terça-feira, setembro 27, 2016

O que Darwin não viu em Galápagos

Conhecimento científico limitado
No mês de julho deste ano, cerca de cem pesquisadores criacionistas sul-americanos estiveram reunidos nas ilhas Galápagos para participar de pesquisas de campo e apresentar trabalhos (leia mais sobre essa viagem no site da Revista Adventista; clique aqui). Entre eles, estavam quatro funcionários da Casa Publicadora Brasileira (CPB), que apresentaram o tema “O que Darwin não viu em Galápagos”. Ao todo, foram produzidos 11 artigos que serão publicados oportunamente. O resumo do resumo da pesquisa da equipe da CPB é este:

Evidências de macroevolução – Darwin não as viu porque elas não existem. O que se pode ver nas Ilhas Galápagos – e em quase qualquer lugar do mundo – são evidências de adaptação, diversificação e, como alguns costumam dizer, “microevolução”. Só isso. As variações são limitadas e jamais poderiam ser utilizadas como argumento para justificar a ideia da macroevolução, segundo a qual todos os seres visos – de árvores a baleias – teriam se originado de um ancestral comum.

Evidências de design inteligente – Darwin não as viu porque, devido às influências naturalistas a que ele esteve submetido na juventude, acabou se recusando a ver a interferência de qualquer poder sobrenatural na natureza. Para os naturalistas, a vida simplesmente surge e vai se tornando mais complexa com o tempo. Nem precisa dizer que essa ideia é filosófica e contraria a ciência.  

Evidências de complexidade irredutível – Darwin também não viu isso porque ele simplesmente não poderia ter visto, já que não possuía os meios para tanto. Nem microscópio adequado havia no tempo dele. E a biologia molecular e a bioquímica levariam um bom tempo para ser desenvolvidas. 


Pesquisadores da CPB: Doris Lima, Rérison Vasques, David Bernardes e Michelson Borges