligente precisa urgentemente ser incluído nos currículos escolares, para que se garanta o amplo acesso à informação, ao pluralismo de ideias e ao multiculturalismo, direitos e princípios dispostos na nossa Constituição Federal.

sexta-feira, março 27, 2020

Deus criou o coronavírus?

Neste tempo em que o mundo parou com a pandemia de coronavírus, muitas perguntas têm chegado até a nossa redação. O que é um vírus? Se Deus criou todas as coisas perfeitas, como explicar os vírus e as bactérias? A "evolução" da Covid-19 refuta o criacionismo? Bem, em poucas palavras, gostaria de trazer alguma luz a essa questão. E quero acrescentar algumas outras questões que nos ajudarão a atender o assunto.

O que são vírus?

Todos os vírus são definidos como tendo um ácido nucleico, DNA ou RNA, cercado por uma "camada" de proteína. Alguns vírus têm uma membrana lipídica externa adicional chamada envelope lipídico. Em muitos casos, o envelope parece ser "roubado" das células que invadem. 

Vírus não são células. As células possuem bioquímica interna ativa e podem coletar energia e se reproduzir; os vírus não podem obter energia e não podem se reproduzir sozinhos. Os vírus usam a máquina da célula a seu favor. 

Existe grande discussão na biologia. Vírus são seres vivos ou não? Depende da definição de ser vivo que usarmos. Se considerarmos que todos os seres vivos devem possuir apenas uma célula, automaticamente excluiremos os vírus, que são acelulares. No entanto, se considerarmos que os seres vivos devem possuir DNA ou RNA, aí eles se esquadrariam na descrição. 

Essa discussão não vem ao caso agora, e deixemos que os especialistas continuem esse debate.

O que os vírus fazem?

Os vírus são frequentemente chamados de parasitas, porque invadem as células e emprestam sorrateiramente a bioquímica das células para fazer cópias de si mesmos. Eles então escapam da célula, muitas vezes até matando a célula "hospedeira". 

O que a Bíblia diz sobre vírus e de onde eles vêm na criação de Deus? 

Embora os vírus não sejam mencionados na Bíblia, o mundo microbiano em que os vírus estão ativos é mencionado. Por exemplo, micróbios como leveduras e bactérias são usados ​​em muitos produtos alimentícios fermentados, e bebidas e pão fermentados também são mencionados. O fermento e as bactérias têm vírus, que podem realmente promover esses processos de fermentação. Recentemente, genes de fermentação foram descobertos em um vírus.[1] E bons vírus que ajudam a eliminar más bactérias em fermentação de produtos também estão sendo exploradas.[2]

O fermento é mencionado nas ilustrações da Bíblia que demonstram princípios espirituais (Lucas 13:20, 21). Essa é provavelmente uma referência ao fermento que usamos na fabricação de pão. Novamente, em nosso mundo, encontramos muitos micróbios envolvidos em atividades benéficas, até vírus.

O relato bíblico das origens indica que a criação foi muito boa. A origem dos patógenos que causam sofrimento, doença e morte é uma questão desafiadora. Uma série de possibilidades foi sugerida da seguinte forma:

  1. Micro-organismos (incluindo vírus) não causavam doença inicialmente. Eles se desenvolveram após a criação, como resultado de mutações e embaralhamento de genes entre si. Como consequência, surgiu um pequeno número de variantes patogênicas.
  2. Deus pode ter criado patógenos nas classes mais baixas da vida para garantir o controle da população, mas isso não se estendeu aos micróbios que habitavam os seres humanos. Em vez disso, mutações deram origem a patógenos entre populações de micróbios geralmente benéficos que habitam o corpo humano, e mutações semelhantes em patógenos animais lhes permitiram pular a barreira da espécie e infectar seres humanos.
  3. Os genomas de todas as criaturas foram projetados para que pudessem se adaptar rapidamente ao meio ambiente. Esses segmentos de DNA produtores de variantes ficaram comprometidos, dando origem a vírus de RNA e talvez a retrovírus, ostensivamente em razão da remoção do "poder regenerador de cura" de Deus.
  4. A diversidade pode ser explicada postulando que os elementos transponíveis eram originalmente projetados para produzir resultados altruístas positivos, mas subsequentemente causaram mutações quase neutras ou mesmo deletérias.
  5. Os micróbios não causavam inicialmente doenças em criaturas com sensações de dor, mas como consequência de várias mudanças que apareceram, talvez auxiliadas por agências externas.
As mudanças após a queda envolveram alterações no equilíbrio do ecossistema, de modo que a natureza e o comportamento dos organismos foram alterados. Em uma extensão da sugestão sobre agências, alguns postularam que um agente maligno alterou ou adicionou novas informações genéticas ao genoma de organismos existentes ou uma linha de micróbios inteiramente nova foi permitida emergir (Maldição de Deus).

Se os vírus não são todos ruins, o que eles foram projetados para fazer na criação?

O surgimento de bactérias patogênicas interessa aos criacionistas porque afeta os conceitos do caráter de Deus. O pecado trouxe uma mudança nas características do reparo do DNA e da regulação dos genes nos sistemas vivos, e o estresse foi introduzido na equação. Isso resultou em mutações e outros erros, dando origem a defeitos celulares. Os vírus, apesar de pequenos e mais simples que a maioria das células, possuem designs tremendos. Proponho que alguns vírus foram criados para bons usos na criação e outros foram alterados pela queda de Adão no pecado e surgiram em lugares onde não deveriam estar. Chamo isso de teoria do deslocamento na biologia da criação.[3] No genoma humano, por exemplo, temos mais sequências de DNA que se alinham com vírus do que sequências que codificam nossas próprias proteínas! Algumas dessas sequências de vírus no corpo humano produzem proteínas que silenciam nosso sistema imunológico, por exemplo, próximo ao embrião em crescimento. Alguns vírus ruins poderiam se originar de animais e de nós? Nesse caso, isso apoia a teoria da criação de deslocamento e, como dissemos acima, muitos vírus infecciosos em humanos têm uma origem zoonótica. Por exemplo, ouvimos falar dos suínos e da gripe aviária. Nesses casos, os vírus da influenza humana e gripe aviária se misturam nos porcos, e novos vírus da gripe são criados a partir de uma mistura das partes virais. Esses tipos de gripe são geralmente os mais infecciosos e mortais.

Vamos explorar outro exemplo: as mais numerosas criaturas biológicas da Terra são um grupo de vírus chamado bacteriófagos. Os bacteriófagos são vírus que vivem dentro e sobre todas as bactérias conhecidas. Pode haver até centenas de vírus em cada bactéria na terra. Prevê-se que as cianobactérias sejam as bactérias mais abundantes da Terra. Podemos ver "flores" de cianobactérias nos oceanos, mesmo do espaço, porque são de cor verde brilhante. Estima-se que as cianobactérias, que podem realizar a fotossíntese, capturem tanto carbono da atmosfera quanto todas as plantas da terra. Todo ser vivo na Terra precisa de carbono, e a maior parte vem da fotossíntese. Somos formas de vida baseadas em carbono. Assim, as cianobactérias ajudam a sustentar toda a vida nos oceanos.

Cada cianobactéria vive com cianófagos, que são vírus existentes nas cianobactérias. Os vírus cianófagos fazem duas coisas importantes para ajudar o ciclo do carbono na Terra. Eles abrem as cianobactérias que liberam carbono no oceano para sumidouros de carbono: formas de armazenamento de carbono que ajudam a reduzir o carbono na atmosfera e a integrar os seres vivos. E as cianobactérias podem morrer de queimaduras solares. Assim, descobrimos que os vírus cianófagos podem injetar genes em cianobactérias, restaurando os genes de suas proteínas queimadas pelo sol.[4]

Podemos realmente dizer então que a maioria dos vírus está sustentando a vida na Terra. Servimos um Criador incrível que estabeleceu uma biomatriz microbiana baseada em suporte à vida que suporta a vida na Terra.[5] Portanto, não deve surpreender que nosso Criador use a menor, mas mais abundante criatura do planeta, o vírus do bacteriófago, para sustentar a vida.

A evolução de vírus e bactérias contraria o criacionismo?

Segue um trecho tirado de outro artigo deste site: bactérias que adquirem resistência a antibióticos são praticamente o único exemplo que os evolucionistas podem usar como evidência de “evolução” (na verdade, trata-se de “microevolução”, já que, depois de tanto tempo, inúmeras gerações e muitas mutações, as bactérias continuam sendo bactérias). Os mais otimistas (e irrealistas) achavam que o século 21 assistiria à erradicação de todas as doenças, mas a realidade se mostra bem mais sombria. Vivemos à sombra de uma mortandade causada por doenças cada vez mais difíceis de ser tratadas. Esse tipo de situação (aliada às crescentes catástrofes naturais) nos mostra duas coisas: (1) não há segurança para nós neste mundo no qual estamos de passagem, e (2) as profecias, a despeito do que gostariam os otimistas secularizados, não nos apresentam um futuro promissor antes de chegarmos à vida de paz e segurança prometida por Deus. Há dois mil anos, Jesus previu que a proliferação de doenças seria, também, um dos sinais indicativos da proximidade de Sua segunda vinda à Terra (Lucas 21:11).[6]

Acredito que o vírus foi criado para fins benéficos na Terra, e os cientistas da criação podem ajudar a resolver o quebra-cabeça dos vírus causadores de doenças, procurando seu bom propósito original. Isso nos ajudará a saber mais sobre como esse vírus opera na natureza. Que possamos orar para que o Senhor ajude todos os pesquisadores a encontrar uma cura para o Covid-19, e que possamos alcançar nossos vizinhos com a esperança de Cristo!

Alexandre Kretzschmar

Referências:
[1] Vincent Racaniello, “Genes de fermentação em um vírus gigante de algas”, Blog de Virologia, 12 de abril de 2018, http://www.virology.ws/2018/04/12/fermentation-genes-in-a-giant-algal-virus/
[2] Benjamin Wolfe, “Os bons vírus podem manter as bactérias ruins fora dos alimentos fermentados?” MicrobialFoods.org, 27 de junho de 2015, http://microbialfoods.org/can-good-viruses-help-make-safer-fermented-foods/
[3] Joe Francis, “Bons projetos foram ruins” Respostas 4, n 3 (2009), https://answersingenesis.org/evidence-for-creation/design-in-nature/good-designs-gone-bad/
[4] Debbie Lindell et al., "Transferência de genes da fotossíntese para e de vírus de Prochlorococcus", PNAS 101, no. 30 (2004): 11013-11018; https://doi.org/10.1073/pnas.0401526101
[5] Joe Francis, “The Matrix - Life's Support System”, Respostas 3, n 3 (2008), https://answersingenesis.org/biology/microbiology/the-matrix/

segunda-feira, março 23, 2020

Como falar com autoridade sobre Criacionismo


Muitas pessoas acreditam firmemente que Deus não existe e, assim, que o Criacionismo é uma ilusão. Teriam elas razão? Não considero o ceticismo um atributo totalmente negativo. Tomé, um dos doze discípulos, era ligeiramente cético e Jesus não o repreendeu por isso. Ele buscava experimentar por si mesmo aquilo que os outros falavam. Porém, é necessário que o cético saiba o que é o verdadeiro ceticismo: questionar tudo e buscar evidências que sejam sólidas para sua cosmovisão.

A melhor forma de apresentar o Criacionismo ao cético é convidando-o a sê-lo de verdade. Há inúmeras evidências para apresentar: descobertas da biologia molecular que apontam para o design inteligente da vida; eventos históricos narrados nas Escrituras que a cada dia vêm sendo confirmados pela arqueologia bíblica; etc. Então, apenas mostre os fatos e deixe que o cético tire suas próprias conclusões.